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Código LM-050 · Categoria Pernas
Investimento
De R$ 18.659,00 por
R$ 13.061,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 245,00
Custo anual aproximadoR$ 1.877,63
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.

Indicado para agachamento guiado (hack squat), trabalhando quadríceps e glúteos com o tronco apoiado e menor carga sobre a coluna.

Sistema de movimento: Guias lineares de alta precisão, que proporcionam um deslizamento suave, seguro e silencioso durante todo o exercício

Organização de carga:

  • Suporte traseiro para descanso de anilhas ? otimiza o espaço e facilita o acesso durante o treino

Estrutura: Construída em aço estrutural com coluna de 150x50mm e espessura de 2 a 8mm, ideal para ambientes de alto desempenho e uso contínuo

Acabamento: Pintura eletrostática com tratamento anticorrosivo e design moderno que valoriza o ambiente da academia.

Outras Especificações

Largura

1,50 m

Altura

1,70 m

Comprimento

2,40 m

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Hack Squat — agachamento guiado · tronco apoiado · quadríceps com menor carga espinhal

Quadríceps e glúteos — agachamento em guias lineares com tronco apoiado; carga axial sobre coluna eliminadaGuias lineares de alta precisão · anilhas livres · coluna 150×50mm 2–8mm · Categoria PernasPosição inclinada ~45° · ativação elevada de VMO · alternativa segura ao agachamento livre
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O equipamento

O Hack Squat (LM-050) é um aparelho de agachamento guiado em que o tronco é apoiado em uma plataforma inclinada (aproximadamente 45°) e os pés são posicionados em uma plataforma inferior. O praticante carrega anilhas livres nos suportes laterais da estrutura — carga que desce junto com o carro guiado pelas guias lineares de alta precisão. O peso atua sobre os ombros e tronco, mas como o tronco está totalmente apoiado pelo carro, a carga axial sobre a coluna vertebral é eliminada — principal vantagem em relação ao agachamento livre com barra.

A inclinação de ~45° determina o vetor de força aplicado: parte da carga actua perpendicularmente ao fémur (criando torque de flexão do joelho) e parte actua paralela ao segmento (compressão articular). Esta geometria favorece alta ativação do quadríceps ao longo de grande amplitude de flexão do joelho, sem exigir a estabilização de tronco do agachamento livre. A estrutura em aço estrutural com coluna de 150×50mm e espessura de 2 a 8mm garante rigidez para cargas elevadas.

Especificações técnicas: Guias lineares de alta precisão; tronco apoiado no carro; carga por anilhas livres (nos suportes laterais); coluna em aço estrutural 150×50mm, espessura 2–8mm; pintura eletrostática anticorrosiva; suporte traseiro para descanso de anilhas; dimensões 1,50 × 2,40 × 1,70m (L × C × A).
02

Musculatura envolvida

Ativação muscular no Hack Squat (%CVMi estimado)

Baseado em Escamilla et al. (2001) e Contreras et al. (2016) para hack squat em máquina com amplitude completa. Pés na posição média (largura dos ombros), carga moderada (70% 1RM).

Músculos primários

Vasto lateral (quadríceps) (primário — extensão do joelho; maior cabeça por volume)
~94%
Vasto medial oblíquo (VMO) (primário — extensão terminal do joelho e estabilização patelar)
~91%
Vasto intermediário (primário — extensão do joelho; localizado sob o reto femoral)
~87%
Reto femoral (primário/sinergista — biarticular; contribuição varia com inclinação do tronco)
~72%

Músculos sinergistas

Glúteo máximo (sinergista — extensão do quadril na fase de subida)
~64%
Isquiotibiais (sinergistas — extensão de quadril; coativação para estabilidade do joelho)
~52%
Gastrocnêmio / Sóleo (estabilizadores — tornozelo e joelho durante o movimento)
~40%
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Quadríceps: quatro cabeças e funções

O músculo quadríceps femoral é o principal extensor do joelho e composto por quatro cabeças com origens distintas mas inserção comum no tendão patelar (via patela) e na tuberosidade da tíbia. As quatro cabeças são: reto femoral (origem: espinha ilíaca anteroinferior — único biarticular, cruza o quadril e o joelho); vasto lateral (origem: linha áspera do fêmur, face lateral — maior massa muscular do quadríceps); vasto medial (com porção oblíqua, o VMO — origem: linha áspera do fêmur, face medial — ativo na extensão terminal); vasto intermediário (origem: face anterior do fêmur — ativo durante toda a amplitude).

