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Código LM-020 · Categoria Glúteos
Investimento
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R$ 12.402,88
à vista
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 240,00
Custo anual aproximadoR$ 1.790,36
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Glúteo Horizontal Máquina
Glúteo Horizontal Máquina
Glúteo Horizontal Máquina
Glúteo Horizontal Máquina
Vídeo do Glúteo Horizontal Máquina

O usuário se apoia sobre os joelhos e o tronco no apoio, posiciona o pé sob a base da alavancao de apoio e estende o quadril empurrando para trás, com a carga selecionada por pino na torre de peso.

Indicado para extensão de quadril na horizontal (glúteo), trabalhando os glúteos com auxílio dos posteriores de coxa.

Sistema de extensão por cabos: movimentos suaves e controlados, garantindo segurança e precisão durante o exercício.

Capacidade de carga elevada: permite a instalação de bateria de pesos de até 150 kg, atendendo desde iniciantes até atletas avançados.

Transmissão com discos em PEAD (Polietileno de Alta Densidade): alta resistência ao desgaste, menor ruído e maior durabilidade.

Pintura eletrostática a pó: acabamento premium com alta resistência à corrosão e riscos.

Carenagem em MDF de 6 mm: proteção e acabamento moderno, com visual sofisticado.

Sistema de mancais: reduz o atrito e aumenta a vida útil dos componentes móveis, garantindo um movimento fluido e silencioso.

Outras Especificações

Bateria de Peso

80Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Glúteo Horizontal Máquina — extensão de quadril em quatro apoios · comprimento longo · glúteo máximo

Glúteo máximo — extensão de quadril horizontal unilateral em posição de joelhos; isquiotibiais como sinergistasSistema pin-loaded por cabos · PEAD · mancais · Categoria GlúteoPosição quadrúpede: quadril em ~90° de flexão inicial = comprimento máximo do glúteo máximo
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O equipamento

O Glúteo Horizontal Máquina (LM-020) é um aparelho de extensão de quadril na posição horizontal em quatro apoios (quadrúpede). O praticante se apoia com os joelhos e tronco na plataforma de apoio acolchoada, posiciona o pé dominante sob a base da alavanca articulada e realiza a extensão do quadril empurrando a perna para trás, com a resistência fornecida pela torre de peso selecionável por pino.

A posição quadrúpede (joelhos e tronco apoiados, quadril em ~90° de flexão inicial) é a característica biomecânica mais importante deste aparelho: coloca o glúteo máximo em comprimento próximo ao máximo no início do movimento, criando um estímulo de hipertrofia mediada por alongamento (stretch-mediated hypertrophy) que é distinto do perfil da elevação pélvica (hip thrust), onde o glúteo está em encurtamento ao longo do movimento. O sistema de transmissão por cabos garante tensão constante durante toda a amplitude de extensão do quadril.

Especificações técnicas: Posição quadrúpede — apoio em joelhos e tronco; extensão de quadril unilateral horizontal; sistema de transmissão por cabos; torre pin-loaded; discos de transmissão em PEAD; mancais de baixo atrito; estofamento Soft Touch Diamond; pintura eletrostática WEG; carenagem MDF 6mm.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na extensão horizontal de quadril (%CVMi estimado)

Baseado em Contreras et al. (2015) e Boren et al. (2011) para extensão de quadril em quadrúpede/kickback. Carga moderada (60–70% 1RM), amplitude completa.

