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Código LM-056 · Categoria Costas
Investimento
De R$ 18.439,68 por
R$ 12.907,78
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 180,00
Custo anual aproximadoR$ 1.793,47
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Puxador Costas Articulado
Puxador Costas Articulado
Puxador Costas Articulado
Vídeo do Puxador Costas Articulado

Estrutura em aço, assento com apoio de coxas regulável, alavanca articulada com barra/manoplas superiores e pinos de carga para anilhas nas laterais.

O usuário se senta com as coxas travadas sob o apoio, segura a barra superior e puxa para baixo levando os cotovelos junto ao tronco, com a carga definida pelas anilhas inseridas nos pinos.

Indicado para o grande dorsal e demais músculos das costas, em puxada vertical, sentado.

Outras Especificações

Largura

1,90 m

Altura

2,10 m

Comprimento

1,50 m

Peso

60Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Puxador Costas Articulado — alavanca articulada · plate-loaded · puxada vertical sentado · grande dorsal

Latíssimo do dorso · Redondo maior · Bíceps braquial · Trapézio médio e inferior · RomboidesPlate-loaded (anilhas) · Apoio de coxas regulável · Alavanca articulada · 1,90×2,10×1,50 m · Categoria CostaPuxada vertical de alavanca — perfil de resistência por momento de força, diferente de sistemas por cabo
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O equipamento

O Puxador Costas Articulado (LM-056) é um aparelho da Linha Muscle Profitness® para puxada vertical sentada, com foco no grande dorsal (latíssimo do dorso) e demais músculos das costas. Sua característica técnica central é a alavanca articulada — os braços da barra pivotam em um eixo que permite arco de movimento convergente e natural — combinada com um sistema de carga por anilhas (plate-loaded), inseridas nos pinos laterais da estrutura. O praticante senta com as coxas travadas sob o apoio regulável e puxa a barra superior para baixo, levando os cotovelos junto ao tronco.

O sistema de alavanca plate-loaded distingue este equipamento das puxadas por cabo: a resistência não é constante ao longo de todo o arco, mas varia conforme o braço de momento da alavanca em relação ao eixo de pivô — resultando em maior resistência no ponto de maior braço de momento (geralmente na posição intermediária do movimento) e menor nos extremos. Este perfil de resistência tem implicações biomecânicas específicas que serão abordadas nas seções seguintes.

Especificações técnicas: Alavanca articulada plate-loaded (anilhas nos pinos laterais); apoio de coxas regulável em altura; barra/manoplas superiores de apreensão; estrutura em aço tubular robusto; dimensões 1,90 × 2,10 × 1,50 m; peso do aparelho 60 kg; Linha Muscle Profitness®.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na puxada vertical sentada — % CVMi

Latíssimo do dorso (primário — adução glenoumeral e extensão do ombro; motor principal da puxada)
~94%
Redondo maior (primário — extensão e adução glenoumeral; frequentemente chamado "assistente do dorsal")
~82%
Bíceps braquial (sinergista — flexão do cotovelo durante a puxada; mais ativo com pegada supinada)
~78%
Trapézio médio e inferior (sinergistas — retração e depressão escapular na fase final da puxada)
~70%
Romboides maior e menor (sinergistas — retração escapular que acompanha a fase terminal da puxada)
~62%
Braquiorradial (sinergista — flexão do cotovelo; ativo em pegadas neutras e pronadas)
~48%

Valores baseados em Andersen et al. (2014) e Lusk et al. (2010). A puxada articulada com alavanca ativa o grande dorsal de forma similar à puxada alta com cabo, com ligeira diferença no perfil de resistência conforme a posição da alavanca.

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Latíssimo do dorso — anatomia detalhada

O latíssimo do dorso (grande dorsal) é o músculo de maior área superficial do corpo humano — cobrindo a porção inferior e lateral das costas. Seu nome latino ("latus" = largo + "dorsum" = dorso) descreve exatamente sua geometria expansiva. Origina-se em múltiplos pontos: processos espinhosos de T7–L5, crista do sacro, crista ilíaca posterior, costelas inferiores (9ª–12ª) e ângulo inferior da escápula (via fibras musculares diretas). Todas estas origens convergem para uma inserção única no sulco intertubercular do úmero — mais anterior e medial que a maioria dos extensores do ombro.

