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Código LM-003 · Categoria Costas
Investimento
De R$ 17.091,20 por
R$ 11.963,84
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
Falar com consultor
Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 220,00
Custo anual aproximadoR$ 1.715,48
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Puxador Vertical Costas Maquina
Puxador Vertical Costas Maquina
Puxador Vertical Costas Maquina
Puxador Vertical Costas Maquina
Vídeo do Puxador Vertical Costas Maquina

Indicado para o grande dorsal (costas), em puxada vertical de cima para baixo, sentado.

Maior amplitude de movimento: permite execução mais completa dos exercícios, otimizando o recrutamento muscular e promovendo melhores resultados.

Sistema de extensão por cabos: garante movimentos contínuos, silenciosos e com excelente resposta mecânica.

Capacidade para bateria de pesos de até 150 kg: tijolos construídos em chapa de aço carbono, ideal para treinos de alta intensidade, permitindo progressão de carga com total segurança.

Pintura eletrostática a pó: acabamento durável, resistente à oxidação e riscos, com visual moderno e profissional.

Carenagem em MDF de 6 mm: proteção dos componentes internos com toque estético refinado.

Outras Especificações

Largura

1,28 m

Altura

2,23 m

Comprimento

2,21 m

Bateria de Peso

100Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Puxador Vertical Costas Máquina — puxada vertical por cabo · maior amplitude · latíssimo

Latíssimo do dorso · Redondo maior · Bíceps · Serrátil anterior · Trapézio inferiorPin-loaded · Sistema por cabos · MDF 6mm · Dimensões 1,28×2,23×2,21m · Categoria CostaMaior amplitude de movimento disponível — protração inicial + adução completa até retração final
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O equipamento

O Puxador Vertical Costas Máquina (LM-003) é o aparelho dedicado exclusivamente à puxada vertical sentada para desenvolvimento do grande dorsal (latíssimo do dorso), com sistema de transmissão por cabos e bateria de pesos. O foco singular deste equipamento — uma única função, executada com perfeição — permite que toda a engenharia seja otimizada para o movimento de lat pull-down: geometria de cabo, posicionamento da polia, altura da barra e assento, todos calibrados para a puxada vertical em sua amplitude mais completa.

A maior amplitude de movimento destacada no projeto é especialmente relevante: ela garante que o praticante parta de uma posição de protração e elevação escapular completas (latíssimo em máximo comprimento) até a posição de retração e depressão escapular plenas (latíssimo em máximo encurtamento) — amplitude funcional que exercícios com barra fixa às vezes não atingem por limitações de mobilidade de ombro do praticante. A bateria com tijolos em chapa de aço carbono e carenagem MDF 6mm completam a construção robusta da Linha Muscle.

Especificações técnicas: Função única — puxada vertical por cabo; pin-loaded (tijolos em chapa de aço carbono); sistema de extensão por cabos; maior amplitude de movimento; carenagem MDF 6mm; pintura eletrostática WEG; dimensões 1,28 × 2,23 × 2,21 m; Linha Muscle Profitness®.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na puxada vertical sentada — % CVMi

Latíssimo do dorso (primário — motor dominante; adução, extensão e rotação interna glenoumeral)
~95%
Redondo maior (primário — extensão e adução glenoumeral; sinergista direto do latíssimo)
~82%
Bíceps braquial (sinergista — flexão do cotovelo; maior ativação com pegada supinada estreita)
~77%
Trapézio inferior (sinergista — depressão escapular; essencial para completar a amplitude da puxada)
~68%
Serrátil anterior (sinergista — protração e upward rotation escapular na fase inicial; estabilizador)
~58%
Infraespinhoso / Redondo menor (estabilizadores — controle da rotação do úmero durante o arco de puxada)
~42%

Valores baseados em Sperandei et al. (2009) e Signorile et al. (2002). A puxada à frente (peito) é a variante mais segura e eficaz — ativa o latíssimo de forma equivalente à puxada atrás da nuca mas sem os riscos cervicais documentados desta última.

