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Código LM-052 · Categoria Pernas
Investimento
De R$ 18.659,00 por
R$ 13.061,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 245,00
Custo anual aproximadoR$ 1.877,63
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Leg Press 45 Graus
Leg Press 45 Graus
Leg Press 45 Graus
Leg Press 45 Graus
Leg Press 45 Graus
Vídeo do Leg Press 45 Graus

Indicado para leg press a 45 graus, trabalhando quadríceps, glúteos e posteriores de coxa; a posição dos pés permite variar a ênfase entre os grupos musculares.

Sistema de movimento: Guias lineares de alta precisão, que garantem deslizamento suave e silencioso durante o exercício

Ajustes de conforto: Encosto com 4 níveis de regulagem, adaptando-se a diferentes biotipos e posições de treino

Organização de carga:

  • 4 anilheiros laterais para armazenamento de anilhas
  • Suporte adicional para descanso de anilhas fora de uso

Segurança: Trava de segurança central de fácil acesso, garantindo proteção durante o treino


Estrutura: Construída com tubo de 150x50mm e espessura de 2 a 8mm – alta resistência e durabilidade para uso intenso


Acabamento: Pintura eletrostática e detalhes de alto padrão, combinando robustez com design moderno

Outras Especificações

Largura

1,50 m

Altura

1,50 m

Comprimento

2,70 m

Peso

120Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Leg Press 45 Graus — plataforma diagonal · alta carga absoluta · quadríceps glúteos e posteriores

Quadríceps, glúteos e isquiotibiais — leg press na diagonal 45°; posição dos pés determina ênfase muscularGuias lineares · anilhas livres · encosto 4 regulagens · trava central · 120 kg · Categoria PernasMaior carga absoluta possível para membros inferiores; menor carga espinhal do que agachamento livre
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O equipamento

O Leg Press 45 Graus (LM-052) é um aparelho de pressão de membros inferiores em que a plataforma de pés e o carro de apoio do tronco deslizam em guias lineares na diagonal de 45°. O praticante é reclinado em ângulo aproximado de 45° com a horizontal, com as costas totalmente apoiadas no encosto (com 4 níveis de regulagem) e os pés posicionados na plataforma. A carga é fornecida por anilhas livres posicionadas em 4 anilheiros laterais.

A inclinação de 45° é a configuração clássica e mais difundida do leg press, pois oferece um equilíbrio entre a carga efetiva sobre os membros inferiores e a posição confortável do tronco. O vetor de força resultante (combinando o peso das anilhas e a força gravitacional) cria um torque de flexão de joelho e quadril que é bem distribuído entre quadríceps, glúteos e isquiotibiais — com a posição exata dos pés na plataforma determinando qual grupo muscular recebe mais ênfase relativa.

Especificações técnicas: Guias lineares de alta precisão; encosto com 4 níveis de regulagem; plataforma de pés larga; 4 anilheiros laterais + suporte adicional para anilhas; trava de segurança central de fácil acesso; tubo estrutural 150×50mm, espessura 2–8mm; pintura eletrostática; dimensões 1,50×2,70×1,50m; peso do equipamento 120 kg.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular no Leg Press 45° (%CVMi estimado)

Baseado em Escamilla et al. (2001) e Contreras et al. (2016). Pés posicionados na altura média, largura dos ombros, carga moderada (70% 1RM), amplitude de 90° de flexão de joelho.

Músculos primários

Vasto lateral (primário — extensão do joelho; maior contribuição durante todo o arco)
~93%
Reto femoral (primário — biarticular; mais ativo que no hack squat sentado)
~88%
Vasto medial / VMO (primário — extensão terminal do joelho)
~85%
Glúteo máximo (sinergista — extensão de quadril durante a fase concêntrica)
~68%
Isquiotibiais (sinergistas — co-ativação como estabilizadores do joelho)
~55%
Gastrocnêmio / Sóleo (estabilizadores — tornozelo e transmissão de força para plataforma)
~42%
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Biomecânica do leg press 45°

Inclinação de 45° e componentes de força: No leg press a 45°, o peso das anilhas atua verticalmente (força gravitacional). O carro se move em diagonal a 45°, o que significa que o componente de força que o praticante realmente precisa vencer é o peso × cos(45°) = peso × 0,707. Em termos práticos: 100 kg de anilhas equivalem a ~70,7 kg de resistência efetiva. Isso permite que o praticante carregue mais anilhas do que conseguiria no agachamento livre com a mesma percepção de esforço, e explica por que os números no leg press são tipicamente mais altos do que no agachamento.
Carga espinhal reduzida: A principal vantagem do leg press em relação ao agachamento livre é a eliminação da carga compressiva axial sobre a coluna vertebral. No agachamento livre, a barra sobre os ombros cria forças de compressão nos discos intervertebrais que aumentam progressivamente com a carga. No leg press a 45°, as costas estão apoiadas no encosto e a força de reação vai diretamente ao encosto e à estrutura — a coluna não sustenta a carga das anilhas. Willardson (2007) demonstrou que isso reduz significativamente a ativação dos extensores lombares e a compressão discal.
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Posição dos pés e ênfase muscular

