icon
Código LM-087 · Categoria Costas
Investimento
De R$ 18.439,00 por
R$ 12.907,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
Falar com consultor
Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 190,00
Custo anual aproximadoR$ 1.803,38
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Puxador Multipegadas Articulado
Puxador Multipegadas Articulado
Puxador Multipegadas Articulado
Puxador Multipegadas Articulado
Vídeo do Puxador Multipegadas Articulado

Outras Especificações

Largura

1,70 m

Altura

2,10 m

Comprimento

2,00 m

Peso

75Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Puxador Multipegada Articulado — análise técnica e biomecânica

Musculatura e ativação EMG Pegada, largura e amplitude Braços articulados, postura e segurança do ombro
01

O equipamento

O Puxador Multipegada Articulado (Lat Pulldown) é um equipamento de musculação para o exercício de puxada vertical, voltado principalmente ao desenvolvimento dos músculos das costas — em especial o latíssimo do dorso. O usuário senta-se com as coxas fixadas sob um apoio acolchoado e traciona uma barra ou pegadas a partir de uma posição de braços estendidos acima da cabeça, reproduzindo de forma guiada e segura o padrão da barra fixa (pull-up).

Duas características definem este modelo. A primeira é a barra multipegada, que oferece múltiplos pontos e ângulos de mão — pronada larga, pronada média, neutra (semipronada) e supinada — permitindo variar a orientação do antebraço e a largura sem trocar de acessório. A segunda é o sistema de braços articulados, em que cada braço se movimenta de forma independente e converge ao longo de um arco, acompanhando o ritmo escapuloumeral natural em vez de impor uma trajetória rígida e retilínea.

O modelo analisado pertence à Linha Muscle da Profitness®, com estrutura em aço 150×50 mm (espessura de 2 a 8 mm), bateria de peso em aço maciço cortado a laser (80 kg padrão, até 150 kg opcional), sistema deslizante com guias lineares, discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade (PEAD), cabos antirruído exclusivos e estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada.

Indicações gerais: Hipertrofia e fortalecimento do latíssimo do dorso e dos demais músculos dorsais (redondo maior, trapézio, rombóides), desenvolvimento da largura e da densidade das costas, fortalecimento dos flexores do cotovelo de forma secundária, melhora da postura escapular e progressão segura para iniciantes que ainda não executam a barra fixa.
02

Musculatura envolvida

Ativação relativa na puxada vertical — referência EMG

Valores relativos e ilustrativos, sintetizados a partir de Signorile et al. (2002), Lusk et al. (2010), Andersen et al. (2014) e Padovan et al. (2024), para o padrão da puxada à frente com pegada pronada. Representam a ordem de grandeza do recrutamento entre os músculos — não são medições absolutas de um único estudo. A ativação muda conforme largura, orientação da pegada e trajetória.

Músculos primários

Latíssimo do dorso (motor primário)
~95%
Redondo maior (sinergista primário)
~82%

Músculos secundários e estabilizadores

Bíceps braquial (flexor do cotovelo)
~60%
Trapézio médio e inferior (escapular)
~55%
Rombóides (retração escapular)
~50%
Deltoide posterior (sinergista)
~48%
Braquial e braquiorradial (flexores do cotovelo)
~45%
Peitoral maior — porção esternal (puxada à frente)
~35%
Eretores da espinha e core (estabilização do tronco)
~25%

Anatomia dos principais músculos da puxada

  • Latíssimo do dorso: o maior músculo das costas. Origina-se nos processos espinhosos de T7–L5, na fáscia toracolombar, na crista ilíaca e nas costelas inferiores; insere-se no sulco intertubercular do úmero. Promove extensão, adução e rotação interna do ombro — exatamente o movimento da puxada.
  • Redondo maior: frequentemente chamado de "ajudante do latíssimo", tem ação muito semelhante (extensão e adução do ombro) e atua como forte sinergista durante toda a descida da barra.
  • Trapézio (médio/inferior) e rombóides: responsáveis pela retração e depressão da escápula, etapa que inicia a puxada antes mesmo da flexão do cotovelo. Sua ativação é essencial para a saúde do ombro.
  • Bíceps braquial, braquial e braquiorradial: flexionam o cotovelo e participam como músculos secundários — sua contribuição cresce conforme a pegada se aproxima da supinação.

O papel central da escápula

Diferente do que muitos imaginam, a puxada eficiente não começa pelos braços. O movimento inicia com a depressão e a rotação descendente da escápula — só então o latíssimo e o redondo maior assumem a tração principal, com os flexores do cotovelo completando o gesto.

Quando o praticante "puxa só com o braço", transfere carga para o bíceps e para estruturas do ombro, reduzindo o estímulo dorsal e aumentando o risco de compensações. Por isso o controle escapular é o ponto técnico mais importante do exercício.