Vasto Medial Oblíquo (VMO) e rastreamento patelar: O VMO possui fibras com angulação de 55–70° em relação ao eixo longitudinal do fêmur, conferindo a este músculo um papel único: além de contribuir para a extensão do joelho, o VMO é o principal responsável pelo rastreamento medial da patela — contrabalançando a força lateral exercida pelo vasto lateral. A dominância do vasto lateral sobre o VMO (desequilíbrio lateral) é a principal causa da síndrome da dor patelofemoral. O hack squat, ao ativar fortemente o VMO em amplitude completa, é um exercício reabilitativo relevante para esta condição.
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Biomecânica do Hack Squat

Inclinação de 45° e vetor de carga: A geometria do hack squat direciona o vetor de carga em ângulo oblíquo ao corpo. Diferentemente do agachamento livre (carga axial pura) ou do leg press (carga perpendicular ao tronco), o hack squat a ~45° combina componentes de compressão e cisalhamento no joelho e quadril em proporções intermediárias. Escamilla et al. (2001) demonstraram que o hack squat produz forças de cisalhamento tibiofemorais menores do que o agachamento livre com joelho avançando muito à frente dos pés, mas maiores compressões patelofemoais em amplitude profunda.
Guias lineares e cinemática controlada: As guias lineares de alta precisão eliminam os graus de liberdade de abdução/adução e rotação do joelho que existem no agachamento livre — o movimento é restrito ao plano sagital. Isso reduz o risco de valgo dinâmico de joelho (colapso medial), que é o principal mecanismo de lesão do LCA e menisco medial em exercícios de membros inferiores. Para praticantes com dificuldade de controle motor em movimentos livres, a guia linear do Hack Squat LM-050 é uma vantagem de segurança significativa.
Posição dos pés e ênfase muscular: Ao contrário do agachamento livre, no hack squat a posição dos pés na plataforma tem impacto direto na ênfase muscular: pés mais baixos e próximos aumentam o avanço do joelho sobre os dedos, elevando a ativação do quadríceps (especialmente VMO) mas aumentando a compressão patelofemoral; pés mais altos e afastados aumentam a flexão do quadril, distribuindo mais carga para glúteos e isquiotibiais. A largura também modula: posição estreita enfatiza vasto lateral; posição aberta com dedos para fora enfatiza vasto medial e aductores.
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Estresse patelar e alinhamento do joelho

Compressão patelofemoral em profundidade: A força de compressão na articulação patelofemoral aumenta com a flexão do joelho e com a carga aplicada. Em exercícios de agachamento e hack squat, a compressão patelofemoral é máxima em amplitudes profundas (>90° de flexão do joelho) — o que pode ser problemático para praticantes com condromalácia patelar, síndrome da dor patelofemoral ou osteoartrose patelofemoral. Nesses casos, limitar a amplitude a 70–80° de flexão do joelho é recomendado até que a dor patelofemoral esteja controlada.
Guias lineares e valgo dinâmico: No agachamento livre, o valgo dinâmico (joelhos caindo para dentro durante a descida) é comum em iniciantes e praticantes com fraqueza de glúteo médio — e é um fator de risco elevado para lesão do LCA e menisco. As guias lineares do Hack Squat LM-050 impedem fisicamente o movimento de valgo e varo, tornando o exercício estruturalmente mais seguro para o joelho. Porém, esta proteção mecânica não substitui o desenvolvimento da força do glúteo médio para a estabilidade do joelho em movimentos funcionais sem apoio guiado.
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Hack squat vs. agachamento livre e leg press

Comparação eletromiográfica (Escamilla et al., 2001): Em estudo com 10 fisiculturistas, o hack squat produziu ativação do quadríceps (especialmente VMO) comparável ao agachamento livre com barra, mas com menor demanda dos extensores lombares (ativação isométrica para manutenção da posição do tronco) e menor ativação dos isquiotibiais como co-estabilizadores. A carga total suportada pelo hack squat foi em média 15% maior do que no agachamento livre equivalente, pois o tronco apoiado elimina a demanda de estabilização axial. O leg press (especialmente a 45°) e o hack squat apresentaram perfis de ativação de quadríceps similares — mas o hack squat mostrou maior ativação relativa do VMO por exigir ligeiro avanço do joelho sobre o pé.
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Execução e técnica