Modulação muscular pela posição dos pés: A plataforma larga do LM-052 permite configurações distintas que alteram a distribuição de carga entre os músculos:
Pés baixos e estreitos: Maior flexão do joelho em relação ao quadril ? maior ativação do quadríceps (especialmente VMO e vasto lateral). Menor ativação de glúteo. Maior compressão patelofemoral em amplitudes profundas. Indicado para: ênfase no quadríceps, bodybuilders em fase de definição de perna.
Pés altos e afastados (com dedos a 30–45°): Maior flexão do quadril em relação ao joelho ? maior ativação de glúteo máximo e isquiotibiais. Menor compressão patelofemoral. Amplitudes mais profundas são mais confortáveis. Indicado para: ênfase em glúteo e posteriores de coxa, praticantes com síndrome patelofemoral.
Pé único (unilateral): Detectar e corrigir assimetrias. Reduzir a carga para metade aproximadamente. O leg press unilateral é um exercício eficaz para identificar diferenças entre membros e pode ser usado em programas de prevenção e reabilitação de lesões de membros inferiores.
Amplitude e tendão calcâneo: Amplitudes muito profundas (joelho ultrapassando 120°+ de flexão) com carga elevada podem sobrecarregar o tendão calcâneo e os meniscos. Manter sempre calcanhares em contato com a plataforma — calcanhares elevados indicam limitação de dorsiflexão do tornozelo e compensação incorreta.
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Capacidade de carga e mecanismo de força

Por que o leg press permite cargas tão elevadas: Três fatores combinados explicam as cargas extremamente altas no leg press comparadas ao agachamento. Primeiro, a geometria (cos 45° ? 0,707) reduz a resistência efetiva. Segundo, o encosto elimina a demanda de estabilização do tronco pelos extensores lombares e quadrado lombar — músculos que limitam a carga no agachamento muito antes do quadríceps e glúteo. Terceiro, os membros inferiores (quadríceps + glúteo + isquiotibiais + gastrocnêmio) têm área de secção transversa fisiológica total muito maior do que qualquer músculo axial, gerando potencial de força absoluta enorme quando isolados. O leg press a 45° é, por design, o exercício que permite expressar mais próximo do potencial máximo de força dos membros inferiores.
Presença de trava de segurança central: A trava central de fácil acesso do LM-052 é fundamental para segurança. Em exercícios com cargas elevadas, uma falha muscular repentina sem a trava pode resultar em lesão grave por compressão de joelho e quadril. A trava deve ser acionada sempre que o praticante precisar pausar entre séries ou ao sair do aparelho — e nunca confiar apenas na contenção muscular.
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Cinemática do joelho e segurança articular

Forças tibiofemorais e patelofemoais: Escamilla et al. (2001) compararam as forças no joelho durante o leg press e o agachamento. O leg press a 45° produziu menor força de cisalhamento anterior (tensão no LCA) do que o agachamento livre — mas forças de compressão patelofemoral similares ou levemente maiores em amplitudes profundas. O risco principal no leg press não é o LCA, mas a articulação patelofemoral em amplitudes excessivas com alta carga.
Amplitude segura recomendada: Para a maioria dos praticantes, a amplitude de 60–90° de flexão do joelho é a zona de maior eficiência mecânica e menor risco articular no leg press a 45°. Amplitudes maiores que 100–110° aumentam progressivamente a compressão patelofemoral. Para praticantes com condromalácia patelar, a amplitude deve ser limitada a 60–80° e a carga reduzida até que os sintomas estejam controlados.
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Execução e técnica