A EMG de alta densidade mostra que o latíssimo não se ativa de forma uniforme: diferentes regiões do músculo apresentam centros de excitação distintos conforme a fase e a trajetória do movimento (Padovan et al., 2024), o que justifica variar pegadas e amplitudes ao longo do treino.
03

Largura da pegada e ativação muscular

A crença popular de que "quanto mais larga a pegada, mais o latíssimo trabalha" não se sustenta na literatura recente. As larguras costumam ser normalizadas pela distância biacromial (largura dos ombros) de cada pessoa:

ESTREITA (? biacromial)

Maior amplitude de movimento e maior participação dos flexores do cotovelo (bíceps). Boa para sentir o alongamento completo no topo.

MÉDIA (? 1,5× biacromial)

Apontada como a opção com leve vantagem geral: bom recrutamento do latíssimo com carga elevada e conforto articular. Ponto de partida recomendado.

LARGA (? 2× biacromial)

Reduz a amplitude e a participação do bíceps; tradicionalmente associada à "largura" das costas. Maior ativação do latíssimo na fase excêntrica.

Evidência: Andersen et al. (2014) compararam três larguras pronadas (estreita, média e larga) e encontraram carga de 6RM e ativação do latíssimo semelhantes na fase concêntrica; a pegada média e larga geraram maior ativação do latíssimo na fase excêntrica, enquanto a estreita e a média recrutaram mais o bíceps. Lusk et al. (2010) também não acharam diferença significativa de ativação do latíssimo entre pegada larga e estreita. Conclusão prática: a largura altera pouco o latíssimo — varie-a por conforto e amplitude, não esperando ganhos drásticos só de "abrir" a pegada.
04

Orientação do antebraço e a barra multipegada

A orientação da mão é a variável que mais influencia o equilíbrio entre dorsais e flexores do cotovelo. É justamente aqui que a barra multipegada deste equipamento se destaca: permite alternar entre pronada, neutra e supinada sem trocar de acessório, cobrindo diferentes estímulos no mesmo aparelho.

PRONADA (SOBREMÃO)

Maior ativação do latíssimo do dorso — cerca de 9% acima da supinada, segundo Lusk et al. (2010). É a pegada de referência para foco nas costas e na largura.

NEUTRA (MARTELO / SEMIPRONADA)

Posição mais confortável para punho e cotovelo. Equilibra latíssimo, redondo maior e flexores do cotovelo. Excelente para quem tem desconforto articular.

SUPINADA (SOBPEGADA)

Aumenta a participação do bíceps braquial e permite cargas elevadas. Ativação do latíssimo levemente menor que na pronada; boa para quem busca também estímulo de braço.

Pronada larga à frente é a referência clássica: Signorile et al. (2002) identificaram a puxada anterior (à frente do rosto), com pegada pronada e larga, como a variação mais eficaz para o latíssimo do dorso. Já a barra EZ ou pegadas anatômicas/neutras reduzem o estresse de pronossupinação no punho — vantagem para uso rotineiro e para iniciantes.
05

Puxada à frente vs. atrás da nuca

Esta é uma das comparações mais estudadas — e uma das mais relevantes para a segurança do ombro. A literatura é consistente: a puxada à frente é a opção preferencial.

À FRENTE (BARRA PASSA NA FRENTE DA CABEÇA)

  • Maior excitação do latíssimo do dorso na fase de descida
  • Maior ativação do peitoral maior e do tríceps como sinergistas
  • Posição de ombro mais natural e segura
  • Permite leve inclinação posterior do tronco e amplitude completa
  • Indicada para a grande maioria dos praticantes

ATRÁS DA NUCA (BARRA PASSA ATRÁS DA CABEÇA)

  • Ativação do latíssimo semelhante ou inferior à puxada à frente
  • Maior participação do deltoide posterior e do bíceps
  • Exige rotação externa e abdução horizontal extremas do ombro
  • Tende a forçar a projeção anterior da cabeça e do pescoço
  • Maior risco de impacto subacromial — uso restrito e criterioso
Evidência (EMG de alta densidade): Padovan et al. (2024) mostraram que, na fase de descida, a puxada à frente produziu excitação superior do latíssimo do dorso (tamanho de efeito ? 0,97) e do peitoral maior (? 1,17) em relação à versão atrás da nuca. Sperandei et al. (2009) e Signorile et al. (2002) chegaram a conclusões convergentes: como a ativação do latíssimo não é maior atrás da nuca e essa posição impõe estresse articular adicional, a puxada à frente é a melhor escolha para a maioria dos objetivos.
06

Braços articulados e convergência — vantagem biomecânica

O diferencial deste equipamento: em vez de uma barra rígida presa a um único cabo, os braços articulados se movem de forma independente e convergem ao longo de um arco. Isso permite que cada lado siga sua própria trajetória natural, acompanhando o ritmo escapuloumeral em vez de impor um caminho fixo.

