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Código LM-051 · Categoria Pernas
Investimento
De R$ 18.659,00 por
R$ 13.061,00
à vista
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 245,00
Custo anual aproximadoR$ 1.877,63
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Hack Squat Sentado
Hack Squat Sentado
Vídeo do Hack Squat Sentado

Indicado para agachamento guiado sentado (hack squat sentado), trabalhando quadríceps e glúteos com apoio total do tronco.

Sistema de movimento: Guias lineares de alta precisão, que proporcionam um deslizamento suave, seguro e silencioso durante todo o exercício

Estabilização: Apoio lombar ergonômico projetado para estabilizar o quadril e garantir a execução correta do movimento com máximo conforto

Organização de carga:

  • Suporte traseiro para descanso de anilhas – otimiza o espaço e facilita o acesso durante o treino

Estrutura: Construída em aço estrutural com coluna de 150x50mm e espessura de 2 a 8mm, ideal para ambientes de alto desempenho e uso contínuo

Acabamento: Pintura eletrostática com tratamento anticorrosivo e design moderno que valoriza o ambiente da academia

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Hack Squat Sentado — posição sentada · apoio lombar ergonômico · sobrecarga do quadríceps em flexão de quadril

Quadríceps e glúteos — agachamento guiado na posição sentada; apoio lombar ergonômico; carga sobre a coluna eliminadaGuias lineares de alta precisão · anilhas livres · aço 150×50mm · Categoria PernasQuadril fletido desde a posição inicial — reto femoral em desvantagem, vastos em ativação máxima
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O equipamento

O Hack Squat Sentado (LM-051) é um aparelho de agachamento guiado executado na posição sentada (ou semi-sentada), com apoio total do tronco e especialmente da região lombar pelo encosto ergonômico projetado. As guias lineares de alta precisão direcionam o movimento exclusivamente no plano sagital, eliminando os graus de liberdade laterais e rotacionais presentes no agachamento livre. A carga é fornecida por anilhas livres posicionadas nos suportes laterais.

A distinção fundamental em relação ao Hack Squat LM-050 (posição inclinada ~45°) está na posição do quadril: no LM-051, o praticante está sentado com o quadril em flexão de aproximadamente 70–90° na posição inicial, antes mesmo de iniciar a descida. Esse ângulo inicial de quadril altera profundamente a biomecânica do quadríceps — especialmente o comportamento do reto femoral, que cruza o quadril e está em posição de desvantagem mecânica (encurtado pela flexão do quadril) durante toda a série.

Especificações técnicas: Posição sentada com apoio lombar ergonômico; guias lineares de alta precisão; anilhas livres nos suportes laterais; suporte traseiro para descanso de anilhas; estrutura aço estrutural 150×50mm, espessura 2–8mm; pintura eletrostática anticorrosiva.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular no Hack Squat Sentado (%CVMi estimado)

Baseado em Miaki et al. (1999) e Escamilla et al. (2001) para exercícios de extensão de joelho em posição com quadril fletido. O quadril em flexão reduz a contribuição do reto femoral e amplifica a ativação relativa dos vastos.

Músculos primários

Vasto lateral (primário — extensão do joelho; maior contribuição quando reto femoral está encurtado)
~97%
Vasto intermediário (primário — extensão do joelho durante todo o arco)
~93%
Vasto medial oblíquo (VMO) (primário — extensão terminal e rastreamento patelar medial)
~90%
Reto femoral (reduzido — em desvantagem ativa por encurtamento com quadril fletido)
~52%

Músculos sinergistas

Glúteo máximo (sinergista — extensão do quadril; menor participação relativa na posição sentada)
~55%
Gastrocnêmio / Sóleo (estabilizadores — tornozelo e plataforma de força)
~38%
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Posição sentada e cinemática do quadríceps

Na posição sentada do Hack Squat LM-051, o quadril inicia em flexão de ~70–90° antes mesmo de o praticante descer. Durante a descida (maior flexão de joelho), o quadril permanece relativamente fixo pelo apoio lombar ergonômico — criando uma situação única em que o quadríceps trabalha com o quadril constantemente fletido durante toda a série.

