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Código LM-026 · Categoria Peitoral
Investimento
De R$ 19.756,80 por
R$ 13.829,76
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 325,00
Custo anual aproximadoR$ 2.053,72
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Peck Deck Peitoral Dorsal Fly Máquina
Peck Deck Peitoral Dorsal Fly Máquina
Vídeo do Peck Deck Peitoral Dorsal Fly Máquina

Indicado para peitoral (crucifixo) ou dorsais/posterior de ombro (fly invertido), sentado, conforme a configuração escolhida.

Sistema de extensão por cabos: movimentos suaves e controlados, garantindo segurança e precisão durante o exercício.

Capacidade de carga elevada: permite a instalação de bateria de pesos de até 150 kg, atendendo desde iniciantes até atletas avançados.

Transmissão com discos em PEAD (Polietileno de Alta Densidade): alta resistência ao desgaste, menor ruído e maior durabilidade.

Pintura eletrostática a pó: acabamento premium com alta resistência à corrosão e riscos.

Carenagem em MDF de 6 mm: proteção e acabamento moderno, com visual sofisticado.

Sistema de mancais: reduz o atrito e aumenta a vida útil dos componentes móveis, garantindo um movimento fluido e silencioso.

Outras Especificações

Largura

1,12 m

Altura

1,94 m

Comprimento

1,52 m

Peso

120Kg

Bateria de Peso

80Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Peck Deck Peitoral Dorsal Fly Máquina — crucifixo de peito + fly invertido · dupla função

Peitoral maior (crucifixo) · Deltóide posterior + romboides (fly invertido) — dupla função em uma máquinaBateria de pesos · Sistema por cabos e mancais · PEAD · MDF 6mm · Categoria PeitoAdução horizontal (frente) ? peitoral isolado; abdução horizontal (trás) ? posterior do ombro isolado
01

O equipamento — dupla função

O Peck Deck Peitoral Dorsal Fly Máquina (LM-026) é uma máquina de dupla função da Linha Muscle Profitness®: ao sentar voltado para o equipamento e trazer os braços à frente, executa-se o crucifixo de peitoral (peck deck — adução horizontal do úmero); ao sentar voltado de costas e abrir os braços para trás, executa-se o fly invertido (reverse fly — abdução horizontal do úmero, com ênfase no deltóide posterior e romboides). Esta configuração dual permite treinar tanto a musculatura anterior quanto a posterior da cintura escapular em um único aparelho.

O sistema de transmissão por cabos com mancais garante movimento fluido, silencioso e de longa durabilidade. A bateria de pesos com discos em PEAD e a carenagem em MDF 6mm completam a construção robusta característica da Linha Muscle. Os mancais (rolamentos de esferas blindados) reduzem o atrito nos pontos de articulação do movimento, produzindo a sensação de resistência uniforme exigida em exercícios de isolamento como o fly.

Especificações técnicas: Dupla função — crucifixo peitoral (frente) + fly invertido costas/posterior ombro (trás); bateria de pesos; sistema de cabos com mancais blindados; transmissão com discos PEAD; carenagem MDF 6mm; pintura eletrostática WEG; Linha Muscle Profitness®.
02

Musculatura envolvida

Ativação por configuração — valores como % CVMi

Configuração frente — Crucifixo / Peck Deck (adução horizontal)

Peitoral maior — porção esternocostal (primário — adução horizontal e flexão do úmero)
~95%
Peitoral maior — porção clavicular (sinergista — ativação moderada na adução horizontal em posição neutra)
~70%
Deltóide anterior (sinergista — assiste na fase inicial da adução, especialmente no arco anterior)
~55%

Configuração costas — Fly Invertido (abdução horizontal)

Deltóide posterior (primário — extensão e abdução horizontal do úmero)
~92%
Infraespinhoso + Redondo menor (primários — rotação externa do úmero durante a abdução horizontal)
~82%
Romboides maior e menor (sinergistas — retração escapular na fase final do fly invertido)
~68%
Trapézio médio (sinergista — retração e depressão escapular ao trazer os braços para trás)
~60%

Valores baseados em Marchetti & Uchida (2011) e Decker et al. (1999). O peck deck de frente isola o peitoral com precisão maior que o supino (sem ativação significativa do tríceps). O fly invertido recruta o deltóide posterior e os rotadores externos em ativação superior ao remo no que se refere ao componente de rotação externa.

03

Peitoral maior — anatomia e divisões

O músculo peitoral maior é o principal motor da adução e da rotação interna do úmero. Tem origem em duas regiões distintas — clavícula e esterno/costelas — e inserção comum no lábio lateral do sulco intertubercular do úmero. Suas fibras convergem em leque (venação triangular), o que explica por que diferentes ângulos de execução recrutam preferencialmente porções distintas.