O que a articulação dos braços agrega

  • Trajetória natural: o arco convergente acompanha a adução e a rotação do ombro, reduzindo a tensão imposta por uma barra retilínea sobre punhos e ombros.
  • Maior amplitude e convergência no final: as mãos podem se aproximar na fase de maior contração, aumentando a adução do úmero e o encurtamento do latíssimo.
  • Trabalho unilateral: braços independentes permitem treinar um lado por vez, expondo e corrigindo assimetrias entre os lados do corpo.
  • Adaptação individual: cada pessoa encontra o ângulo de pegada mais confortável, o que favorece a adesão e reduz desconforto articular.

Amplitude, alongamento e hipertrofia

A posição inicial da puxada — braços totalmente estendidos acima da cabeça — coloca o latíssimo em grande alongamento. A literatura recente sobre amplitude de movimento indica que treinar com ênfase na porção alongada do exercício é, no mínimo, tão eficaz quanto a amplitude completa para hipertrofia, e em vários estudos se mostrou superior (Wolf et al., 2025; Schoenfeld & Grgic, 2020).

Aproveitar o alongamento completo no topo de cada repetição — sem "encolher" a amplitude — é uma das formas mais simples de potencializar o estímulo de crescimento no latíssimo. Os braços articulados favorecem esse alongamento ao permitir um arco mais amplo.
07

Postura e ajuste correto do equipamento

Ajuste obrigatório antes de começar

  1. 1
    Apoio das coxas: ajustar a altura do rolo acolchoado para que ele prenda firmemente as coxas. Isso impede que o corpo seja elevado pela carga e estabiliza o tronco durante a puxada.
  2. 2
    Posição do assento: sentar de frente para a coluna de pesos, com os pés totalmente apoiados no chão e os joelhos a cerca de 90°.
  3. 3
    Escolha da pegada: selecionar largura e orientação (pronada, neutra ou supinada) conforme o objetivo. Iniciantes e quem tem desconforto de punho começam pela pegada média neutra ou pronada.
  4. 4
    Postura do tronco: coluna ereta com leve inclinação posterior (~10–20°), peito elevado e ombros baixos. Evitar tanto a curvatura para frente quanto o balanço excessivo para trás.
  5. 5
    Posição inicial dos ombros: braços estendidos acima da cabeça, sentindo o alongamento do latíssimo, com a escápula em rotação descendente — pronta para iniciar o movimento.

Erros posturais mais comuns

Puxar só com os braços: o erro mais frequente. Iniciar pela flexão do cotovelo, sem deprimir a escápula, transfere a carga para o bíceps e reduz o estímulo dorsal.
Balanço excessivo do tronco: usar impulso jogando o corpo para trás ("pulldown com peso de corpo inteiro") tira a tensão do latíssimo e sobrecarrega a lombar.
Elevar os ombros (encolher): deixar o trapézio superior dominar no topo impede a depressão escapular e prejudica a mecânica do ombro.
Amplitude incompleta: não estender totalmente os braços no topo abre mão da fase alongada — justamente a mais valiosa para hipertrofia do latíssimo.
08

Execução do movimento — fase a fase

  1. 1
    Posição inicial: sentado e fixado pelo apoio de coxas, braços totalmente estendidos acima da cabeça segurando a pegada escolhida. Latíssimo alongado, peito elevado, leve inclinação posterior do tronco.
  2. 2
    Início do movimento (escápula): antes de dobrar os cotovelos, deprimir e retrair levemente a escápula, "puxando os ombros para baixo e para trás". Essa é a etapa que ativa o latíssimo de forma plena.
  3. 3
    Fase concêntrica (puxada): conduzir os cotovelos para baixo e ligeiramente para trás, trazendo a barra em direção à parte superior do peito. Expirar durante o esforço. Duração recomendada: 1–2 segundos.
  4. 4
    Pico de contração: ao chegar próximo ao peito, fazer breve pausa com contração intencional das costas, aproximando as escápulas. Nos braços articulados, aproveitar a convergência das mãos para intensificar a adução.
  5. 5
    Fase excêntrica (retorno): retornar de forma controlada em 2–3 segundos até a extensão completa dos braços, permitindo que a escápula volte à rotação descendente e o latíssimo se alongue por inteiro. Jamais "soltar" o peso.
Cadência recomendada: 2-1-3 (concêntrico–isométrico–excêntrico) para hipertrofia, priorizando a fase alongada no topo. Para iniciantes, cargas moderadas que permitam controle total do movimento.
Variante unilateral: com os braços independentes, treinar um lado por vez ajuda a identificar e corrigir desequilíbrios entre os lados e melhora a conexão mente-músculo.
09