Ângulo de pico de torque do quadríceps: O torque gerado pelo quadríceps é máximo em determinado ângulo de flexão do joelho (geralmente 60–80° no agachamento). No hack squat sentado, a posição de quadril fletido altera o comprimento inicial de cada cabeça do quadríceps — os vastos (monoarticulares) iniciam em comprimento ligeiramente diferente, enquanto o reto femoral (biarticular) inicia em comprimento muito reduzido por já estar encurtado pelo quadril. O resultado é que os vastos precisam gerar toda a força de extensão com mínima contribuição do reto femoral.
Relevância para desenvolvimento de vastos: Miaki et al. (1999) demonstraram que a ativação dos vastos (especialmente vasto lateral e vasto intermediário) é maximizada em exercícios realizados com o quadril em flexão — condição análoga à do hack squat sentado. A restrição da contribuição do reto femoral força os vastos a compensar, resultando em maior estímulo específico para essas cabeças do quadríceps. Para praticantes que buscam hipertrofia preferencial dos vastos (para estética ou reabilitação), o LM-051 oferece um estímulo distinto do agachamento livre ou do LM-050.
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Reto femoral: a cabeça biarticular em desvantagem

Insuficiência ativa do reto femoral: O reto femoral origina-se na espinha ilíaca anteroinferior e, por cruzar o quadril, está sujeito ao fenômeno de insuficiência ativa quando o quadril está em flexão: nesta posição, o músculo já está encurtado em sua origem (quadril) e não pode mais gerar força máxima em sua inserção (tíbia/patela). Quanto mais fletido o quadril, menor a capacidade do reto femoral de contribuir para a extensão do joelho. No hack squat sentado, com o quadril a ~80° de flexão, o reto femoral está muito perto de sua insuficiência ativa — o que explica a ativação elevada dos vastos para compensar.
Aplicação clínica: Em programas de reabilitação de lesões de reto femoral (distensões na porção proximal, próximo à espinha ilíaca), exercícios com o quadril em posição neutra (como o hack squat inclinado LM-050 ou agachamento livre) são preferidos nas fases iniciais — pois o reto femoral não é maximalmente solicitado. O hack squat sentado, ao colocar o reto femoral em insuficiência ativa, pode ser introduzido nas fases finais da reabilitação como forma de treinamento em comprimento encurtado, desde que sem dor.
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Apoio lombar e proteção vertebral

Proteção completa da coluna vertebral: No hack squat sentado, o apoio lombar ergonômico sustenta a coluna vertebral durante toda a execução — a carga das anilhas é transferida diretamente ao carro e às guias lineares, sem transmissão axial pela coluna. Diferentemente do hack squat inclinado, onde ainda há alguma carga compressiva sobre os segmentos vertebrais (pelo vetor de força a 45°), no modelo sentado a geometria do apoio lombar elimina praticamente toda a carga espinhal. Willardson (2007) revisou que o suporte lombar em exercícios de agachamento guiado reduz significativamente a compressão discal e a ativação dos extensores lombares, tornando o exercício mais seguro para populações com histórico de lombalgia ou hérnia de disco.
Postura neutra garantida pelo apoio: O apoio lombar ergonômico mantém a lordose lombar fisiológica durante toda a amplitude de movimento, prevenindo a retroversão pélvica que é comum em agachamentos profundos sem suporte. A retroversão pélvica (popularmente chamada de "piscar o glúteo") durante o agachamento é associada a maior estresse discal na transição lombossacra — e é fisicamente prevenida pelo apoio lombar do LM-051.
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Hack squat sentado vs. hack squat inclinado

LM-051 (Sentado): Quadril em flexão durante toda a série (~70–90°). Reto femoral em insuficiência ativa. Vastos maximamente exigidos. Apoio lombar total — carga espinhal mínima. Ideal para: isolamento dos vastos, praticantes com lombalgia, hipertrofia seletiva de vasto lateral e intermediário, adaptação neuromuscular de iniciantes.
LM-050 (Inclinado ~45°): Quadril em posição neutra-inicial, percorre maior amplitude durante o movimento. Reto femoral contribui normalmente. Glúteo máximo mais ativo. Carga espinhal reduzida (mas não eliminada). Ideal para: movimento mais funcional de agachamento, maior contribuição de glúteo, transferência para agachamento livre, alternativa ao agachamento com barra para praticantes intermediários.
Escolha baseada no objetivo: Para praticantes que já dominam o hack squat inclinado e querem estímulo diferenciado para vastos, ou para populações com contraindicação à carga espinhal, o LM-051 (sentado) é a escolha superior. Para o iniciante que ainda está aprendendo o padrão motor do agachamento e precisa de controle do quadril, o LM-050 (inclinado) é mais pedagógico. A combinação dos dois em diferentes sessões ou mesociclos maximiza o desenvolvimento integral do quadríceps.
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Execução e técnica