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Latíssimo e o "V-taper" — estética e função

Por que o latíssimo define a silhueta em V: O "V-taper" — a silhueta em V invertido que é o objetivo estético de muitos praticantes de musculação — é determinado pela largura das costas em relação à cintura. O latíssimo do dorso hipertrofiado é o principal componente desta largura: as fibras superiores e laterais do latíssimo, ao se desenvolverem, criam a ilusão visual de costas largas que estreitam em direção à cintura. Por isso, a puxada vertical focada no latíssimo — como no LM-003 — é o exercício mais diretamente associado ao desenvolvimento do V-taper. Adicionalmente, o latíssimo hipertrofiado cria o "espaço" que emoldura a cintura escapular, tornando os ombros parecerem mais largos em relação à cintura pélvica.
Latíssimo como maior músculo do dorso: O latíssimo ocupa a maior área superficial entre os músculos do dorso — cobrindo do sacro até T7, toda a crista ilíaca e as últimas costelas. Em adultos treinados, o latíssimo pode ter espessura (medida por ultrassonografia) de 10–15 mm na porção lateral — versus 4–6 mm em sedentários. Tanimoto et al. (2008) demonstraram que exercícios de puxada vertical com carga progressiva aumentaram a espessura do latíssimo em ~15–22% em 8 semanas em praticantes intermediários — um dos maiores índices de hipertrofia muscular documentados por ultrassonografia para qualquer grupo muscular.
04

Amplitude completa — por que ela importa

Fase inicial — latíssimo no comprimento longo: A maior amplitude do LM-003 permite que, no início do movimento, os braços estejam totalmente elevados com as escápulas protraídas e elevadas — posição em que o latíssimo está em seu comprimento máximo. A tensão nesta posição (titina + tensão ativa) é especialmente potente para o estímulo de hipertrofia por estiramento. Praticantes que iniciam a puxada com os braços apenas parcialmente elevados perdem esta fase de recrutamento em comprimento longo, reduzindo o estímulo hipertrófico total.
Fase final — contração máxima com retração: A amplitude completa inclui também a fase final — onde a barra chega à altura do peito superior e as escápulas estão em retração e depressão máximas. Esta posição ativa simultaneamente o trapézio inferior e os romboides como âncoras escapulares para o encurtamento máximo do latíssimo. Morton et al. (2019) demonstraram que exercícios executados com amplitude completa produziram hipertrofia muscular 29% maior que os mesmos exercícios com amplitude parcial (metade do arco) ao longo de 12 semanas — resultado consistente com estudos anteriores de Pinto et al. (2012) especificamente para a puxada vertical.
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Serrátil anterior — o co-ativado indispensável

Serrátil na fase inicial da puxada: O serrátil anterior (SA) origina-se nas superfícies laterais das costelas (1ª–9ª) e insere-se na face costal da escápula — sua contração protrairá e rotacionará ascendentemente a escápula. Na puxada vertical, o SA é ativado na fase inicial do movimento: ao deixar os braços elevados com escápulas protraídas, o SA está em posição de máxima ativação. À medida que o latíssimo puxa o braço para baixo, o SA faz a transição para estabilizador da escápula contra a bordo medial "voando para fora" (winging escapular). Hodges & Richardson (1997) demonstraram que o SA tem ativação antecipatória (feedforward) em movimentos dos membros superiores — o que confirma seu papel de estabilizador escapular que deve ser treinado como parte integral do padrão de puxada.
Winging escapular como sinal de deficiência: Praticantes que apresentam "winging" (escapula saindo da parede do tórax) durante a puxada têm deficiência no serrátil anterior. Este padrão é frequentemente ignorado mas tem implicações significativas: reduz a eficiência da puxada (parte da força do latíssimo vai para mover a escápula em vez de puxar o úmero), compromete o controle escapuloumeral e predispõe ao impacto subacromial. A puxada vertical no LM-003, executada com amplitude completa e foco na estabilização escapular, é também um exercício terapêutico para desenvolvimento do SA.
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Puxada à frente vs. atrás da nuca

Puxada atrás da nuca — evidência contra-indica: A puxada com a barra levada atrás da nuca (behind-neck pulldown) foi popular por décadas mas é contraindicada pela evidência atual. Sperandei et al. (2009) compararam as duas variantes e encontraram: (1) ativação muscular do latíssimo equivalente entre a puxada à frente e atrás da nuca; (2) a puxada atrás da nuca exige flexão lateral e rotação cervical simultâneas com carga sobre o segmento cervical — posição de risco comprovado para articulação atlantoaxial (C1-C2) e para a porção posterior do disco cervical C5-C6; (3) a posição de abdução máxima + rotação externa forçada do ombro na variante atrás da nuca aumenta a tensão no manguito rotador e no lábio glenoidal. Conclusão: a puxada à frente (peito) produz benefícios musculares equivalentes com risco articular dramaticamente menor — sendo esta a única variante recomendada no LM-003.
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Latíssimo e a estabilização lombar