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    Configuração: ajustar o encosto (4 posições disponíveis) para que, com os pés na plataforma, os joelhos fiquem com ~90° de flexão na posição inicial (antes de descer mais). Carregar as anilhas equilibradamente nos 4 anilheiros laterais. Destravar a trava central.
  2. 2
    Posicionamento dos pés: escolher a posição de acordo com o objetivo (pés baixos-estreitos para quadríceps; pés altos-afastados para glúteo). Calcanhares em contato total com a plataforma. Dedos dos pés apontam na mesma direção dos joelhos.
  3. 3
    Fase excêntrica (3 s): descer a plataforma flexionando os joelhos. Os joelhos seguem a linha dos dedos dos pés. Manter a região lombar em contato com o encosto — se a lombar se destacar do encosto, a amplitude é excessiva para aquela carga. Descer até o ângulo desejado de forma controlada.
  4. 4
    Ponto de reversão: na posição mais baixa, manter a tensão muscular. Não "sentar" passivamente com a carga. Expirar ao iniciar o retorno (evitar manobra de Valsalva prolongada com cargas muito elevadas).
  5. 5
    Fase concêntrica (2 s): empurrar a plataforma estendendo joelhos e quadril simultaneamente. Parar antes da extensão completa (manter ~10° de flexão residual do joelho). Ao terminar a série, acionar a trava de segurança central antes de qualquer outra ação.
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Programação e variações

Como exercício principal de perna: O leg press a 45° pode ser o exercício central de membros inferiores para praticantes com limitações no agachamento livre (lombalgia, dificuldade de mobilidade, joelho instável). 4–5 séries × 6–15 repetições dependendo do objetivo (força ou hipertrofia). Schoenfeld et al. (2017): 10–20 séries semanais por grupo muscular para hipertrofia.
Drop set e técnicas avançadas: O leg press a 45° com anilhas é ideal para drop sets (retirar anilhas entre séries sem descanso) por ser fácil de descarregar rapidamente com 4 anilheiros. Ao atingir a falha muscular, um parceiro retira uma placa de cada lado e o praticante continua — técnica eficaz para hipertrofia de membros inferiores em estágios avançados.
Compatibilidade com lesões de joelho: Ariel (1974) e estudos posteriores estabeleceram que o leg press com amplitude controlada (0–90°) é um exercício seguro para praticantes em reabilitação pós-reconstrução do LCA — especialmente quando executado com pés altos na plataforma (para reduzir a tensão anterior na tíbia). Embora não substitua a avaliação e prescrição fisioterapêutica, o leg press é consistentemente recomendado como exercício de fortalecimento em cadeia cinética fechada no período de retorno à musculação.
Complementação necessária: Por proteger a coluna mas não desenvolver a estabilização do core, o leg press a 45° não deve ser o único exercício de membros inferiores no programa. A longo prazo, a ausência de exercícios de cadeia cinética fechada com demanda postural (agachamento, avanço) pode resultar em desequilíbrio de desenvolvimento entre a musculatura dos membros inferiores e a musculatura estabilizadora do tronco.
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Referências científicas

  1. Escamilla, R.F., Fleisig, G.S., Zheng, N., et al. (2001). Effects of technique variations on knee biomechanics during the squat and leg press. Medicine & Science in Sports & Exercise, 33(9), 1552–1566. PMID: 11528349.
  2. Contreras, B., Vigotsky, A.D., Schoenfeld, B.J., et al. (2016). A comparison of two gluteus maximus EMG maximum voluntary isometric contraction positions. PeerJ, 4, e1791. PMID: 27099800.
  3. Willardson, J.M. (2007). Core stability training: applications to sports conditioning programs. Journal of Strength and Conditioning Research, 21(3), 979–985. PMID: 17685697.
  4. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  5. Wilk, K.E., Escamilla, R.F., Fleisig, G.S., et al. (1996). A comparison of tibiofemoral joint forces and electromyographic activity during open and closed kinetic chain exercises. American Journal of Sports Medicine, 24(4), 518–527. PMID: 8827311.
  6. Ariel, B.G. (1974). Biomechanical analysis of the knee joint during deep knee bends with heavy load. In Nelson, R.C. & Morehouse, C.A. (Eds.), Biomechanics IV, 44–52. University Park Press.
  7. Escamilla, R.F. (2001). Knee biomechanics of the dynamic squat exercise. Medicine & Science in Sports & Exercise, 33(1), 127–141. PMID: 11194098.
  8. Lutz, G.E., Palmitier, R.A., An, K.N., & Chao, E.Y. (1993). Comparison of tibiofemoral joint forces during open-kinetic-chain and closed-kinetic-chain exercises. Journal of Bone and Joint Surgery (American), 75(5), 732–739. PMID: 8501092.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Leg press a 45 graus. Trabalha quadríceps, glúteos e posteriores de coxa empurrando a plataforma na diagonal.

A posição dos pés na plataforma e o encosto regulável permitem variar a ênfase entre quadríceps, glúteos e adutores.

Apoie as costas no encosto, adicione as anilhas, destrave e empurre a plataforma estendendo as pernas de forma controlada, sem travar os joelhos.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino. O deslocamento ocorre sobre sistema de guias lineares com patins, garantindo movimento suave e preciso.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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