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Código LM-054 · Categoria Costas
Investimento
De R$ 15.366,40 por
R$ 10.756,48
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 190,00
Custo anual aproximadoR$ 1.534,56
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Mesa Romana 45 (Extensor Lombar)
Mesa Romana 45 (Extensor Lombar)
Mesa Romana 45 (Extensor Lombar)

Indicado para extensão lombar (hiperextensão) a 45 graus, fortalecendo a lombar, os glúteos e os posteriores de coxa.

Estrutura robusta e estável: Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Sinta a diferença de treinar em um equipamento que une qualidade, conforto e design Profitness.

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Mesa Romana 45° — extensão lombar em inclinação · multifidus e eretor da espinha · glúteo e isquiotibiais

Eretor da espinha (lombar), multifidus, glúteo máximo e isquiotibiais — extensão do tronco e do quadril a 45°Estrutura robusta · estofado Diamond costura dupla · aço inox escovado · pintura WEG · Categoria CostaExercício com peso corporal + sobrecarga progressiva · fundamental para prevenção de lombalgia
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O equipamento

A Mesa Romana 45° (LM-054), também chamada de banco de hiperextensão ou extensor lombar, é um aparelho de posição fixa em que o praticante apoia as coxas e quadril no apoio acolchoado inclinado a 45° e ancora os tornozelos/pernas no suporte traseiro. A partir dessa posição, realiza flexão e extensão do tronco (movimento sagital) ou extensão do quadril — exercitando os extensores lombares, o multifidus, o glúteo máximo e os isquiotibiais.

A inclinação de 45° do apoio coloca o corpo em ângulo oblíquo, criando uma curva de resistência progressiva: quanto mais o tronco desce (flexão lombar), maior o braço de momento do peso corporal sobre os extensores lombares. O pico de torque ocorre na posição horizontal (tronco a 0° de inclinação), e a resistência reduz progressivamente à medida que o tronco se estende além da horizontal. O equipamento dispõe de estofado Diamond de alta durabilidade com costura dupla, acabamentos em aço inox escovado e pintura eletrostática WEG de alta resistência.

Especificações técnicas: Inclinação do apoio a 45°; suporte de tornozelo regulável; estofado Soft Touch Diamond com costura dupla; acabamentos em aço inox escovado; estrutura em aço tubular de alta resistência; pintura eletrostática WEG. Uso com peso corporal ou sobrecarga adicional (disco, medicine ball, haltere).
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na mesa romana 45° (%CVMi estimado)

Baseado em Mayer et al. (2003) e Callaghan et al. (1998) para extensão lombar em banco romano a 45°. Peso corporal, amplitude completa (flexão máxima ? extensão neutra).

Músculos primários

Eretor da espinha (iliocostal e longuíssimo lombar) (primário — extensão e hiperextensão do tronco)
~95%
Multifidus (lombar e torácico baixo) (primário — estabilizador segmentar e extensor da coluna)
~88%

Músculos sinergistas

Glúteo máximo (sinergista — extensão do quadril na fase final e além da horizontal)
~75%
Bíceps femoral (isquiotibiais) (sinergistas — extensão do quadril; co-ativação com glúteo)
~68%

Músculos estabilizadores

Quadrado lombar (estabilizador lateral — controle do plano frontal durante o movimento)
~52%
Glúteo médio / piriforme (estabilizadores do quadril — prevenção de torção pélvica)
~40%
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Anatomia dos extensores lombares

O grupo muscular dos extensores lombares é composto por dois sistemas funcionalmente distintos: o sistema superficial e o sistema profundo. O sistema superficial é formado pelo eretor da espinha — que compreende, da mais lateral para a mais medial, o iliocostal (origem na crista ilíaca e inserção nas costelas), o longuíssimo (origem na crista ilíaca e processos transversos lombares, inserção nos processos transversos torácicos e costelas) e o espinhal (mais medial, atua sobre os processos espinhosos). O eretor da espinha é o principal gerador de força para extensão vertebral e tem alta capacidade de geração de torque em movimentos amplos.

O sistema profundo é representado pelo multifidus — um músculo segmentar de fibras curtas que conecta processos espinhosos a processos transversos de vértebras adjacentes (3–4 segmentos acima). O multifidus tem menor capacidade de geração de força extensora absoluta, mas é o principal responsável pelo controle intersegmentar — manutenção do alinhamento entre vértebras individuais durante o movimento. Atrofia do multifidus lombar é um achado consistente em pacientes com lombalgia crônica.

