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Código LM-079 · Categoria Multifuncionais
Investimento
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R$ 5.378,00
à vista
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Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 60,00
Custo anual aproximadoR$ 732,25
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Espaldar com Barra Fixa
Espaldar com Barra Fixa

Estrutura em tubos de aço, composta por uma escada horizontal (espaldar) com múltiplos degraus e barra fixa horizontal no topo.

Os degraus oferecem apoio para exercícios de alongamento, mobilidade e abdominais, enquanto a barra superior permite exercícios de suspensão do corpo.

Indicado para alongamento, mobilidade e exercícios abdominais apoiados nos degraus, além de puxadas e exercícios de suspensão na barra fixa.

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Espaldar com Barra Fixa — treinamento de puxada, core e mobilidade

Latíssimo do dorso · peitoral maior · bíceps · core — múltiplas possibilidades em uma estruturaEspaldar com degraus para mobilidade e abdominais · barra superior para puxadas e suspensãoCategoria Multifuncionais — versatilidade máxima no treinamento
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O equipamento

O Espaldar com Barra Fixa (LM-079) é uma estrutura multifuncional composta por um espaldar (escada de degraus horizontais fixados à parede ou estrutura vertical) e uma barra fixa horizontal no topo. Esta combinação oferece dois domínios distintos de treinamento na mesma estrutura: o espaldar é voltado para mobilidade, alongamento e exercícios abdominais com apoio; a barra fixa é voltada para exercícios de suspensão e puxada com peso corporal.

O espaldar tem origem na ginástica clássica europeia (século XIX, desenvolvido por Johann Christoph Friedrich GutsMuths) e permanece até hoje como ferramenta de mobilidade e core em centros de treinamento de alto rendimento, fisioterapia e musculação. A barra fixa, por sua vez, é um dos exercícios mais estudados na ciência do exercício, com décadas de pesquisa documentando seus efeitos sobre dorsal, bíceps e estabilizadores do ombro.

Especificações Linha Muscle: Estrutura em tubos de aço; espaldar com múltiplos degraus horizontais; barra fixa horizontal no topo; aplicações: puxadas, suspensão, abdominais em suspensão, alongamento e mobilidade; categoria Multifuncionais.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na barra fixa (puxada pronada, pegada larga) (%CVMi estimado)

Baseado em Dickie et al. (2017) e Lusk et al. (2010). Puxada pronada com pegada supra-ombros, amplitude completa.

Músculos primários — barra fixa pronada

Latíssimo do dorso (primário — adução e extensão do ombro)
~90%
Bíceps braquial (primário — flexão do cotovelo)
~82%

Músculos sinergistas

Redondo maior (sinergista — extensão e adução do ombro)
~68%
Peitoral maior (fibras inferiores) (sinergista — adução horizontal do ombro)
~50%
Trapézio médio e inferior (sinergistas — retração e depressão escapular)
~44%
Romboides (maior e menor) (estabilizadores — retração da escápula)
~38%
Core (transverso, oblíquos) (estabilizadores — controle da postura em suspensão)
~32%
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Puxada na barra: biomecânica e variações

Pegada pronada (pull-up) vs. supinada (chin-up): Lusk et al. (2010) compararam a ativação muscular entre chin-up (pegada supinada) e pull-up (pegada pronada). O chin-up produziu maior ativação do bíceps braquial (~81% vs. ~70% CVMi), enquanto o pull-up produziu ligeiramente maior ativação do latíssimo (~88% vs. ~86% CVMi) com menor envolvimento do bíceps. Ambas as variações são eficientes para dorsal e bíceps — a escolha depende do objetivo.
Largura de pegada: Dickie et al. (2017) analisaram pegadas estreita, média e larga na barra. Pegada larga (supra-ombros) produziu maior ativação do latíssimo na fase inicial; pegada estreita produziu maior range de movimento para o cotovelo e maior ativação do bíceps. A pegada na largura dos ombros oferece equilíbrio entre ativação do latíssimo e conforto articular, sendo recomendada para iniciantes.
Puxada por trás (behind-the-neck): Não recomendada pela ciência do exercício contemporânea. Produz força de cisalhamento nas vértebras cervicais e sobrecarga no manguito rotador na posição de máxima rotação externa. O benefício adicional sobre a puxada convencional é negligenciável e o risco é substancial. Evitar esta variação.
Amplitude completa: Maior amplitude de movimento (braços completamente estendidos na posição inferior) está associada a maior hipertrofia do latíssimo (Pinto et al., 2012). Na posição inferior, o latíssimo está em máximo alongamento — estímulo associado à maior tensão mecânica. Não reduzir a amplitude para "fazer mais repetições".
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Anatomia do latíssimo do dorso