Músculos primários

Glúteo máximo (fibras inferiores) (primário — extensão e rotação externa do quadril)
~93%
Glúteo máximo (fibras superiores) (primário — co-participa da extensão e abdução)
~78%

Músculos sinergistas

Bíceps femoral (cabeça longa) (sinergista — extensão de quadril biarticular)
~62%
Semimembranoso / Semitendinoso (sinergistas — extensores de quadril biarticulares)
~55%

Músculos estabilizadores

Eretor da espinha (lombar) (estabilizador — coluna lombar neutra durante o movimento)
~40%
Glúteo médio (perna de apoio) (estabilizador — pelve lateral durante monoapoio)
~38%
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Anatomia do glúteo máximo

O glúteo máximo é o maior músculo do corpo humano por volume e um dos mais potentes extensores do quadril. Origina-se na superfície posterior do ílio (atrás da linha glútea posterior), na superfície lateral do sacro e do cóccix, e no ligamento sacrotuberal. Insere-se na tuberosidade glútea do fêmur (porção inferior) e na trato iliotibial (porção superior). As fibras inferiores são as principais responsáveis pela extensão do quadril; as fibras superiores participam adicionalmente da abdução e rotação externa.

O músculo possui duas porções com inervação pelo nervo glúteo inferior (L5, S1, S2) e predominância de fibras do tipo II (contração rápida), tornando-o altamente responsivo ao treinamento de força. A área de secção transversa fisiológica do glúteo máximo é uma das maiores do corpo, com potencial de geração de força extremamente alto quando treinado adequadamente.

Divisão funcional das porções: Pesquisas com eletromiografia intramuscular (Worrell et al., 2001; Lehecka et al., 2012) demonstraram que a porção inferior do glúteo máximo é preferentemente recrutada em exercícios de extensão pura de quadril (como o kickback horizontal), enquanto a porção superior tem maior recrutamento em exercícios que combinam extensão com abdução (como o hip thrust com resistência de faixa lateral). Esta divisão funcional justifica a complementaridade entre o LM-020 (ênfase inferior) e exercícios de abdução (ênfase superior).
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Biomecânica da extensão horizontal

Movimento de extensão de quadril: No LM-020, o praticante em posição quadrúpede realiza a extensão do quadril a partir de ~90° de flexão até a posição neutra ou leve hiperextensão (~10–15°). Durante esse arco, o glúteo máximo encurta progressivamente enquanto o torque do quadril aumenta. O momento de força do glúteo máximo é máximo quando o fêmur está paralelo ao chão (aproximadamente 0° de extensão), pois é quando o braço de momento muscular é maior em relação ao eixo de rotação do quadril.
Papel dos isquiotibiais como sinergistas: Em exercícios de extensão de quadril com o joelho fletido (como o kickback horizontal), os isquiotibiais biarticulares contribuem com a extensão do quadril simultaneamente à extensão. Porém, com o joelho fletido, os isquiotibiais estão em posição de menor vantagem mecânica do que em extensão — isso resulta em maior contribuição relativa do glúteo máximo. Quanto mais fletido o joelho durante a extensão horizontal, maior a isolamento relativo do glúteo (por isso muitos protocolos realizam o movimento com joelho a 90°).
Tensão constante via cabos: O sistema de cabos do LM-020 mantém tensão durante toda a amplitude da extensão — diferente de aparelhos de alavanca simples, que têm tensão proporcional ao seno do ângulo e, portanto, próxima de zero no início do movimento (quando o glúteo ainda está em comprimento longo). A tensão desde os primeiros graus de extensão amplifica o estímulo de hipertrofia na fase de maior comprimento muscular, exatamente onde o estímulo de estiramento é mais poderoso.
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Ativação em comprimento longo

Hipertrofia mediada por estiramento: Maeo et al. (2021) demonstraram que exercícios realizados com o músculo em comprimento maior (posição de maior pré-estiramento) produzem maior hipertrofia do que exercícios no mesmo músculo em comprimento curto, com volume equivalente. No LM-020, o glúteo máximo inicia o movimento em comprimento próximo ao máximo (quadril a ~90° de flexão) — exatamente a condição que maximiza a hipertrofia mediada por estiramento. Isso é o oposto do hip thrust (LM-015 / LM-049), onde o glúteo está encurtado ao longo de grande parte do movimento.
Relação comprimento-tensão: A curva comprimento-tensão do glúteo máximo indica que a força máxima de contração ocorre em comprimento próximo ao comprimento de repouso (~1,0 Lo). Na posição quadrúpede com o quadril a 90° de flexão, o glúteo máximo está aproximadamente em 1,1–1,2 Lo — ou seja, ligeiramente além do comprimento de força ativa máxima, mas dentro da zona onde o componente passivo (titina e tecido conjuntivo) começa a contribuir com a força total, potencializando o estímulo de adaptação.
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Comparação com hip thrust

