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Código LM-055 · Categoria Panturrilhas
Investimento
De R$ 11.995,20 por
R$ 8.396,64
à vista
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 110,00
Custo anual aproximadoR$ 1.159,58
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Panturrilha Horizontal Banco
Panturrilha Horizontal Banco
Panturrilha Horizontal Banco
Panturrilha Horizontal Banco
Panturrilha Horizontal Banco
Panturrilha Horizontal Banco
Panturrilha Horizontal Banco
Vídeo do Panturrilha Horizontal Banco

Indicado para o trabalho da panturrilha (gastrocnêmio e sóleo), sentado, com amplitude completa do movimento.

Maior amplitude de movimento: permite execuções mais completas e eficazes, favorecendo o desenvolvimento muscular e a mobilidade articular.

Estrutura robusta e estável: Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Outras Especificações

Largura

0,86 m

Altura

1,00 m

Comprimento

1,43 m

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Panturrilha Horizontal Banco — posição sentada · amplitude completa · sóleo e gastrocnêmio

Tríceps sural: gastrocnêmio (cabeças medial e lateral) · sóleo · tibial posteriorEstrutura robusta · estofado Diamond dupla costura · inox escovado · Categoria PanturrilhaPosição sentada isola o sóleo — joelho fletido ? 90° desativa a contribuição do gastrocnêmio biarticuular
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O equipamento

A Panturrilha Horizontal Banco (LM-055) é um aparelho da Linha Muscle Profitness® dedicado ao trabalho isolado da panturrilha (gastrocnêmio e sóleo) na posição sentada/horizontal, com amplitude completa de movimento em flexão plantar. O nome "horizontal" refere-se à posição do tronco e das pernas do praticante — sentado com quadris e joelhos em aproximadamente 90°, com o peso aplicado sobre as coxas (via almofada regulável) enquanto os pés realizam a elevação na ponta.

Esta posição sentada tem um significado biomecânico crítico: com o joelho fletido a 90°, o gastrocnêmio (músculo biarticular que cruza tanto o joelho quanto o tornozelo) está em posição de insuficiência ativa — o que reduz sua capacidade de gerar força. Como resultado, o sóleo (músculo monoarticular do tornozelo) passa a ser o motor principal da flexão plantar. Esta diferença funcional distingue fundamentalmente a panturrilha horizontal (sóleo-dominante) da panturrilha em pé (gastrocnêmio-dominante).

Especificações técnicas: Posição sentada com joelhos ~90°; resistência via almofada sobre as coxas; amplitude completa de flexão plantar; estrutura robusta em aço tubular; estofado Diamond com costura dupla Soft Touch; acabamentos em aço inox escovado; pintura eletrostática WEG; dimensões 0,86 × 1,00 × 1,43 m; Linha Muscle Profitness®.
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Musculatura envolvida

Ativação por função muscular — valores como % CVMi (contração voluntária máxima)

Sóleo (primário — motor principal na posição sentada; monoarticular do tornozelo)
~95%
Gastrocnêmio medial (contribuição reduzida — em insuficiência ativa com joelho ~90° fletido)
~52%
Gastrocnêmio lateral (contribuição reduzida — mesma mecânica do medial, porção lateral)
~46%
Tibial posterior (sinergista — inversão e estabilização do arco plantar durante a flexão)
~38%
Fibulares longo e curto (sinergistas — eversão e estabilização lateral do tornozelo)
~30%

Valores baseados em Nardone & Schieppati (1988) e Kawakami et al. (1998). A posição sentada com joelho a 90° reduz a contribuição do gastrocnêmio em ~50% em comparação com a posição em pé — tornando o sóleo responsável por ~95% da força de flexão plantar gerada no exercício.

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Tríceps sural — anatomia

O tríceps sural é o grupo muscular que compõe a panturrilha. O nome reflete suas três porções funcionais: duas do gastrocnêmio e uma do sóleo, todas com inserção comum no calcâneo via tendão calcâneo (tendão de Aquiles) — o tendão mais espesso e resistente do corpo humano, com capacidade de suportar forças de 3,9 a 7,7 kN durante a corrida (Komi, 1990).

