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Código LM-072 · Categoria Ombros e Deltoides
Investimento
De R$ 13.955,20 por
R$ 9.768,64
à vista
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 220,00
Custo anual aproximadoR$ 1.441,08
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Elevação Deltoide Articulado
Elevação Deltoide Articulado
Elevação Deltoide Articulado

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com braços articulados, assento e apoios estofados em Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, e pinos de carga para anilhas no próprio braço.

Indicado para elevação lateral de ombros, isolando a porção lateral do deltoide em movimento guiado e controlado.

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Elevação Deltoide Articulado — mecânica de braço de alavanca e isolamento escapular

Deltoide lateral — elevação bilateral sentada com braços articulados e carga por anilhasPinos de carga no braço · assento e apoios Soft Touch Diamond · Ombro e DeltoideCurva de resistência gravitacional em alavanca articulada
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O equipamento

O Elevação Deltoide Articulado (LM-072) é uma máquina de elevação lateral sentada com braços articulados e pinos de carga para anilhas diretamente no braço do equipamento. Diferentemente de máquinas conectadas à torre de peso por cabo, o LM-072 utiliza carga gravitacional direta: as anilhas são encaixadas nos pinos posicionados nos próprios braços articulados, criando uma curva de resistência determinada pela alavanca mecânica e pela força gravitacional.

A estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência garante estabilidade durante o movimento, enquanto o assento e os apoios estofados em Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada oferecem conforto e ancoragem do tronco durante a execução. Esta configuração de alavanca articulada diferencia o LM-072 de máquinas com polias, produzindo um perfil de torque distinto ao longo do arco de movimento.

Especificações Linha Muscle: Braços articulados com pinos de carga para anilhas; estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência; assento e apoios estofados em Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada; pintura eletrostática WEG; categoria Ombro e Deltoide.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na elevação lateral sentada com braços articulados (%CVMi estimado)

Baseado em Franke et al. (2015) e Reinold et al. (2004) para elevação lateral sentada. Ângulo de elevação 0–90°, carga moderada (60% 1RM).

Músculos primários

Deltoide lateral (medial) (primário — abdução glenoumeral no plano frontal)
~86%
Supraespinhoso (primário — inicia abdução 0–30°; cuff depression)
~70%

Músculos sinergistas e estabilizadores

Trapézio superior (sinergista — rotação escapular ascendente; controlar elevação excessiva)
~44%
Serrátil anterior (estabilizador — rotação ascendente e báscula da escápula)
~38%
Deltoide anterior (sinergista — contribuição menor na fase inicial)
~33%
Manguito rotador (infraespinhoso, redondo menor) (estabilizador glenoumeral)
~28%
Musculatura profunda do core (estabilizador de tronco — eliminado pela posição sentada)
~18%
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Mecânica de braço de alavanca articulada

O LM-072 utiliza o princípio de alavanca de segunda ordem: as anilhas (força resistente) são posicionadas nos pinos do braço articulado, e o ponto de apoio (fulcro) é a articulação da máquina. O deltoide é o motor que gera o torque para vencer a resistência gravitacional das anilhas.

Curva de resistência gravitacional: Em uma alavanca, o torque resistente é proporcional à distância horizontal entre o pino de carga e o fulcro. À medida que o braço sobe de 0° a 90°, a componente horizontal da força resistente aumenta — o pico de torque ocorre quando o braço está horizontal (90°), idêntico à curva de força do deltoide lateral. Há uma correspondência natural entre a curva de resistência da alavanca e a curva de força do músculo.
Diferença em relação à polia (cabo): Máquinas com cabo mantêm tensão constante em qualquer ângulo. A alavanca do LM-072 produz tensão variável: mínima no início (0°), máxima no pico (90°). Isso cria um perfil de sobrecarga que concentra o estímulo no final da amplitude — região onde o deltoide lateral é mais encurtado e teoricamente mais propenso à hipertrofia por sobrecarga excêntrica na descida.
Posicionamento das anilhas: O pino de carga pode estar em diferentes posições no braço articulado. Quanto mais distante do fulcro estiver o pino, maior o torque gerado pela mesma anilha. Conhecer a posição do pino permite calcular com precisão o torque real sobre o deltoide — fator importante para progressão de carga individualizada.
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Posição sentada e estabilidade escapular