O LM-020 (extensão horizontal em quadrúpede) e os aparelhos de elevação pélvica (LM-015 e LM-049) são ambos focados no glúteo máximo, mas com perfis biomecânicos complementares e não intercambiáveis:

LM-020 — Glúteo Horizontal: Quadril inicia a 90° de flexão (comprimento longo do glúteo). Pico de torque no início-meio do movimento. Sistema de cabos garante tensão no comprimento longo. Unilateral — permite detectar assimetrias. Isquiotibiais em posição de menor vantagem mecânica (joelho fletido) = maior isolamento do glúteo. Ideal para: hipertrofia mediada por estiramento, desenvolvimento distal do glúteo, complementação ao hip thrust.
LM-015 / LM-049 — Elevação Pélvica: Quadril inicia de 90° de flexão e termina em extensão (glúteo encurtado no pico). Maior carga absoluta possível (estrutura bilateral com peso nas coxas ou torre de peso). Pico de EMG no glúteo documentado por Contreras et al. (2015) especialmente na fase final (quadril estendido). Ideal para: desenvolvimento de força absoluta, pico de ativação, transferência para movimentos de sprint e salto. Bilateral = maior carga, menor detecção de assimetrias.
Conclusão prática: Para desenvolvimento glúteo máximo completo, combinar ambos os padrões é superior a qualquer um isolado. Schoenfeld & Contreras (2014) argumentam que variar os ângulos de sobrecarga ao longo do curso de um programa produz hipertrofia mais uniforme e completa do que fixar um único exercício. LM-020 (fase de comprimento longo) + LM-015/049 (fase de encurtamento/máxima ativação EMG) = desenvolvimento glúteo completo ao longo de toda a curva de comprimento-tensão.
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Execução e técnica

  1. 1
    Posicionamento: apoiar os joelhos e o tronco no suporte acolchoado. Coluna em posição neutra (sem hiperlordose lombar excessiva). Quadril alinhado acima dos joelhos. Posicionar o pé ativo sob o apoio da alavanca — a pressão deve ser sentida no calcanhar/mediopé, não no tornozelo.
  2. 2
    Ativação inicial: antes de iniciar o movimento, contrair conscientemente o glúteo máximo. Verificar que a pelve está em posição neutra (nem antevertida nem retrovertida) para que o movimento seja puro de extensão de quadril, sem compensação lombar.
  3. 3
    Fase concêntrica (2 s): estender o quadril empurrando o pé para trás e para cima. A coxa deve ir de ~90° de flexão até a posição neutra (coxa alinhada com o tronco) ou leve hiperextensão de quadril (~10–15°). O joelho pode permanecer fletido a 90° para maior isolamento do glúteo. Expirar durante a fase concêntrica. Não jogar o quadril lateralmente ou rotacionar o tronco.
  4. 4
    Pico de extensão (1 s): manter contração isométrica do glúteo no pico de extensão. Verificar alinhamento da coluna — evitar hiperlordose lombar no final do movimento, que indica que o glúteo não está gerando toda a extensão e a lombar está compensando.
  5. 5
    Fase excêntrica (3 s): retornar a perna à posição inicial (quadril a ~90° de flexão) de forma lenta e controlada. Esta fase de retorno com o glúteo sob carga no comprimento longo é onde ocorre o maior estímulo de hipertrofia mediada por estiramento. Nunca soltar a carga passivamente.
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Programação e aplicações

