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Código LM-017 · Categoria Pernas
Investimento
De R$ 18.032,00 por
R$ 12.622,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 320,00
Custo anual aproximadoR$ 1.897,75
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Flexora Horizontal Máquina
Flexora Horizontal Máquina
Vídeo do Flexora Horizontal Máquina

Após o ajuste de inicio de movimento do apoio das pernas, o usuário se posiciona de bruços sobre o banco, com os tornozelos sob o rolo acolchoado, e flexiona os joelhos trazendo o rolo em direção aos glúteos, com a carga selecionada por pino na torre de peso.

Indicado para flexão de joelho deitado, trabalhando os músculos posteriores da coxa.

Maior amplitude de movimento: permite execuções mais completas e eficazes, favorecendo o desenvolvimento muscular e a mobilidade articular.

Sistema de regulagem do apoio de tornozelo: ajuste prático, que se adapta ao usuário sem a necessidade de manobras complicadas.

Sistema de extensão por cabos: movimentos suaves, estáveis e silenciosos, com alta durabilidade mecânica.

Capacidade para bateria de pesos de até 150 kg: ideal para treinos de força progressivos, do iniciante ao avançado.

Discos de transmissão em PEAD (Polietileno de Alta Densidade): menor atrito, menor ruído e maior vida útil do equipamento.

Pintura eletrostática a pó: acabamento premium, resistente à oxidação, riscos e desgaste por uso contínuo.

Carenagem em MDF de 6 mm: proteção eficiente dos sistemas internos com design elegante e moderno.

Sistema de Mancais: Permite movimentos mais suaves e seguros, com menor atrito e maior durabilidade das partes móveis, reduzindo a necessidade de manutenção ao longo do tempo.

Outras Especificações

Largura

1,25 m

Altura

1,80 m

Comprimento

1,90 m

Bateria de Peso

80Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Flexora Horizontal Máquina — flexão de joelho deitado · isquiotibiais em posição alongada

Isquiotibiais — posição prona com quadril estendido maximiza comprimento dos músculos biarticularesRolo acolchoado · regulagem de início de movimento · Categoria PernasPosição de maior tensão na curva comprimento-força dos isquiotibiais
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O equipamento

A Flexora Horizontal Máquina (LM-017) é o aparelho clássico de flexão de joelho na posição deitada (prona). O praticante se posiciona de bruços sobre o banco, com os tornozelos sob o rolo acolchoado, e flexiona os joelhos trazendo os calcanhares em direção aos glúteos, contra a resistência da torre de peso. A posição prona mantém o quadril em extensão, o que coloca os isquiotibiais em um comprimento maior do que na posição sentada — uma vantagem biomecânica significativa para a ativação deste grupo muscular.

A regulagem do início de movimento do apoio das pernas permite ajustar a posição do rolo acolchoado para que o joelho comece em ângulo neutro (0°) ou levemente pré-encurtado, adaptando o aparelho a diferentes estaturas e preferências de amplitude. O sistema de cabos garante movimento suave e estável; os mancais reduzem o atrito e a manutenção ao longo do tempo.

Especificações Linha Muscle: Posição prona (deitado de bruços); rolo acolchoado nos tornozelos; regulagem do início de movimento; sistema de extensão por cabos; mancais de alta qualidade; discos PEAD; MDF 6mm; pintura eletrostática; categoria Pernas.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na flexora horizontal (%CVMi estimado)

Baseado em Lunnen et al. (1981), Schoenfeld et al. (2015) e Tsaklis et al. (2015) — flexão de joelho em posição prona, carga moderada (60–70% 1RM), amplitude 0°–120°.

Músculos primários

Bíceps femoral (cabeça longa) (primário — biarticular; flex. joelho e ext. quadril)
~91%
Semimembranoso (primário — biarticular; medial posterior)
~88%
Semitendinoso (primário — biarticular; medial posterior; inserção "pata de ganso")
~85%
Bíceps femoral (cabeça curta) (primário — monoarticular; só flexão do joelho)
~78%

Músculos sinergistas

Gastrocnêmio (medial e lateral) (sinergista — biarticular; contribui com flexão do joelho)
~45%
Poplíteo (sinergista — desbloqueio inicial do joelho; rotação medial)
~30%
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Anatomia dos isquiotibiais

Os isquiotibiais (posteriores de coxa) formam o grupo muscular mais importante para a estabilidade do joelho e uma das principais fontes de força de extensão do quadril. São três músculos biarticulares (cruzam dois joints) e um monoarticular:

Bíceps femoral (cabeça longa): Origina-se na tuberosidade isquiática e insere-se na cabeça da fíbula. É o isquiotibial lateral — realiza rotação lateral da perna durante a flexão do joelho. A cabeça longa é biarticular e é especialmente ativada em posições de maior extensão de quadril (como na flexora horizontal).
Semimembranoso e semitendinoso: Originam-se na tuberosidade isquiática (medialmente ao bíceps femoral) e inserem-se na face medial da tíbia. São os isquiotibiais mediais — realizam rotação medial da perna. O semitendinoso tem tendão longo e é frequentemente colhido como enxerto em cirurgias de LCA. Ambos são biarticulares e altamente ativados na flexora horizontal.
Bíceps femoral (cabeça curta): Único isquiotibial monoarticular — origina-se na linha áspera do fêmur e insere-se na cabeça da fíbula. Por não cruzar o quadril, não é afetado pela posição do quadril e contribui igualmente na flexora horizontal e na flexora sentada.
Biarticulares e relação comprimento-tensão: Por cruzarem dois joints (quadril e joelho), os isquiotibiais biarticulares apresentam relação comprimento-tensão dependente da posição simultânea do quadril. Quando o quadril está estendido (como na posição prona), os isquiotibiais biarticulares são alongados na origem (tuberosidade isquiática), operando em maior comprimento total e, portanto, maior capacidade de produção de força.
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Posição prona: vantagem biomecânica

Comprimento ativo dos isquiotibiais — posição prona vs. sentada: A relação comprimento-tensão muscular (curva L-T) estabelece que um músculo produz força máxima em um comprimento ótimo de sarcômero, tipicamente ligeiramente maior que o comprimento de repouso. Em posição prona (quadril estendido ~0°), os isquiotibiais biarticulares estão em comprimento maior do que em posição sentada (quadril fletido ~90°). Lunnen et al. (1981) demonstraram que a força máxima de flexão de joelho é significativamente maior com o quadril estendido do que fletido — confirmando a vantagem da posição prona para o treinamento de isquiotibiais.
Ativação EMG na posição prona: Tsaklis et al. (2015) compararam a ativação dos isquiotibiais em posição prona e sentada e encontraram maior ativação do bíceps femoral (cabeça longa) e semimembranoso na posição prona. O semitendinoso apresentou ativação similar entre as posições. A posição prona apresenta vantagem especialmente para as fibras biarticulares, que são as maiores e mais hipertrofiáveis do grupo.
Encurtamento do reto femoral: Na posição prona, o reto femoral (quadríceps biarticular) está em posição de maior encurtamento (quadril estendido). Isso cria uma tensão passiva no mecanismo extensor do joelho que pode aumentar a resistência ao movimento e o desconforto no joelho. Praticantes com tensão excessiva do quadríceps (reto femoral encurtado) podem sentir mais desconforto na flexora horizontal do que na sentada — neste caso, a sentada é preferida até que a flexibilidade do quadríceps seja corrigida.
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Horizontal vs. sentada: comparação científica

Flexora horizontal — vantagens: Maior ativação dos isquiotibiais biarticulares (bíceps femoral longa, semimembranoso, semitendinoso) por maior comprimento de trabalho. Menor pressão sobre os discos intervertebrais lombares (posição prona distribui melhor a carga). Maior conforto para praticantes com problemas de coluna lombar em flexão.
Flexora sentada — vantagens: Maior especificidade funcional (os isquiotibiais trabalham em flexão de quadril durante a corrida e o salto). A versão sentada (quadril fletido) é mais próxima da posição dos isquiotibiais durante o swing do sprint — quando a porção posterior da coxa controla a extensão do joelho com o quadril fletido. Maior facilidade de execução e menor desconforto patelofemoral em praticantes com reto femoral encurtado.
Complementaridade: A literatura não sugere que uma variação substitua a outra. A flexora horizontal maximiza o comprimento de trabalho dos isquiotibiais biarticulares; a flexora sentada é mais funcional para as posições de quadril fletido encontradas no esporte. Programas completos de posterior de coxa incluem ambas as variações para desenvolvimento integral e balanceado do grupo muscular.
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Regulagem do equipamento

  1. 1
    Ajuste do início de movimento: Regular o apoio de pernas para que, na posição inicial (joelhos estendidos), o rolo acolchoado posicione-se aproximadamente sobre os tendões do calcâneo (Aquiles), acima do tornozelo. Esta posição otimiza a alavanca de força sobre o joelho.
  2. 2
    Posicionamento no banco: deitar de bruços com o quadril na borda do banco e os joelhos levemente além da borda. O quadril deve estar em extensão completa ou próximo a ela — não deixar a pelve elevar do banco.
  3. 3
    Carga: iniciar com carga que permita 12–15 repetições em amplitude completa, sem elevar o quadril no pico de flexão. A elevação do quadril é o compensação mais comum e indica carga excessiva ou inflexibilidade do reto femoral.
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Execução e técnica