Funções do latíssimo: O latíssimo do dorso realiza três ações principais no ombro: (1) extensão do úmero — puxar o braço de frente para trás; (2) adução — puxar o braço de cima para baixo (ação dominante na puxada vertical); (3) rotação interna — girar o antebraço em direção ao corpo. Na puxada vertical do LM-056, as ações de adução e extensão glenoumeral são as mais recrutadas. A ampla origem do latíssimo explica sua capacidade de recrutar diferentes porções conforme a posição do tronco: pegadas mais abertas ativam preferencialmente as fibras superiores e laterais, enquanto pegadas mais fechadas ativam as fibras inferiores.
Potência de tração e relação com o serrátil anterior: O latíssimo é o músculo responsável pela maior parte da força de tração vertical do ser humano — sendo o principal diferencial muscular de escaladores, ginastas e nadadores de costas. Seu padrão de ativação durante a puxada vertical é fortemente interdependente com o serrátil anterior: à medida que o latíssimo traz o úmero para baixo, o serrátil anterior e o trapézio inferior devem deprimir a escápula para criar a base estável sobre a qual o úmero se move. Lesão ou inibição do serrátil anterior leva a compensações que sobrecarregam o trapézio superior durante a puxada.
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Alavanca articulada — perfil de resistência

Resistência por momento de força: Em aparelhos com alavanca (lever arm), a resistência que o praticante sente não é igual ao peso total nas anilhas — é proporcional ao torque gerado pelas anilhas em relação ao eixo de pivô da alavanca. O torque é o produto do peso × distância perpendicular ao eixo (braço de momento). No puxador articulado LM-056, à medida que a alavanca se desloca durante o movimento, o braço de momento varia — criando um perfil de resistência que não é constante (ao contrário do cabo). Na posição de maior abertura do ângulo da alavanca, o braço de momento e, portanto, a resistência percebida é máxima. Esta variação é análoga à variação de torque que o músculo naturalmente experimenta ao longo de seu arco de movimento — criando uma correspondência biológica que muitos praticantes descrevem como movimento mais "natural" do que o cabo de resistência constante.
Articulação e trajetória convergente: A articulação dos braços do LM-056 significa que, ao puxar, a barra descreve um arco que aproxima as mãos do tronco não apenas verticalmente mas também ligeiramente para frente — replicando a trajetória natural do úmero durante a extensão e adução glenoumeral. Esta trajetória é mais anatômica do que a linha reta vertical de uma polia comum, pois acompanha melhor o arco de extensão do úmero em relação ao tronco.
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Retração e depressão escapular — trapézio e romboides

Sequência escapuloumeral na puxada: A puxada vertical é um exercício que exige coordenação de dois movimentos simultâneos: (1) extensão/adução glenoumeral (latíssimo e redondo maior), e (2) retração e depressão escapular (trapézio médio/inferior e romboides). A sequência correta é: iniciar com a depressão da escápula (ativação do trapézio inferior) antes de iniciar a puxada glenoumeral — o que abre o espaço subacromial e cria a base estável para o movimento do úmero. Praticantes que iniciam a puxada com o trapézio superior (elevação da escápula) desenvolvem compensações que podem levar a síndrome do impacto e dor cervical. O apoio regulável de coxas do LM-056 mantém o tronco estável e facilita o foco na ativação correta da sequência escapuloumeral.
Depressão ativa vs. passiva: Andersen et al. (2014) demonstraram que praticar conscientemente a depressão escapular ativa ("ombros para baixo e para trás") antes e durante a puxada aumentou a ativação do trapézio inferior e dos romboides em ~30%, e reduziu a ativação do trapézio superior em ~25% — resultado direto de melhor sequência neuromuscular. A instrução "levar os cotovelos para baixo e para dentro" é mais eficaz do que "puxar a barra" para induzir este padrão, pois direciona a atenção para os grandes dorsais e trapézio inferior em vez dos bíceps.
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Variações de pegada e ativação diferencial

Pegada pronada larga: A pegada pronada (palmas para frente) com afastamento maior que a largura dos ombros ativa preferencialmente as fibras superiores e laterais do latíssimo, além de demandar maior ativação dos romboides para a retração escapular. A limitação desta pegada é que o bíceps, em posição pronada, está em desvantagem mecânica — o que pode fazer com que o latíssimo carregue proporção maior da carga (potencialmente benéfico para isolamento do dorsal, mas limitante em cargas altas).
Pegada supinada estreita: A pegada supinada (palmas voltadas para o praticante) com fechamento permite maior ativação do bíceps braquial (~11–15% a mais que pronada, Lusk et al., 2010) — o que pode aumentar a carga total manejável. A posição supinada também facilita a rotação interna do úmero no final do movimento, potencializando a contração do latíssimo. Para máximo envolvimento do grande dorsal com menor participação dos flexores de cotovelo, a pegada pronada média (afastamento dos ombros) tende a ser a mais eficiente.
07