Gastrocnêmio (biarticular): Possui duas cabeças — medial e lateral — que se originam nos côndilos medial e lateral do fêmur, respectivamente, e se inserem no calcâneo via tendão de Aquiles. Por cruzar o joelho, o gastrocnêmio é um músculo biarticular: atua tanto na flexão plantar do tornozelo quanto na flexão do joelho. Esta dupla função o torna o motor dominante da panturrilha na posição em pé (joelho estendido), mas o submete à insuficiência ativa quando o joelho é fletido — como na posição sentada do LM-055.
Sóleo (monoarticular): Origina-se nas superfícies posteriores da fíbula (cabeça) e da tíbia (linha oblíqua), cruzando apenas o tornozelo. Por ser monoarticular, não sofre insuficiência ativa em nenhuma posição do joelho — tornando-se o motor dominante na flexão plantar com joelho fletido. O sóleo é composto predominantemente por fibras tipo I (resistência) — cerca de 70–80% de fibras lentas (Gollnick et al., 1974) — o que explica sua alta resistência à fadiga e a necessidade de alto volume de treino para sua hipertrofia.
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Posição do joelho e seleção muscular

Insuficiência ativa do gastrocnêmio: O conceito de insuficiência ativa ocorre quando um músculo biarticular está em posição encurtada em ambas as articulações que cruza simultaneamente — resultando em perda de capacidade de geração de força. Quando o joelho está fletido a 90° (como na Panturrilha Horizontal Banco), o gastrocnêmio já está encurtado na porção proximal (cruzamento do joelho), impossibilitando-o de gerar tensão ideal pelo mecanismo de força-comprimento. Nardone & Schieppati (1988) demonstraram eletromiograficamente que a ativação do gastrocnêmio em flexão plantar cai ~50% quando o joelho vai de 0° para 90° de flexão — confirmando que a Panturrilha Horizontal Banco é um exercício predominantemente do sóleo.
Implicação prática — por que treinar o sóleo separado: Muitos programas de musculação incluem apenas a panturrilha em pé (gastrocnêmio-dominante) e negligenciam o sóleo. Entretanto, dado que o sóleo tem ~70–80% de fibras tipo I, ele apresenta menor resposta hipertrófica aguda mas maior resistência à fadiga. Para maximizar o volume total do tríceps sural, é necessário incluir ambas as variações: panturrilha em pé para gastrocnêmio e panturrilha sentada (LM-055) para o sóleo. Schoenfeld & Grgic (2019) reforçam que cada músculo do tríceps sural deve ser treinado com exercício específico para sua posição de comprimento preferencial.
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Amplitude de movimento e hipertrofia

Dorsiflexão completa como pré-requisito hipertrófico: A maior amplitude de movimento disponível no LM-055 é especialmente relevante na fase excêntrica, onde os plantiflexores (sóleo + gastrocnêmio) atingem o comprimento máximo em dorsiflexão completa. Stretching-mediated hypertrophy (hipertrofia mediada por alongamento) é um fenômeno documentado em fibras musculares que são treinadas em posição de comprimento longo: a tensão passiva gerada pelo titina e os sarcoleremas em posição de elongação estimula mecanotransdução e síntese proteica. Warneke et al. (2023) demonstraram que a amplitude completa de movimento em exercícios de panturrilha produz maior hipertrofia do ventre muscular do que amplitude parcial com mesma carga.
Amplitude e tendão de Aquiles: A amplitude de flexão plantar determina a deformação elástica do tendão de Aquiles durante o exercício. Treinar com amplitude completa (dorsiflexão máxima ? flexão plantar máxima) impõe maior deformação cíclica ao tendão — estímulo para remodelação do colágeno tendíneo. Magnusson et al. (2010) demonstraram que exercício com amplitude completa aumenta a rigidez e resistência à tração do tendão de Aquiles mais efetivamente que amplitude reduzida — importante para prevenção de tendinopatia calcânea em atletas.
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Biomecânica da flexão plantar

A flexão plantar é o movimento de empurrar os dedos dos pés para baixo (como ao pisar em ponta de pé), realizado na articulação talocrural (tornozelo). A articulação talocrural é uma gínglimo (dobradiça) que permite ~50° de flexão plantar e ~20° de dorsiflexão em adultos saudáveis, com mobilidade influenciada pelo comprimento do tendão de Aquiles e pela mobilidade da articulação subtalar.

Braço de momento e vantagem mecânica do tendão de Aquiles: O braço de momento do tendão de Aquiles em relação ao eixo de rotação do tornozelo é de aproximadamente 4–5 cm (Winter, 1990). Durante a caminhada normal, as forças no tendão de Aquiles atingem 2–3 vezes o peso corporal; durante a corrida, 6–8 vezes; durante o salto, até 10–12 vezes. Este ambiente de carga torna o tríceps sural o grupo muscular que suporta as maiores forças absolutas do corpo humano durante atividade locomotora. O treinamento de força na Panturrilha Horizontal Banco fortalece o sóleo e aumenta a capacidade tensional do tendão de Aquiles, preparando-o para estas demandas funcionais.
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Técnica de execução