Inervação e tipo de fibra: Os extensores lombares possuem predominância de fibras de Tipo I (oxidativas, resistentes à fadiga), adaptadas para a função postural contínua que exercem durante a vigília. No entanto, o eretor da espinha lombar também possui fibras Tipo II significativas, permitindo resposta rápida de proteção na presença de perturbações súbitas (reflexo de endireitamento). O treinamento de extensão lombar com a Mesa Romana 45° recruta ambos os tipos de fibras: as Tipo I durante a fase de manutenção de posição e as Tipo II durante os picos de geração de força excêntrica (descida controlada).
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Biomecânica a 45°

Curva de resistência progressiva: Na Mesa Romana a 45°, o torque que os extensores lombares precisam gerar é proporcional ao seno do ângulo do tronco em relação à horizontal. Na posição inicial (tronco inclinado para baixo, aproximadamente a 90° abaixo da horizontal), o torque é mínimo. Conforme o tronco se levanta, o torque aumenta, atingindo o pico quando o tronco está horizontal (0°). Na extensão além da horizontal (hiperextensão), o torque começa a diminuir, pois o centro de massa do tronco se aproxima do eixo de rotação. Esta curva progressiva é favorável para força nos extensores lombares.
Papel do quadril vs. lombar: Na Mesa Romana a 45°, o movimento pode ser executado predominantemente pela coluna lombar (extensão lombar) ou pelo quadril (extensão de quadril com a coluna relativamente rígida), ou por ambos. Mayer et al. (2003) demonstraram que instruir o praticante a "manter a coluna ereta e se mover pelo quadril" ativa mais o glúteo e os isquiotibiais, enquanto instruir a "arredondar e estender a coluna" ativa mais os extensores vertebrais. Ambas as variações são válidas e têm aplicações distintas.
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Multifidus e estabilidade profunda

Atrofia do multifidus na lombalgia: Hides et al. (1994) e Danneels et al. (2001) demonstraram que o multifidus lombar sofre atrofia ipsilateral (do mesmo lado) em praticantes com lombalgia, mesmo em episódios agudos — e que essa atrofia não reverte espontaneamente com a resolução da dor. A recuperação da secção transversa do multifidus requer exercícios específicos de ativação e carga progressiva. A Mesa Romana a 45° com carga leve a moderada é um exercício eficaz para reativação e hipertrofia do multifidus, pois exige controle segmentar ativo ao longo de todo o arco de movimento.
Contração antecipada (feedforward): Em indivíduos saudáveis, o multifidus se contrai antecipadamente (em até 30 ms antes) a qualquer movimento dos membros — um mecanismo de pré-tensionamento da coluna chamado de "ativação feedforward". Em pacientes com lombalgia crônica, este mecanismo de antecipação está significativamente atrasado ou ausente (Hodges & Richardson, 1996). O treinamento progressivo com extensão lombar na Mesa Romana ajuda a restaurar este padrão de ativação antecipatória ao exigir que o multifidus trabalhe de forma coordenada e consciente durante o movimento controlado.
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Lombalgia e prevenção de lesões

A lombalgia como epidemia global: A lombalgia é a principal causa de anos vividos com incapacidade no mundo, afetando ~80% dos adultos em algum momento da vida (GBD Study, 2017). Fraqueza dos extensores lombares é um preditor independente de episódios de lombalgia — praticar extensão lombar progressiva reduz significativamente o risco de novos episódios em trabalhadores e atletas.
Treinamento de extensão lombar e prevenção: Callaghan et al. (1998) e Mannion et al. (2001) demonstraram que praticantes de musculação que incluem extensão lombar progressiva em seus programas apresentam menor incidência de lombalgia e maior resistência à fadiga dos extensores lombares em testes funcionais. A Mesa Romana a 45° é o exercício de extensão lombar com a maior base de evidências para prevenção primária de lombalgia.
Hiperextensão excessiva: Estender o tronco além da posição neutra-horizontal pode impor compressão sobre as facetas articulares posteriores e os ligamentos espinhosos posteriores. Em praticantes com espondilólise ou espondilolistese, a hiperextensão é contraindicada. A posição segura é manter a extensão até a posição horizontal do tronco (alinhamento com os membros inferiores) — não além. Não é necessário "hipervender" para obter os benefícios musculares do exercício.
Contraindicações absolutas: A extensão lombar na Mesa Romana a 45° é contraindicada em: dor lombar aguda intensa (VAS >7/10), hérnia de disco com radiculopatia aguda (ciático com déficit neurológico), fratura vertebral, estenose espinhal grave, e nos primeiros 6 semanas após cirurgia lombar. Nestas situações, aguardar liberação médica antes de qualquer exercício de extensão lombar.
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Execução e técnica