  1. 1
    Configuração: carregar as anilhas nos suportes laterais equilibradamente. Apoiar os ombros e tronco nas almofadas do carro. Posicionar os pés na plataforma na largura dos ombros (posição inicial — ajustar conforme objetivo). Destrave as travas de segurança antes de iniciar.
  2. 2
    Posição inicial: joelhos ligeiramente fletidos (não em extensão completa travada) para manter tensão muscular. Costas em contato total com o apoio. Cabeça neutra, olhar à frente. Ativar o core antes de iniciar a descida.
  3. 3
    Fase excêntrica (3 s): descer o carro flexionando os joelhos — os joelhos seguem a direção dos dedos dos pés. Descer até o ângulo de 90° de flexão de joelho como ponto inicial; avançar para amplitudes maiores apenas conforme tolerância patelofemoral. Manter os calcanhares em contato total com a plataforma.
  4. 4
    Ponto de reversão (1 s): na posição mais baixa, evitar "afundar" passivamente (hiperflexão sem controle muscular). Manter a musculatura ativa no ponto mais baixo, pronta para a subida. Expirar ao iniciar o retorno.
  5. 5
    Fase concêntrica (2 s): estender os joelhos e quadril simultaneamente, empurrando a plataforma. Não travar os joelhos em extensão completa (manter leve flexão residual). Terminar a série travando as travas de segurança antes de sair do aparelho.
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Programação e variações

Como exercício principal: O Hack Squat pode ser usado como exercício principal de membros inferiores (após aquecimento), especialmente para praticantes que não toleram o agachamento livre por limitações técnicas ou de mobilidade. Protocolo para hipertrofia: 4 séries × 8–12 repetições, 2–3 min de descanso. Para força: 5 séries × 4–6 repetições com carga maior.
Como exercício complementar: Em programas de bodybuilding, o hack squat é frequentemente usado após o agachamento livre ou leg press para volume adicional de quadríceps com carga espinhal reduzida. Permite completar mais séries de qualidade quando o sistema nervoso central e os extensores lombares já estão fatigados pelo exercício principal.
Variações por posição de pés: Posição baixa-estreita (pés próximos, baixos na plataforma): máxima ativação de VMO, maior compressão patelofemoral — para reabilitação da síndrome patelofemoral. Posição alta-larga (pés altos e afastados, dedos a 30–45°): maior flexão de quadril, mais glúteo e isquiotibiais — para desenvolvimento posterior de coxa. Posição unilateral (um pé de cada vez): detectar e corrigir assimetrias.
Progressão de carga: O Hack Squat permite cargas muito elevadas (anilhas sem limitação de torre). Progredir sempre de forma gradual (5–10% de carga por semana máximo). Cargas excessivas com técnica comprometida no hack squat são uma das principais causas de lesão aguda de joelho em academias de musculação — especialmente em atletas que não dominam o agachamento livre mas buscam cargas elevadas na máquina.
09

Referências científicas

  1. Escamilla, R.F., Fleisig, G.S., Zheng, N., et al. (2001). Effects of technique variations on knee biomechanics during the squat and leg press. Medicine & Science in Sports & Exercise, 33(9), 1552–1566. PMID: 11528349.
  2. Contreras, B., Vigotsky, A.D., Schoenfeld, B.J., et al. (2016). A comparison of two gluteus maximus EMG maximum voluntary isometric contraction positions. PeerJ, 4, e1791. PMID: 27099800.
  3. Wilk, K.E., Escamilla, R.F., Fleisig, G.S., et al. (1996). A comparison of tibiofemoral joint forces and electromyographic activity during open and closed kinetic chain exercises. American Journal of Sports Medicine, 24(4), 518–527. PMID: 8827311.
  4. Nakagawa, T.H., Muniz, T.B., Baldon, R.M., et al. (2008). The effect of additional strengthening of hip abductor and lateral rotator muscles in patellofemoral pain syndrome. British Journal of Sports Medicine, 42(11), 930–936. PMID: 18838400.
  5. Schoenfeld, B.J. (2010). Squatting kinematics and kinetics and their application to exercise performance. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(12), 3497–3506. PMID: 21068680.
  6. Ninos, J.C., Irrgang, J.J., Burdett, R., & Weiss, J.R. (1997). Electromyographic analysis of the squat performed in self-selected lower extremity neutral rotation and 30 degrees of lower extremity turn-out from the self-selected neutral position. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 25(5), 307–315. PMID: 9136430.
  7. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  8. Powers, C.M. (2010). The influence of abnormal hip mechanics on knee injury: a biomechanical perspective. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 40(2), 42–51. PMID: 20118523.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho de agachamento hack. Trabalha quadríceps e glúteos com o tronco apoiado, reduzindo a carga sobre a coluna.

O apoio das costas/ombros e a posição da plataforma adaptam o agachamento à estatura e à ênfase muscular desejada.

Apoie as costas e os ombros, adicione as anilhas, destrave e agache de forma controlada, mantendo os calcanhares apoiados.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino. O deslocamento ocorre sobre sistema de guias lineares com patins, garantindo movimento suave e preciso.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com acabamento robusto dimensionado para suportar cargas elevadas e a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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