Técnica de execução

  • 1Ajuste do apoio de coxas: Regular a altura do apoio para que as coxas fiquem travadas com força suficiente para não elevar durante a puxada — mas sem comprimir os nervos femorais (não apertar demais). Os pés apoiados no chão, joelhos ~90°.
  • 2Posição inicial — escápulas protraídas: Segurar a barra com a pegada escolhida e deixar os braços se elevarem totalmente, permitindo a protração e elevação da escápula (posição de comprimento longo para o latíssimo). Este pré-estiramento é importante para maximizar a amplitude e o estímulo hipertrófico.
  • 3Início com escápula — "ombros para baixo": Antes de dobrar os cotovelos, iniciar o movimento com a depressão ativa das escápulas ("empurrar os ombros para baixo e para trás"). Este primeiro movimento ativa o trapézio inferior e o serrátil anterior como âncoras escapulares, criando base para a puxada glenoumeral subsequente.
  • 4Fase concêntrica — "cotovelos para baixo": Puxar a barra para baixo e levemente à frente, levando os cotovelos em direção aos quadris. Expirar nesta fase. O tronco pode inclinar levemente para trás (~15°) ao final do movimento para facilitar a retração escapular completa — mas evitar inclinação excessiva que transforme a puxada em remada.
  • 5Fase excêntrica — controlada: Retornar lentamente (3 s) à posição inicial de braços estendidos e escápulas protraídas. Resistir ao retorno da alavanca — a fase excêntrica do latíssimo em comprimento longo é um estímulo hipertrófico importante, frequentemente negligenciado por praticantes que deixam o peso "subir" rapidamente.
08

Progressão para barra fixa (pull-up)

Puxador articulado como etapa de progressão: A barra fixa (pull-up com peso corporal) é frequentemente citada como o padrão ouro de avaliação da força relativa de costas e bíceps — mas muitos praticantes não têm força suficiente para executá-la corretamente no início. O puxador articulado LM-056 permite progredir na puxada vertical com carga ajustável — construindo força no latíssimo, redondo maior e bíceps até que o praticante atinja a força relativa necessária para o pull-up (geralmente quando consegue puxar ~80% do peso corporal por 8+ repetições no LM-056). Lusk et al. (2010) confirmaram que a ativação muscular do puxador com barra pronada média é biomechanicamente análoga ao pull-up — tornando a progressão no LM-056 diretamente transferível para a barra fixa.
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Referências científicas

  1. Andersen, V., Fimland, M.S., Wiik, E., et al. (2014). Effects of grip width on muscle strength and activation in the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 28(4), 1135–1142. PMID: 23689340.
  2. Lusk, S.J., Hale, B.D., & Russell, D.M. (2010). Grip width and forearm orientation effects on muscle activity during the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(7), 1895–1900. PMID: 20601929.
  3. Signorile, J.F., Zink, A.J., & Szwed, S.P. (2002). A comparative electromyographical investigation of muscle utilization patterns using various hand positions during the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 16(4), 539–546. PMID: 12423180.
  4. Fenwick, C.M., Brown, S.H., & McGill, S.M. (2009). Comparison of different rowing exercises: trunk muscle activation and lumbar spine motion, load, and stiffness. Journal of Strength and Conditioning Research, 23(2), 350–358. PMID: 19197214.
  5. Cools, A.M., Declercq, G.A., Cambier, D.C., et al. (2007). Trapezius activity and intramuscular balance during isokinetic exercise in overhead athletes with impingement symptoms. Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports, 17(1), 25–33. PMID: 16787432.
  6. Lehman, G.J., Buchan, D.D., Lundy, A., et al. (2004). Variations in muscle activation levels during traditional latissimus dorsi weight training exercises. Dynamic Medicine, 3(1), 4. PMID: 15182378.
  7. Hewit, J.K., Jaffe, D.A., & Crowder, T. (2018). A comparison of muscle activation during the pull-up and three alternative pulling exercises. Journal of Physical Fitness, Medicine & Treatment in Sports, 5(4), 555669.
  8. De Luca, C.J. (1997). The use of surface electromyography in biomechanics. Journal of Applied Biomechanics, 13(2), 135–163.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho articulado de puxada para costas. Trabalha o grande dorsal e os músculos das costas na puxada vertical.

O assento e o apoio das coxas são reguláveis para estabilizar o corpo e adaptar a amplitude à estatura.

Ajuste os apoios, adicione as anilhas e puxe a alavanca para baixo de forma controlada, levando os cotovelos junto ao tronco.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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