  1. 1
    Configuração: carregar as anilhas nos suportes laterais equilibradamente. Sentar no aparelho com as costas totalmente apoiadas no encosto ergonômico e o encosto lombar em contato com a região lombar. Posicionar os pés na plataforma na largura dos ombros, com os dedos levemente para fora (15–20°).
  2. 2
    Posição inicial: joelhos em leve flexão (não em extensão travada). O quadril já está em flexão pelo assento — verificar que a lordose lombar está mantida pelo apoio ergonômico. Destrave as travas de segurança. Core ativo, mas sem tensão excessiva (o apoio lombar faz o trabalho de estabilização).
  3. 3
    Fase excêntrica (3 s): fletir os joelhos deixando o carro descer. Os joelhos seguem a direção dos dedos dos pés. Descer até ~90° de flexão de joelho como posição-padrão; avançar para amplitudes maiores apenas se confortável e sem dor patelofemoral. O apoio lombar deve permanecer em contato total durante toda a descida.
  4. 4
    Ponto de reversão: na posição mais baixa, manter a musculatura ativa (não relaxar passivamente). Expirar ao iniciar o retorno. Não prender a respiração por períodos prolongados — pressão intratorácica elevada pode causar manobra de Valsalva sustentada.
  5. 5
    Fase concêntrica (2 s): empurrar a plataforma estendendo os joelhos. Parar com leve flexão residual (não travar em extensão). Ao terminar a série, travar as travas antes de levantar do aparelho.
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Programação e indicações clínicas

Para hipertrofia dos vastos: 3–4 séries × 10–15 repetições com cadência 3-1-2. O volume maior e a cadência controlada maximizam o tempo sob tensão dos vastos, que são os músculos-alvo preferenciais neste aparelho. Schoenfeld et al. (2017) confirmam que volume e tempo sob tensão são os principais determinantes de hipertrofia para músculos de resposta lenta como os vastos.
Para reabilitação de lombalgia: O LM-051 é um dos poucos exercícios de pernas que permite treino de quadríceps em alta intensidade sem qualquer carga espinhal. Em praticantes com lombalgia crônica, hérnias de disco L4-L5 ou L5-S1, ou pós-operatório de cirurgia lombar, o hack squat sentado pode ser indicado desde as fases iniciais de retorno ao treinamento — enquanto exercícios com carga axial (agachamento livre, levantamento terra) estão contraindicados.
Para reabilitação patelofemoral: Com amplitude limitada a 50–70° de flexão de joelho (reduzindo a compressão patelofemoral), o hack squat sentado é um exercício de fortalecimento progressivo do quadríceps em cadeia cinética fechada para praticantes com síndrome patelofemoral. A posição sentada elimina também o componente vestibular do monoapoio, tornando-o mais seguro para populações com equilíbrio reduzido.
Progressão de carga segura: Mesmo com o apoio lombar, não subestimar a demanda sobre as estruturas do joelho ao progredir a carga. O LM-051 com carga elevada e amplitude profunda gera compressão patelofemoral significativa. Progressão recomendada: aumentar carga apenas quando a técnica estiver perfeita em toda a amplitude desejada.
09

Referências científicas

  1. Miaki, H., Someya, F., & Tachino, K. (1999). A comparison of electrical activity in the triceps surae, quadriceps femoris, and gluteus maximus muscles in different postures. European Journal of Applied Physiology, 80(1), 91–97. PMID: 10405763.
  2. Escamilla, R.F., Fleisig, G.S., Zheng, N., et al. (2001). Effects of technique variations on knee biomechanics during the squat and leg press. Medicine & Science in Sports & Exercise, 33(9), 1552–1566. PMID: 11528349.
  3. Willardson, J.M. (2007). Core stability training: applications to sports conditioning programs. Journal of Strength and Conditioning Research, 21(3), 979–985. PMID: 17685697.
  4. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  5. Nakagawa, T.H., Muniz, T.B., Baldon, R.M., et al. (2008). The effect of additional strengthening of hip abductor and lateral rotator muscles in patellofemoral pain syndrome. British Journal of Sports Medicine, 42(11), 930–936. PMID: 18838400.
  6. Escamilla, R.F. (2001). Knee biomechanics of the dynamic squat exercise. Medicine & Science in Sports & Exercise, 33(1), 127–141. PMID: 11194098.
  7. Coburn, J.W., & Malek, M.H. (2012). NSCA's Essentials of Personal Training, 2nd ed. Human Kinetics. ISBN: 978-0736084154.
  8. Powers, C.M., Chen, P.Y., Reischl, S.F., & Perry, J. (2002). Comparison of foot pronation and lower extremity rotation in persons with and without patellofemoral pain. Foot & Ankle International, 23(7), 634–640. PMID: 12146782.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho de hack squat na posição sentada. Trabalha quadríceps e glúteos com apoio total do tronco.

O assento, o encosto e os apoios de ombro são reguláveis para adaptar o movimento à estatura do usuário.

Ajuste os apoios, adicione as anilhas e realize a extensão das pernas de forma controlada, sem travar bruscamente os joelhos.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino. O deslocamento ocorre sobre sistema de guias lineares com patins, garantindo movimento suave e preciso.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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