Vantagem da posição sentada: A posição sentada com apoio lombar elimina a necessidade de estabilização do tronco, permitindo que toda a atenção neuromuscular se concentre no deltoide lateral. Em pé, parte da ativação cortical é destinada ao equilíbrio e à estabilização do core — na máquina sentada, este recurso é liberado para o músculo alvo.
Ritmo escapuloumeral: Para cada 2° de abdução glenoumeral, a escápula rota 1° para cima (ritmo 2:1). Em 90° de abdução do braço, a escápula já completou 30° de rotação ascendente. O serrátil anterior e o trapézio inferior são os responsáveis por essa rotação — e devem ser funcionalmente competentes para que a elevação lateral seja eficiente e segura.
Apoios e ancoragem: Os apoios estofados do LM-072 fixam o tronco durante o movimento, prevenindo a inclinação lateral contralateral que praticantes adotam ao usar halter pesado. Essa compensação (inclinar o tronco para o lado oposto ao braço que sobe) é uma forma de "roubar" o movimento usando gravidade — eliminada pela máquina articulada.
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Carga direta por anilhas vs. pilha de peso

Carga por anilhas — vantagens: A carga direta por anilhas permite ajustes granulares de peso (microplacas de 0,5–1,25 kg), facilitando a progressão de carga ao longo do tempo. A progressão de sobrecarga progressiva é o principal mecanismo de hipertrofia muscular comprovado — e microprogressões são mais eficientes que saltos grandes em máquinas de pilha (onde o incremento mínimo é geralmente 5 kg).
Pilha de peso — vantagens: Máquinas com pilha de peso permitem troca de carga mais rápida (ideal para rest-pause, drop sets, supersets) e garantem maior reprodutibilidade de carga sessão a sessão. Para praticantes avançados que usam técnicas de alto volume com tempo limitado, a pilha de peso oferece vantagem prática. Porém, para hipertrofia baseada em progressão sistemática, a anilha oferece controle superior.
Distribuição bilateral: O LM-072 realiza elevação lateral bilateral simultânea. Pesquisas de Botton et al. indicam que o treinamento bilateral pode apresentar "déficit bilateral" — quando a força combinada de ambos os braços simultâneos é menor que a soma de cada braço treinado individualmente. Para praticantes com assimetria de ombros, máquinas unilaterais são preferidas. Para hipertrofia geral, o bilateral é eficiente e menos fatigante neurologicamente.
06

Configuração e seleção de carga

  1. 1
    Encaixe das anilhas: inserir as anilhas nos pinos dos braços articulados simetricamente — mesma carga em ambos os lados. Verificar o travamento dos pinos antes de iniciar. Para iniciantes, utilizar apenas anilhas pequenas (2,5–5 kg por lado) para aprendizado técnico.
  2. 2
    Posicionamento sentado: sentar com as costas apoiadas no encosto, pés firmes no chão (ou na plataforma), quadril neutro. Posicionar os antebraços sob os apoios dos braços articulados — o ponto de contato deve ser aproximadamente na altura do cotovelo/antebraço proximal.
  3. 3
    Seleção de carga: o deltoide lateral é pequeno e suporta menos carga do que muitos praticantes imaginam. Começar com carga que permita 15 repetições com técnica perfeita (sem elevar o trapézio). Progredir incrementalmente — adicionar 1,25–2,5 kg por lado apenas quando 15 reps limpas estiverem dominadas.
07

Execução e técnica

  1. 1
    Posição inicial: cotovelos com leve flexão (15–20°), ombros deprimidos e levemente retraídos. Respirar normalmente. Os braços articulados devem estar próximos ao corpo mas sem tensão excessiva na posição de descanso.
  2. 2
    Fase concêntrica (2 s): elevar os braços lateralmente de forma controlada, como se estivesse "abrindo as asas". Os ombros devem permanecer deprimidos durante toda a subida — o trapézio superior NÃO deve elevar os ombros. Expirar durante a subida.
  3. 3
    Pico (1 s): manter na posição de 90° com deltoide contraído. Verificar que os ombros não estão "subidos". Manter o tronco encostado no apoio sem inclinar para nenhum lado.
  4. 4
    Fase excêntrica (3 s): descer os braços de maneira lenta e resistida. A fase excêntrica controlada da alavanca articulada é fundamental — permite maior dano muscular controlado e maior resposta hipertrófica. Não "deixar cair" o peso.
Técnica "polegar para baixo": Girar levemente o punho de forma que o polegar aponte para baixo (pronação do antebraço) durante a elevação. Esta posição aumenta a ativação do deltoide lateral ao reduzir a contribuição do deltoide anterior e altera levemente o recrutamento do supraespinhoso. Confirmado por Reinold et al. (2004) como variante que maximiza o isolamento da porção lateral.
08