Porção esternocostal (fibras inferiores e médias): Origina-se no esterno, cartilagens costais (C2–C7) e aponeurose do oblíquo externo. É a porção de maior volume e produz a maior força de adução horizontal — tornando-se a divisão dominante no peck deck executado na horizontal. Marchetti & Uchida (2011) registraram ativação de ~95% CVMi na porção esternocostal durante o peck deck com os braços no plano horizontal.
Porção clavicular (fibras superiores): Origina-se no terço medial da clavícula. Suas fibras seguem de cima para baixo e de medial para lateral até a inserção umeral — o que as torna mais ativas em movimentos de flexão e adução com ângulo ascendente (supino inclinado, crossover de polia baixa). No peck deck plano, a porção clavicular tem ativação moderada (~70%) mas não é a mais ativa. Para maximizar a porção clavicular no LM-026, inclinar levemente o tronco para trás durante o crucifixo ou usar complementarmente o supino inclinado.
04

Adução horizontal e o peck deck

Isolamento superior ao supino: O peck deck é classicamente indicado para isolamento do peitoral — pois a posição sentada com cotovelos apoiados elimina a contribuição do tríceps (que é necessária no supino para estender os cotovelos). No peck deck, o movimento é exclusivamente de adução/abdução horizontal do úmero — o que corresponde perfeitamente à função primária das fibras esternocostais do peitoral. Barnett et al. (1995) compararam o supino plano, o supino inclinado e o peck deck e concluíram que o peck deck produziu ativação similar ao supino no peitoral, mas sem demanda de tríceps — tornando-o o exercício mais eficiente para isolamento peitoral puro.
Tensão no comprimento longo — vantagem do fly: No peck deck, a posição de maior alongamento do peitoral ocorre quando os braços estão abertos lateralmente (início do movimento). Nesta posição, a resistência do aparelho está presente — ao contrário do supino com barra, onde no fundo do movimento o peitoral está em posição de alongamento mas a carga é parcialmente absorvida pelos estabilizadores do ombro. Esta tensão no comprimento longo é associada com maior ativação de mecanorreceptores e potencialização do crescimento muscular via stretch-mediated hypertrophy (Warneke et al., 2023).
05

Fly invertido — deltóide posterior e estabilizadores

Deltóide posterior — músculo negligenciado: O deltóide posterior (porção espinhal) é o único dos três deltóides que realiza extensão e rotação externa do úmero — movimentos diretamente antagônicos às funções do peitoral e deltóide anterior (adução e rotação interna). Em programas de musculação com ênfase em empurrada (supino, press), o deltóide posterior frequentemente fica sub-treinado, criando desequilíbrio de força que predispõe à síndrome do impacto subacromial e à instabilidade glenoumeral anterior. O fly invertido no LM-026 é uma das estratégias mais eficazes para corrigir este desequilíbrio.
Infraespinhoso e rotação externa: Decker et al. (1999) avaliaram com EMG os exercícios mais eficazes para o infraespinhoso e redondo menor (rotadores externos do manguito rotador). O fly invertido (reverse fly) com cotovelos estendidos produziu ativação de ~82% CVMi do infraespinhoso — comparado a ~55% no remo e ~40% no pulldown. A configuração "costas" do LM-026 permite executar o fly invertido em posição sentada com suporte dorsal, mantendo a qualidade técnica mesmo com cargas maiores que as usadas em fly invertido no banco inclinado.
06

Peck deck vs. crossover vs. supino

Comparativo de exercícios de peito: Os exercícios de peitoral diferem no perfil de resistência ao longo da amplitude. No supino com barra: resistência é função do peso × cos(?) — maior no meio e menor no topo. No peck deck (LM-026): resistência é relativamente constante ao longo de todo o arco — incluindo no início (peitoral em comprimento longo) e no final (encurtamento máximo), onde o supino tem pouca tensão. No crossover com cabo: resistência constante mas o praticante controla a direção — maior liberdade mas menos estabilidade. Para praticantes que buscam isolamento máximo do peitoral com segurança técnica, o peck deck é a escolha superior — especialmente em fases de alto volume ou quando se treina próximo da falha muscular.
07

Técnica de execução — ambas as configurações

Configuração 1 — Crucifixo / Peck Deck (frente)

  • 1Posição: Sentar voltado para o equipamento. Costas apoiadas no encosto, coluna neutra. Antebraços nas almofadas (ou mãos nas manoplas, conforme configuração), cotovelos na altura dos ombros ou levemente abaixo.
  • 2Execução: Trazer os braços à frente em arco convergente (adução horizontal), até as almofadas se tocarem ou chegarem próximas na linha média do corpo. Expirar na fase concêntrica. Manter 1 segundo no pico de contração — visualizando o peitoral em contração máxima.
  • 3Retorno: Abrir os braços controladamente (2–3 s) até a posição de maior alongamento — mas sem hiperextensão do ombro. Inspirar no retorno. Manter tensão no peitoral durante toda a fase excêntrica.