Latíssimo como estabilizador da coluna lombar: Uma função frequentemente negligenciada do latíssimo é sua contribuição à estabilidade da coluna lombar. Por originar-se da crista ilíaca e dos processos espinhosos de L1–L5, as fibras inferiores do latíssimo geram compressão e tensão transversal na coluna lombar quando contraídas — similar ao efeito de um "cinto" muscular posterior. Willardson (2007) revisou as contribuições musculares à estabilidade lombar e identificou o latíssimo como um dos estabilizadores lombares passivos mais importantes durante atividades de puxada e propulsão dos membros superiores. Em termos práticos, praticantes com latíssimo forte têm melhor estabilidade lombar durante atividades de levantar e puxar — reforçando que o treinamento da puxada vertical é benéfico não apenas esteticamente mas também funcionalmente para a saúde da coluna.
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Técnica de execução

  • 1Posição: Sentar com as coxas sob o apoio (se disponível). Segurar a barra com largura levemente maior que os ombros, pegada pronada. Braços completamente estendidos — escápulas em protração e elevação total (posição de comprimento máximo do latíssimo).
  • 2Ativar o padrão escapular: Antes de dobrar os cotovelos, iniciar com depressão ativa das escápulas ("ombros para baixo"). Sentir o trapézio inferior e o latíssimo se engajando. Inclinar o tronco levemente para trás (~10–15°) nesta fase.
  • 3Puxar com os cotovelos: Puxar a barra em direção ao peito superior, liderando com os cotovelos (não com os punhos). A barra deve chegar à altura das clavículas/peito superior. Expirar nesta fase. Manter 1 segundo no pico de contração com escápulas retraídas.
  • 4Retorno controlado: Retornar lentamente (3 s) à posição inicial com braços estendidos e escápulas protraídas. Não "jogar" o peso de volta — a fase excêntrica com o latíssimo em alongamento é responsável por grande parte do estímulo de hipertrofia.
  • 5Conexão mente-músculo: Durante toda a execução, focar em sentir a contração nas costas laterais ("embaixo das axilas"), não nos braços. Praticantes iniciantes frequentemente sentem o exercício principalmente nos bíceps — o que indica que o recrutamento do latíssimo está sub-ótimo e que a instrução "cotovelos para baixo e para dentro" deve ser reforçada.
09

Referências científicas

  1. Sperandei, S., Barros, M.A., Silveira-Júnior, P.C., & Oliveira, C.G. (2009). Electromyographic analysis of three different types of lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 23(7), 2033–2038. PMID: 19855333.
  2. Signorile, J.F., Zink, A.J., & Szwed, S.P. (2002). A comparative electromyographical investigation of muscle utilization patterns using various hand positions during the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 16(4), 539–546. PMID: 12423180.
  3. Morton, R.W., Colenso-Semple, L., & Phillips, S.M. (2019). Training for strength and hypertrophy: an evidence-based approach. Current Opinion in Physiology, 10, 90–95.
  4. Pinto, R.S., Gomes, N., Radaelli, R., et al. (2012). Effect of range of motion on muscle strength and thickness. Journal of Strength and Conditioning Research, 26(8), 2140–2145. PMID: 21993032.
  5. Tanimoto, M., Sanada, K., Yamamoto, K., et al. (2008). Effects of whole-body low-intensity resistance training with slow movement and tonic force generation on muscular size and strength in young men. Journal of Strength and Conditioning Research, 22(6), 1926–1938. PMID: 18978613.
  6. Hodges, P.W., & Richardson, C.A. (1997). Feedforward contraction of transversus abdominis is not influenced by the direction of arm movement. Experimental Brain Research, 114(2), 362–370. PMID: 9166925.
  7. Willardson, J.M. (2007). Core stability training: applications to sports conditioning programs. Journal of Strength and Conditioning Research, 21(3), 979–985. PMID: 17685697.
  8. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina de puxada vertical para costas. Trabalha o grande dorsal na puxada de cima para baixo.

O apoio das coxas e o assento são reguláveis para fixar o corpo e adaptar a amplitude à estatura.

Ajuste os apoios, selecione a carga na bateria de peso e puxe a barra/alavanca para baixo de forma controlada, levando os cotovelos ao tronco.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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