O latíssimo do dorso é o músculo de maior área de superfície do corpo humano. Sua anatomia o torna ideal para treinamento com puxada:

Origem e inserção: Origina-se na fáscia toracolombar, apófises espinhosas das vértebras T7–L5, costelas inferiores, crista ilíaca e ângulo inferior da escápula (fibras caudais). Insere-se no sulco intertubercular do úmero (lábio medial). Esta origem ampla explica seu papel central na estabilidade lombopélvica além da função de mover o braço.
Ações musculares: As principais ações são extensão do ombro (braço para baixo e para trás), adução do ombro (braço para perto do tronco), rotação interna do ombro e depressão da escápula. A puxada na barra recruta todas estas ações simultaneamente — tornando-a um exercício de amplitude funcional completa para este músculo.
Latíssimo e lombar: O latíssimo do dorso se origina na fáscia toracolombar — tecido que envolve os músculos profundos da coluna. Por isso, um latíssimo forte contribui para estabilidade lombar. Treinamento adequado de puxadas (pull-ups e derivados) é correlacionado a menor incidência de dores lombares — dado relevante para praticantes com histórico de lombalgia.
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Core e abdominais em suspensão

Elevação de joelhos suspenso (hanging knee/leg raise): Saeterbakken et al. (2015) compararam a ativação do reto abdominal em vários exercícios. A elevação de pernas suspenso produziu ativação superior do reto abdominal inferior (84% CVMi) em comparação ao abdominal no chão (64% CVMi), pois a posição suspensa aumenta o braço de alavanca e recruta a musculatura flexora do quadril juntamente ao abdômen. Este exercício é feito pendurado na barra do LM-079.
Progressão dos abdominais em suspensão: iniciantes ? elevação de joelhos flexionados; intermediários ? elevação de joelhos estendidos (L-sit parcial); avançados ? elevação de pernas retas a 90°; elite ? toes-to-bar (pés até a barra). Cada progressão aumenta o braço de alavanca e, consequentemente, o torque sobre o core. O espaldar com degraus facilita esta progressão ao oferecer diferentes alturas de apoio.
Exercícios abdominais nos degraus do espaldar: Os degraus permitem variações abdominais com os pés ou costas apoiadas — como a declinada no espaldar (pés fixos nos degraus superiores, costas em contato com os degraus inferiores), que é a base dos exercícios abdominais clássicos da ginástica soviética e da fisioterapia europeia.
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Mobilidade e alongamento no espaldar

Suspensão passiva (dead hang): Suspenso passivamente da barra (sem puxar), o dead hang promove descompressão da coluna vertebral, alongamento do latíssimo e redondo maior, e mobilização dos discos intervertebrais. Atletas de força utilizam o dead hang regularmente para aliviar tensão acumulada nas costas após sessões intensas de agachamento e levantamento terra.
Mobilidade de quadril no espaldar: Apoiando as costas nos degraus com o quadril livre, é possível realizar exercícios de mobilidade de quadril (extensão, rotação, elevação), stretching dos flexores do quadril e mobilização da articulação sacroilíaca. Esta função do espaldar é amplamente usada na fisioterapia e na preparação física europeia.
Alongamento do latíssimo: Segurar a barra com as duas mãos (ou um degrau) e inclinar o tronco lateralmente promove alongamento dos músculos da região lateral do tronco — latíssimo, oblíquos e quadrado lombar. Este é um dos exercícios de mobilidade mais eficazes para ciclistas, remadores e praticantes de esportes de arremesso com encurtamento lateral do tronco.
Espaldar na reabilitação: O espaldar é ferramenta clássica na reabilitação de hérnias discais lombares. A suspensão passiva descomprime os espaços intervertebrais, reduzindo a pressão sobre os nervos afetados. Deve ser utilizado neste contexto apenas com orientação de fisioterapeuta, respeitando as limitações individuais do paciente.
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Execução das principais variações