Periodização do deltoide lateral

Volume eficaz: Schoenfeld et al. (2017) e Israetel et al. recomendariam para o deltoide lateral um volume de manutenção de ~6 séries/semana, volume mínimo eficaz de ~8 séries/semana e volume máximo adaptativo de ~20 séries/semana. O deltoide lateral se recupera rapidamente, suportando treino com frequência de 2–3× semana.
Faixa de repetições: O deltoide lateral apresenta composição mista de fibras (tipo I e II). Pesquisas de Morton et al. (2016) indicam que faixas de 6–12 (sobrecarga) e 12–30 (metabólico) são eficientes para hipertrofia. Para o deltoide lateral especificamente, repetições mais altas (15–20) com sensação de "queimação" são bem toleradas e eficazes para hipertrofia.
Combinação com outros exercícios: O deltoide lateral é treinado como motor primário em exercícios de elevação lateral, mas também como sinergista em exercícios de ombro como desenvolvimento. Planejar o volume total levando em conta tanto os exercícios específicos quanto os exercícios multi-articulares que recrutam este músculo.
Progressão a longo prazo: O deltoide lateral tem hipertrofia mais lenta que músculos maiores (quadríceps, dorsais, peitorais). A expectativa realista é de 1–2 cm de ganho de largura de ombro por ano em praticantes dedicados. Consistência de longo prazo e progressão paciente são mais determinantes que o método de treino específico.
09

Referências científicas

  1. Franke, R.A., Botton, C.E., Rodrigues, R., et al. (2015). Analysis of anterior, middle and posterior deltoid activation during single and multijoint exercises. Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, 55(7–8), 714–721. PMID: 25389649.
  2. Reinold, M.M., Wilk, K.E., Fleisig, G.S., et al. (2004). Electromyographic analysis of the rotator cuff and deltoid musculature during common shoulder external rotation exercises. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 34(7), 385–394. PMID: 15301098.
  3. Botton, C.E., Radaelli, R., Wilhelm, E.N., et al. (2013). Neuromuscular adaptations to unilateral vs. bilateral strength training in young and elderly men. Journal of Human Kinetics, 38, 17–28. PMID: 23717354.
  4. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  5. Morton, R.W., Oikawa, S.Y., Wavell, C.G., et al. (2016). Neither load nor systemic hormones determine resistance training-mediated hypertrophy or strength gains in resistance-trained young men. Journal of Applied Physiology, 121(1), 129–138. PMID: 27174923.
  6. Inman, V.T., Saunders, J.B., & Abbott, L.C. (1944). Observations on the function of the shoulder joint. Journal of Bone and Joint Surgery, 26(1), 1–30. PMID: 18089802.
  7. Wattanaprakornkul, D., Halaki, M., Boettcher, C., et al. (2011). A comprehensive analysis of muscle recruitment patterns during shoulder flexion: an electromyographic study. Clinical Anatomy, 24(5), 619–626. PMID: 21674609.
  8. Decker, M.J., Hintermeister, R.A., Faber, K.J., & Hawkins, R.J. (1999). Serratus anterior muscle activity during selected rehabilitation exercises. American Journal of Sports Medicine, 27(6), 784–791. PMID: 10569372.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Aparelho articulado para elevação lateral de ombros. Isola a porção lateral do deltoide.

Os apoios de braço e o assento são ajustáveis para alinhar o movimento ao ombro de cada usuário.

Ajuste o assento, adicione as anilhas e eleve os braços lateralmente de forma controlada, segurando a contração no topo, sem deixar o peso bater.

A resistência é definida pela inserção de anilhas pelo próprio usuário, em sistema mecânico direto, permitindo ajuste preciso e progressivo da carga conforme a evolução do treino.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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