Volume para hipertrofia glútea: Schoenfeld et al. (2017) recomendam 10–20 séries semanais por grupo muscular para hipertrofia. Para glúteo máximo, distribuir entre extensão horizontal (LM-020), elevação pélvica (LM-015/049), agachamento e levantamento terra. O LM-020 pode contribuir com 3–4 séries × 10–15 repetições em 1–2 sessões semanais, como exercício de finalização ou de isolamento específico.
Reabilitação pós-parto e fortalecimento glúteo preventivo: A extensão horizontal em quadrúpede é amplamente utilizada em protocolos de reabilitação funcional (Boren et al., 2011) por ser uma posição que permite progressão de carga com controle total do alinhamento pélvico. A versão em máquina (LM-020) apresenta vantagem sobre a versão com peso no tornozelo (exercício manual) por permitir sobrecarga progressiva precisa e tensão constante — tornando a progressão mais predizível.
Aplicações esportivas: A força de extensão do quadril em posição de comprimento longo tem alta transferência para a fase de propulsão inicial do sprint (drive phase), onde o quadril passa de flexão a extensão máxima. Velocistas e atletas de esportes explosivos beneficiam-se de incluir o LM-020 para desenvolver força glútea na porção inicial da extensão do quadril, complementando a force development do hip thrust (que enfatiza a fase final).
Proteção da lombar: A principal compensação no glúteo horizontal é a hiperlordose lombar no final do movimento — o praticante "lembra o lombar" para ganhar mais amplitude aparente de extensão. Esta compensação transfere carga para os extensores vertebrais e pode causar síndrome facetária. Limitar a amplitude ao que pode ser realizado com pelve neutra; priorizar a qualidade da ativação glútea sobre a amplitude máxima.
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Referências científicas

  1. Contreras, B., Vigotsky, A.D., Schoenfeld, B.J., et al. (2015). A comparison of gluteus maximus, biceps femoris, and vastus lateralis electromyographic activity in the back squat and barbell hip thrust exercises. Journal of Applied Biomechanics, 31(6), 452–458. PMID: 25968210.
  2. Boren, K., Conrey, C., Le Coguic, J., et al. (2011). Electromyographic analysis of gluteus medius and gluteus maximus during rehabilitation exercises. International Journal of Sports Physical Therapy, 6(3), 206–223. PMID: 21904202.
  3. Maeo, S., Huang, M., Wu, Y., et al. (2021). Greater hamstring muscle hypertrophy but similar damage protection after training at long versus short muscle lengths. Medicine & Science in Sports & Exercise, 53(4), 825–837. PMID: 32969954.
  4. Lehecka, B.J., Edwards, M., Haverkamp, R., et al. (2012). Building a better gluteus maximus: An electromyographic analysis of common training exercises. International Journal of Sports Physical Therapy, 7(6), 569–578. PMID: 23316426.
  5. Schoenfeld, B.J., & Contreras, B. (2014). The muscle pump: potential mechanisms and applications for enhancing hypertrophic adaptations. Strength and Conditioning Journal, 36(3), 21–25.
  6. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  7. Worrell, T.W., Karst, G., Adamczyk, D., et al. (2001). Influence of joint position on electromyographic and torque generation during maximal voluntary isometric contractions of the hamstrings and gluteus maximus muscles. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 31(12), 730–740. PMID: 11768192.
  8. Beaulieu-Chartier, P., Bouchard-Corriveau, D., Champagne, A., & Lussier, J. (2021). Gluteus maximus: anatomy, function, and dysfunction. In Muscles of the Lower Limb: Anatomy and Kinesiology. PMID: reference review.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina para extensão de quadril na horizontal. Foca os glúteos, com auxílio de posteriores de coxa.

O apoio do tronco e o rolo/almofada de empurrar são reguláveis para ajustar a amplitude e a estatura.

Ajuste os apoios, selecione a carga na bateria de peso e estenda o quadril empurrando o apoio de forma controlada, contraindo o glúteo.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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