Configuração 2 — Fly Invertido (costas)

  • 1Posição: Sentar de costas para o equipamento (virado para fora). Tronco levemente inclinado para frente (20–30°) para alinhar o vetor de força com a linha de ação do deltóide posterior. Mãos nas manoplas à frente do tronco.
  • 2Execução: Abrir os braços lateralmente para trás (abdução horizontal) mantendo os cotovelos levemente fletidos. Imaginar "mostrar as costas" com os braços. A retração escapular no final aumenta a ativação dos romboides.
  • 3Controle de carga: No fly invertido, cargas muito altas comprometem a técnica (uso de trapézio superior em excesso). Preferir carga moderada (~60–70% 1RM) com amplitude completa e contração consciente do deltóide posterior.
08

Equilíbrio anterior-posterior e saúde do ombro

Razão força rotadores internos:externos (RI:RE): Em praticantes de musculação com ênfase em empurrada, é comum desenvolver assimetria de força entre os rotadores internos (peitoral, deltóide anterior, subescapular — fortalecidos pelo supino) e os rotadores externos (infraespinhoso, redondo menor, deltóide posterior — frequentemente negligenciados). A razão RI:RE normal para o ombro em adultos saudáveis é de ~66–75% (Cools et al., 2010) — ou seja, os rotadores externos devem ter ~66–75% da força dos rotadores internos. Praticantes com ênfase excessiva em empurrada frequentemente apresentam razões de ~50% ou menos — associadas com maior incidência de lesão do manguito rotador, síndrome do impacto e tendinopatia bicipital. O LM-026, ao combinar crucifixo (fortifica rotadores internos) e fly invertido (fortifica rotadores externos) em um mesmo aparelho, facilita a programação equilibrada desta razão.
09

Referências científicas

  1. Marchetti, P.H., & Uchida, M.C. (2011). Effects of the pullover exercise on the pectoralis major and latissimus dorsi muscles as evaluated by EMG. Journal of Applied Biomechanics, 27(4), 380–384. PMID: 22105487.
  2. Barnett, C., Kippers, V., & Turner, P. (1995). Effects of variations of the bench press exercise on the EMG activity of five shoulder muscles. Journal of Strength and Conditioning Research, 9(4), 222–227.
  3. Decker, M.J., Hintermeister, R.A., Faber, K.J., & Hawkins, R.J. (1999). Serratus anterior muscle activity during selected rehabilitation exercises. American Journal of Sports Medicine, 27(6), 784–791. PMID: 10569369.
  4. Cools, A.M., Johansson, F.R., Borms, D., & Maenhout, A. (2010). Prevention of shoulder injuries in overhead athletes: a science-based approach. Brazilian Journal of Physical Therapy, 19(5), 331–339. PMID: 26537144.
  5. Warneke, K., Lohmann, L.H., Lima, C.D., et al. (2023). Influence of long-duration static stretching on maximal strength, muscle thickness and flexibility. Frontiers in Physiology, 13, 878955. PMID: 35360238.
  6. Pizzari, T., Wickham, J., Balster, S., et al. (2014). Modifying a shrug exercise can facilitate the upward rotator muscles of the scapula. Clinical Biomechanics, 29(2), 201–205. PMID: 24290837.
  7. Schoenfeld, B.J., Contreras, B., Krieger, J., et al. (2019). Resistance training volume enhances muscle hypertrophy but not strength in trained men. Medicine & Science in Sports & Exercise, 51(1), 94–103. PMID: 30153194.
  8. Thibault, G., & Deslandres, C. (2019). Shoulder biomechanics in competitive athletes. Sports Medicine, 49(1), 11–20.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina peck deck que realiza tanto o crucifixo de peitoral (fechando à frente) quanto o fly invertido (abrindo para trás, costas/posterior de ombro).

Os apoios de braço reguláveis permitem alternar entre a função de peitoral e a de dorsal/posterior de ombro.

Ajuste o assento e a função, selecione a carga na bateria de peso e feche ou abra os braços de forma controlada, segurando a contração.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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