  1. 1
    Posição inicial: deitado de bruços, quadril em extensão, joelhos estendidos, tornozelos posicionados sob o rolo acolchoado. Prender suavemente as alças laterais para estabilizar o tronco. Core levemente ativado.
  2. 2
    Fase concêntrica (2 s): flexionar os joelhos trazendo os calcanhares em direção aos glúteos. O quadril deve permanecer em contato com o banco — não elevar o quadril para "ajudar" o movimento. Focar na contração dos isquiotibiais.
  3. 3
    Pico de flexão (1 s): manter com calcanhares próximos aos glúteos, isquiotibiais contraídos. Expirar neste ponto. A amplitude máxima é aproximadamente 120–130° de flexão.
  4. 4
    Fase excêntrica (3 s): estender os joelhos de volta à posição inicial de forma lenta. Esta fase excêntrica é especialmente relevante na flexora horizontal — os isquiotibiais trabalham de forma excêntrica controlando a extensão, posição similar à que ocorre durante a desaceleração no sprint (quando os isquiotibiais controlam a extensão do joelho que poderia causar distensão).
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Isquiotibiais e prevenção de lesões do LCA

Isquiotibiais como protetores do LCA: Os isquiotibiais protegem o LCA ao gerar força de translação posterior da tíbia (oposta à força de translação anterior que tensiona o LCA). Durante atividades que carregam o LCA (aterrissagem, mudança de direção), isquiotibiais fortes e bem treinados co-contraem com o quadríceps, reduzindo a tensão sobre o ligamento. Hewett et al. (1999) demonstraram que programas que fortalecem os isquiotibiais reduzem a incidência de lesões de LCA em atletas femininas em até 72%.
Ratio IQ/Quad — balanceamento muscular: A relação de força isquiotibial/quadríceps (ratio IQ) é um indicador de risco de lesão. O ratio ideal varia conforme a velocidade de contração, mas em contração isocinética a 60°/s, valores <0,60 (isquiotibial <60% do quadríceps) são associados a maior risco de lesão. A flexora horizontal é um dos exercícios mais eficientes para fortalecer isquiotibiais e melhorar este ratio.
Excêntrica e prevenção de distensões: Distensões dos isquiotibiais (músculo posterior de coxa) são as lesões musculares mais comuns no futebol, corrida e esportes de velocidade. Elas ocorrem durante a fase excêntrica dos isquiotibiais — exatamente a fase trabalhada na descida controlada da flexora horizontal. Programas com ênfase excêntrica (tempo de 3–5 s na descida) reduzem a incidência de distensões de isquiotibiais.
Nordic Hamstring Exercise (NHE): O NHE é o exercício excêntrico mais estudado para prevenção de distensões isquiotibiais. Van Dyk et al. (2019) demonstraram redução de 51% na incidência de lesões com programas de NHE. A flexora horizontal, com ênfase na fase excêntrica, oferece uma alternativa controlada ao NHE para praticantes que ainda não têm força suficiente para o NHE completo.
09

Referências científicas

  1. Lunnen, J.D., Yack, J., & LeVeau, B.F. (1981). Relationship between muscle length, muscle activity, and torque of the hamstring muscles. Physical Therapy, 61(2), 190–195. PMID: 7465258.
  2. Tsaklis, P., Malliaropoulos, N., Mendiguchia, J., et al. (2015). Muscle and intensity based hamstring exercise classification in elite female track and field athletes. Open Access Journal of Sports Medicine, 6, 209–217. PMID: 26124683.
  3. Hewett, T.E., Lindenfeld, T.N., Riccobene, J.V., & Noyes, F.R. (1999). The effect of neuromuscular training on the incidence of knee injury in female athletes. American Journal of Sports Medicine, 27(6), 699–706. PMID: 10569353.
  4. Van Dyk, N., Behan, F.P., & Whiteley, R. (2019). Including the Nordic hamstring exercise in injury prevention programmes halves the rate of hamstring injuries: a systematic review and meta-analysis. British Journal of Sports Medicine, 53(21), 1362–1370. PMID: 31097467.
  5. Schoenfeld, B.J., Contreras, B., Tiryaki-Sonmez, G., et al. (2015). Regional differences in muscle activation during hamstrings exercise. Journal of Strength and Conditioning Research, 29(1), 159–164. PMID: 24736773.
  6. Kellis, E., & Baltzopoulos, V. (1999). The effects of the antagonist muscle force on intersegmental loading during isokinetic efforts of the knee extensors. Journal of Biomechanics, 32(1), 19–25. PMID: 10050942.
  7. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  8. Chumanov, E.S., Heiderscheit, B.C., & Thelen, D.G. (2007). The effect of speed and influence of individual muscles on hamstring mechanics during the swing phase of sprinting. Journal of Biomechanics, 40(16), 3555–3562. PMID: 17706228.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina flexora deitada (horizontal). Trabalha os músculos posteriores da coxa na flexão de joelho.

O rolo de apoio dos tornozelos e o suporte são reguláveis para alinhar o movimento à articulação do joelho.

Deite-se de bruços, ajuste o rolo, selecione a carga na bateria de peso e flexione os joelhos de forma controlada, sem usar impulso.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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