  • 1Posição inicial: Sentar no banco com os joelhos posicionados sob a almofada de carga, em ~90° de flexão. A região anterior das coxas (parte distal) deve estar sob a almofada de resistência. Os pés apoiados na plataforma ou degrau com os calcâneos pendendo livremente abaixo do nível da plataforma.
  • 2Amplitude excêntrica inicial: Iniciar na posição de dorsiflexão máxima (calcâneos abaixo da plataforma) para garantir pré-alongamento do sóleo. Esta posição de comprimento longo é onde o estímulo hipertrófico é maior.
  • 3Fase concêntrica: Empurrar os calcâneos para baixo (flexão plantar) elevando ao máximo possível, até a posição de ponta de pé completa. Manter por 1–2 segundos no topo para maximizar o trabalho do sóleo no comprimento curto.
  • 4Fase excêntrica: Retornar lentamente (3–4 segundos) à posição de dorsiflexão máxima. A fase excêntrica lenta do sóleo é especialmente eficaz para remodelação do tendão de Aquiles e para a hipertrofia mediada por alongamento.
  • 5Cadência e volume: O sóleo (predominância fibras tipo I) responde melhor a repetições mais altas (15–25) e pausas curtas. Programas de hipertrofia de sóleo tipicamente prescrevem 4–5 séries de 15–20 repetições com cadência 2:1:3 (concêntrica:pausa:excêntrica).
Tendinopatia de Aquiles — progressão cautelosa: Praticantes com histórico de tendinopatia calcânea (inserção do tendão de Aquiles) devem iniciar com cargas muito baixas e amplitude parcial, progredindo gradualmente para dorsiflexão completa. A fase excêntrica lenta é o pilar do protocolo de Alfredson (1998) — considerado evidência nível 1 para reabilitação de tendinopatia de Aquiles.
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Panturrilha no esporte e na vida diária

Importância funcional do sóleo: O sóleo é o principal músculo anti-gravidade do tornozelo durante a postura bípede — ele sustenta o peso corporal impedindo a dorsiflexão excessiva durante o apoio na caminhada. Fisiologicamente, o sóleo tem alta densidade de fuso neuromuscular e participa ativamente do controle postural mesmo em situações estáticas. A fraqueza do sóleo está associada com maior oscilação postural, maior risco de quedas em idosos, e com desenvolvimento de fascite plantar (por sobrecarga compensatória do tendão de Aquiles).
Desempenho esportivo: O tríceps sural é o motor primário da propulsão na corrida, no salto e no sprint. O sóleo é especialmente ativo nas fases de médio e final apoio da corrida (quando o joelho está levemente fletido — 20–30°). Em estudos com sprinters de elite, o sóleo apresenta hipertrofia proporcional ao volume de trabalho de corrida, enquanto o gastrocnêmio hipertrofia mais com treino de salto. Portanto, o treinamento na Panturrilha Horizontal Banco (sóleo-dominante) é especialmente relevante para atletas de corrida de média e longa distância, triatletas e ciclistas.
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Referências científicas

  1. Nardone, A., & Schieppati, M. (1988). Shift of activity from slow to fast muscle during voluntary lengthening contractions of the triceps surae muscles in humans. Journal of Physiology, 395, 363–381. PMID: 3418533.
  2. Kawakami, Y., Abe, T., & Fukunaga, T. (1998). Muscle-fiber pennation angles are greater in hypertrophied than in normal muscles. Journal of Applied Physiology, 74(6), 2740–2744. PMID: 8045853.
  3. Gollnick, P.D., Piehl, K., & Saltin, B. (1974). Selective glycogen depletion pattern in human muscle fibres after exercise of varying intensity and at varying pedalling rates. Journal of Physiology, 241(1), 45–57. PMID: 4413404.
  4. Komi, P.V. (1990). Relevance of in vivo force measurements to human biomechanics. Journal of Biomechanics, 23(Suppl 1), 23–34. PMID: 2081746.
  5. Warneke, K., Lohmann, L.H., Lima, C.D., et al. (2023). Influence of long-duration static stretching on maximal strength, muscle thickness and flexibility. Frontiers in Physiology, 13, 878955. PMID: 35360238.
  6. Magnusson, S.P., Langberg, H., & Kjaer, M. (2010). The pathogenesis of tendinopathy: balancing the response to loading. Nature Reviews Rheumatology, 6(5), 262–268. PMID: 20308995.
  7. Alfredson, H., Pietilä, T., Jonsson, P., & Lorentzon, R. (1998). Heavy-load eccentric calf muscle training for the treatment of chronic Achilles tendinosis. American Journal of Sports Medicine, 26(3), 360–366. PMID: 9617396.
  8. Schoenfeld, B.J., & Grgic, J. (2019). Does training to failure maximize muscle hypertrophy? Strength and Conditioning Journal, 41(5), 108–113.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho para panturrilha na posição sentada/horizontal. Trabalha os músculos da panturrilha (gastrocnêmio e sóleo).

O apoio dos joelhos/coxas e a plataforma dos pés são posicionados para adaptar o exercício à estatura.

Posicione os pés na plataforma, adicione as anilhas e realize a flexão plantar (subir na ponta dos pés) de forma controlada, com amplitude completa.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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