Segurança articular — evidências científicas

EVIDÊNCIAS FAVORÁVEIS AO USO

  • Exercício guiado e estável, ideal para iniciantes que ainda não realizam a barra fixa com o próprio peso.
  • Fortalece os retratores e depressores da escápula, contribuindo para postura e saúde do ombro quando bem executado.
  • Permite progressão de carga precisa e segura com bateria de pesos.
  • A versatilidade de pegadas e os braços articulados permitem encontrar o padrão mais confortável para cada articulação.
  • A puxada à frente é uma posição articular naturalmente segura para a maioria dos praticantes.

PONTOS DE ATENÇÃO E CAUTELA

  • A versão atrás da nuca força rotação externa e abdução horizontal extremas, aumentando o risco de impacto subacromial.
  • Pessoas com histórico de dor ou instabilidade no ombro devem evitar a puxada atrás da nuca e priorizar a pegada neutra à frente.
  • O balanço excessivo do tronco para gerar impulso sobrecarrega a coluna lombar e reduz o estímulo nas costas.
  • Pegadas supinadas fechadas com carga muito alta aumentam o estresse sobre punho e cotovelo.
  • Quem tem síndrome do impacto ou tendinopatia do ombro deve obter liberação profissional antes de progredir cargas.
Recomendação de segurança: para a grande maioria dos objetivos, a puxada à frente com pegada pronada ou neutra, tronco controlado e amplitude completa oferece o melhor equilíbrio entre estímulo e segurança. A versão atrás da nuca não traz vantagem comprovada de ativação do latíssimo e adiciona risco articular — deve ser reservada a praticantes experientes, com boa mobilidade de ombro, ou simplesmente substituída.
10

Referências científicas

  1. Lusk, S.J., Hale, B.D., & Russell, D.M. (2010). Grip width and forearm orientation effects on muscle activity during the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(7), 1895–1900. DOI: 10.1519/JSC.0b013e3181ddb0ab.
  2. Andersen, V., Fimland, M.S., Wiik, E., Skoglund, A., & Saeterbakken, A.H. (2014). Effects of grip width on muscle strength and activation in the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 28(4), 1135–1142. DOI: 10.1097/JSC.0000000000000232.
  3. Signorile, J.F., Zink, A.J., & Szwed, S.P. (2002). A comparative electromyographical investigation of muscle utilization patterns using various hand positions during the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 16(4), 539–546.
  4. Sperandei, S., Barros, M.A.P., Silveira-Júnior, P.C.S., & Oliveira, C.G. (2009). Electromyographic analysis of three different types of lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 23(7), 2033–2038. DOI: 10.1519/JSC.0b013e3181b8d30a.
  5. Padovan, R., Toninelli, N., Longo, S., Tornatore, G., Esposito, F., Cè, E., & Coratella, G. (2024). High-density electromyography excitation in front vs. back lat pull-down prime movers. Journal of Human Kinetics, 91, 47–60. DOI: 10.5114/jhk/185211.
  6. Buonsenso, A., Di Fonza, D., Di Claudio, G., Carangelo, M., Centorbi, M., di Cagno, A., Calcagno, G., & Fiorilli, G. (2025). Electromyographic analysis of back muscle activation during lat pulldown exercise: effects of grip variations and forearm orientation. Journal of Functional Morphology and Kinesiology, 10(3), 345. DOI: 10.3390/jfmk10030345.
  7. Wolf, M., Androulakis-Korakakis, P., Piñero, A. et al. (2025). Lengthened partial repetitions elicit similar muscular adaptations as full range of motion repetitions during resistance training in trained individuals. PeerJ, 13, e18904. DOI: 10.7717/peerj.18904.
  8. Schoenfeld, B.J., & Grgic, J. (2020). Effects of range of motion on muscle development during resistance training interventions: A systematic review. SAGE Open Medicine, 8.
  9. Jeno, S.H., & Varacallo, M. (2023). Anatomy, Back, Latissimus Dorsi. StatPearls. NCBI Bookshelf NBK448120.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho articulado de puxada para costas. Trabalha o grande dorsal e os músculos das costas durante o exercício.

O apoio das coxas são reguláveis em altura. Já as pegadas são multiplas e viabilizam uma vasta possbilidade de variação de exercícios.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do movimento.

Ajuste o apoio das pernas conforme sua altura, adiocione as anilhas e puxe a alavanca para baixo de forma controlada, levando os cotovelos junto ao tronco.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada e placas de identificação cortadas a laser ? pensados para a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica

Limpar Cesta