  1. 1
    Posicionamento: posicionar as coxas no apoio acolchoado de forma que a dobra do quadril fique levemente acima da borda superior do apoio. Ancorar os tornozelos no suporte traseiro. Os pés devem estar em posição neutra (não em flexão plantar ou dorsiflexão forçada). A pressão no suporte de tornozelo deve ser confortável.
  2. 2
    Posição inicial: cruzar os braços sobre o peito (iniciantes) ou segurar um disco/medicine ball no peito (avançados). Deixar o tronco descer de forma controlada até a posição onde a coluna está em leve flexão (sem forçar a flexão máxima, especialmente com carga adicional).
  3. 3
    Fase concêntrica (2 s): elevar o tronco estendendo a coluna lombar — movimento de "desenrolar a coluna", da região lombar para a torácica. Ao atingir a posição horizontal (alinhamento do tronco com as pernas), fazer uma pausa de 1 s com os extensores contraídos. Expirar durante a subida.
  4. 4
    Hiperextensão (opcional): se o objetivo for ativar mais o glúteo, estender ligeiramente além da horizontal (5–10°). Não ir além disso — a compressão sobre as facetas articulares aumenta significativamente além deste ângulo. Para praticantes sem contraindicações.
  5. 5
    Fase excêntrica (3–4 s): descer o tronco de forma lenta e controlada, resistindo à gravidade. Esta fase excêntrica é a de maior valor para o desenvolvimento dos extensores lombares. Não acelerar a descida nem "cair" passivamente para a posição inicial.
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Progressão e programação

Progressão por nível: Iniciante: peso corporal, 3 séries × 10–12 repetições, amplitude parcial (descida até horizontal). Intermediário: peso corporal com amplitude completa, ou sobrecarga de 5–10 kg no peito, 3×12. Avançado: 15–25 kg de sobrecarga (disco), 4×8–12, com pausa isométrica de 2 s no pico.
Frequência recomendada: 2–3 sessões semanais para fortalecimento e prevenção. Mayer et al. (2003) demonstraram que 2 sessões semanais são suficientes para ganhos significativos de força dos extensores lombares em adultos sedentários. Para atletas em programas intensos, a extensão lombar pode ser realizada com maior frequência (3×/semana) mas com variação de amplitude e carga.
Variação do exercício — rotação lateral: A inclusão de rotação leve do tronco durante a extensão lombar (girar levemente para um lado enquanto sobe) ativa de forma assimétrica o multifidus e o quadrado lombar — exercício complementar para praticantes com desequilíbrios laterais de força ou atletas de esportes rotacionais (tênis, golfe, lutas).
Posição no treino: A extensão lombar na Mesa Romana é melhor executada no final de sessões de costas ou após aquecimento específico da coluna lombar — não como primeiro exercício da sessão com carga elevada. A musculatura lombar ainda "fria" é mais suscetível a microtraumas em cargas elevadas. Não realizar com carga máxima após exercícios que já tenham fatigado significativamente os extensores lombares (levantamento terra, agachamento).
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Referências científicas

  1. Mayer, J.M., Verna, J.L., Manini, T.M., et al. (2003). Electromyographic activity of the trunk extensors during dynamic trunk extension exercise on a Roman chair. Journal of Strength and Conditioning Research, 17(3), 617–623. PMID: 12930200.
  2. Callaghan, J.P., Gunning, J.L., & McGill, S.M. (1998). The relationship between lumbar spine load and muscle activity during extensor exercises. Physical Therapy, 78(1), 8–18. PMID: 9442195.
  3. Hides, J.A., Richardson, C.A., & Jull, G.A. (1994). Multifidus recovery is not automatic after resolution of acute, first-episode low back pain. Spine, 21(23), 2763–2769. PMID: 8610241.
  4. Hodges, P.W., & Richardson, C.A. (1996). Inefficient muscular stabilization of the lumbar spine associated with low back pain. Spine, 21(22), 2640–2650. PMID: 8961445.
  5. Danneels, L.A., Vanderstraeten, G.G., Cambier, D.C., et al. (2001). Effects of three different training modalities on the cross sectional area of the lumbar multifidus muscle in patients with chronic low back pain. British Journal of Sports Medicine, 35(3), 186–191. PMID: 11375878.
  6. Mannion, A.F., Taimela, S., Müntener, M., & Dvorak, J. (2001). Active therapy for chronic low back pain — Part 1. Effects on back muscle activation, fatigability, and strength. Spine, 26(8), 897–908. PMID: 11317114.
  7. GBD 2017 Disease and Injury Incidence and Prevalence Collaborators. (2018). Global, regional, and national incidence, prevalence, and years lived with disability for 354 diseases and injuries for 195 countries: a systematic analysis. The Lancet, 392(10159), 1789–1858. PMID: 30496104.
  8. McGill, S.M. (2007). Low back disorders: evidence-based prevention and rehabilitation, 2nd ed. Human Kinetics. ISBN: 978-0736066921.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Mesa romana a 45 graus para extensão lombar (hiperextensão). Fortalece a lombar, os glúteos e os posteriores de coxa.

O apoio dos pés e a almofada de quadril são reguláveis para adaptar a posição à estatura do usuário.

Ajuste os apoios, posicione o quadril na almofada e realize a extensão do tronco de forma controlada, sem hiperextender a coluna.

A resistência é o próprio peso corporal; a intensidade é ajustada pela variação da execução e da amplitude do movimento, sendo ideal para ganho de força e controle.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

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