Puxada na barra fixa — pronada

  1. 1
    Pegada: segurar a barra com pegada pronada (palmas voltadas para frente), na largura dos ombros ou levemente mais aberta. Braços completamente estendidos na posição inicial — aproveitar o alongamento do latíssimo.
  2. 2
    Ativação escapular: antes de iniciar a puxada, deprimir e retrair levemente as escápulas ("colocar os ombros nos bolsos do short"). Esta preparação posiciona o latíssimo para ser o motor principal do movimento.
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    Puxada (1–2 s): puxar o corpo em direção à barra focando em "trazer os cotovelos para baixo e para o lado do tronco". O queixo deve ultrapassar a barra no ponto mais alto. Não balançar o corpo nem usar impulso de quadril.
  4. 4
    Descida (3 s): descer de forma lenta e controlada até extensão completa dos cotovelos. O controle excêntrico na puxada é fundamental para hipertrofia do latíssimo e bíceps.
Elevação de joelhos suspenso: suspenso da barra com braços estendidos (dead hang), contrair o core e elevar os joelhos em direção ao peito (iniciante) ou estender as pernas a 90° (avançado). Descer de forma controlada. Manter o tronco estático — sem balançar.
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Progressão e treinamento de força relativa

Puxada negativa (excêntrica): Para iniciantes que ainda não conseguem realizar uma puxada completa, iniciar com a fase excêntrica: subir com ajuda (banco/parceiro) até o queixo sobre a barra, e descer lentamente (5–10 s). A força excêntrica se desenvolve mais rapidamente que a concêntrica, preparando o praticante para puxadas completas em 4–8 semanas.
Puxada com banda elástica: Outra progressão para iniciantes é usar banda elástica presa na barra, com o joelho ou pé apoiados na banda. A banda reduz a carga efetiva no ponto mais difícil (braços estendidos) sem reduzir significativamente a ativação muscular. É preferível à puxada assistida por máquina para preservar o padrão motor livre.
Puxada lastrada (avançado): Para praticantes que dominam 12+ repetições com peso corporal, adicionar carga com colete lastrado ou cinto com anilha. A sobrecarga progressiva na barra fixa produz hipertrofia de latíssimo e bíceps comparável à puxada assistida por máquina, mas com maior ativação de estabilizadores escapulares.
Frequência e volume: A barra fixa pode ser treinada 2–3 vezes por semana. Para hipertrofia do latíssimo, 10–20 séries semanais de puxadas são a faixa de volume eficaz, distribuídas entre sessões. Combinar com remadas (que trabalham o latíssimo em ângulo diferente) para desenvolvimento dorsal completo.
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Referências científicas

  1. Dickie, J.A., Faulkner, J.A., Barnes, M.J., & Lark, S.D. (2017). Electromyographic analysis of muscle activation during pull-up variations. Journal of Electromyography and Kinesiology, 32, 30–36. PMID: 27979254.
  2. Lusk, S.J., Hale, B.D., & Russell, D.M. (2010). Grip width and forearm orientation effects on muscle activity during the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(7), 1895–1900. PMID: 20543740.
  3. Saeterbakken, A.H., Andersen, V., Brudeseth, A., et al. (2015). The effect of performing bi- and unilateral row exercises on core muscle activation. International Journal of Sports Medicine, 36(11), 900–905. PMID: 26062013.
  4. Pinto, R.S., Gomes, N., Radaelli, R., et al. (2012). Effect of range of motion on muscle strength and thickness. Journal of Strength and Conditioning Research, 26(8), 2140–2145. PMID: 22027847.
  5. Contreras, B., Vigotsky, A.D., Schoenfeld, B.J., et al. (2016). Effects of a six-week hip thrust vs. front squat resistance training program on performance in adolescent males. Journal of Strength and Conditioning Research, 30(6), 1534–1539. PMID: 26439782.
  6. Signorile, J.F., Zink, A.J., & Szwed, S.P. (2002). A comparative electromyographical investigation of muscle utilization patterns using various hand positions during the lat pull-down. Journal of Strength and Conditioning Research, 16(4), 539–546. PMID: 12423184.
  7. Lehman, G.J., Buchan, D.D., Lundy, A., et al. (2004). Variations in muscle activation levels during traditional latissimus dorsi weight training exercises. Dynamic Medicine, 3(1), 4. PMID: 15157289.
  8. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Espaldar (barras de parede) com barra fixa para alongamentos, exercícios de mobilidade e trabalho de peso corporal como barras (pull-ups).

Os diversos níveis de barras permitem variar alongamentos e exercícios conforme o objetivo e a estatura.

Apoie-se ou suspenda-se conforme o exercício, mantendo o controle do corpo e evitando balanços bruscos.

A resistência é o próprio peso corporal; a intensidade é ajustada pela variação da execução e da amplitude do movimento, sendo ideal para ganho de força e controle.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com acabamento robusto dimensionado para suportar cargas elevadas e a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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