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Código LM-013 · Categoria Ombros e Deltoides
Investimento
De R$ 18.032,00 por
R$ 12.622,40
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 390,00
Custo anual aproximadoR$ 1.967,80
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Deltoide Vertical Maquina
Deltoide Vertical Maquina
Vídeo do Deltoide Vertical Maquina

O usuário ajusta a altura do apoios de braço concentrando-a na porção medial do tronco e, de frente para o equipamento, eleva os braços lateralmente por meio das alças, conectadas à torre de peso por cabo, em trajetória guiada.

Indicado para elevação lateral (deltoide), isolando a porção lateral do ombro.

Outras Especificações

Bateria de Peso

100Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Deltoide Vertical Máquina — análise técnica e biomecânica

Deltoide lateral — isolamento guiado da porção medial do ombroAlças conectadas à torre por cabo · trajetória guiada · Ombro e DeltoideElevação lateral precisa sem compensação de trapézio
01

O equipamento

O Deltoide Vertical Máquina (LM-013) é um aparelho específico para elevação lateral guiada, isolando a porção medial (lateral) do deltoide. O usuário se posiciona de frente para o equipamento, com os apoios de braço regulados para concentrar-se na porção medial do tronco, e eleva os braços lateralmente por meio das alças conectadas à torre de peso por cabo, em trajetória guiada. Esta trajetória guiada elimina as compensações comuns da elevação lateral livre — especialmente o uso de impulso, o "encolhimento" do trapézio e a inclinação lateral do tronco.

A trajetória guiada da máquina garante que o arco de elevação lateral ocorra no plano frontal correto, maximizando o isolamento da porção lateral do deltoide — o músculo responsável pela largura dos ombros. Sistema de guias lineares, discos de transmissão em HDPE, acabamento premium com pintura eletrostática.

Especificações Linha Muscle: Trajetória guiada de elevação lateral; apoio de braço com regulagem de altura; alças conectadas à torre por cabo; sistema de guias lineares; discos HDPE; categoria Ombro e Deltoide.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular na elevação lateral guiada (%CVMi estimado)

Baseado em Campos et al. (2020) e Botton et al. (2013) para elevação lateral com máquina vs. halter. Ângulo de elevação 0–90°, carga moderada (65% 1RM).

Músculos primários

Deltoide lateral (medial) (primário — abdução glenoumeral)
~88%
Supraespinhoso (primário — inicia e apoia a abdução glenoumeral)
~74%

Músculos sinergistas e estabilizadores

Trapézio superior (sinergista — elevação da escápula; deve ser minimizado)
~42%
Deltoide anterior (sinergista — flexão horizontal leve)
~38%
Serrátil anterior (estabilizador escapular — rotação ascendente)
~35%
Infraespinhoso + redondo menor (estabilizadores do manguito rotador)
~30%
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Anatomia do deltoide

O deltoide é um músculo triangular em forma de delta invertido que envolve a articulação glenoumeral. Anatomicamente, é dividido em três porções com origens distintas e ações parcialmente diferentes:

Porção anterior (clavicular): origina-se na extremidade lateral da clavícula. Responsável pela flexão e rotação interna do ombro. Mais recrutada em movimentos de pressão à frente (development press, empurrão) e elevações frontais. É a porção de ombro mais treinada indiretamente nos exercícios de peito.
Porção lateral (medial): origina-se no acrômio. É a principal produtora de abdução do braço no plano frontal — o movimento de elevação lateral. É também a porção que mais contribui para a aparência de "ombros largos", pois sua hipertrofia aumenta a largura dos ombros. O LM-013 isola especificamente esta porção.
Porção posterior (espinhal): origina-se na espinha da escápula. Responsável pela extensão e rotação externa do ombro. Recrutar esta porção requer exercícios como remada alta aberta e elevações na posição inclinada à frente. É frequentemente subtreinada em comparação com as porções anterior e lateral.
Supraespinhoso e abdução: O supraespinhoso (manguito rotador) inicia a abdução do braço nos primeiros 0–30° de elevação antes que o deltoide lateral assuma o papel de motor principal. Por isso, exercícios de elevação lateral sempre envolvem o manguito rotador — especialmente o supraespinhoso.
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Elevação lateral: biomecânica do arco

A elevação lateral é o exercício mais específico para o deltoide lateral existente na ciência do exercício. Sua biomecânica é simples, mas com nuances importantes:

Plano de movimento — plano da escápula: A elevação no plano da escápula (escaption) — com os braços elevados ~30° à frente do plano frontal puro — é a trajetória mais confortável para a glenoumeral e recruta o deltoide lateral de forma eficiente. Este posicionamento reduz o risco de impacto subacromial em comparação com a elevação no plano frontal puro. A trajetória guiada do LM-013 segue este princípio.
Ângulo e torque: O torque sobre o deltoide lateral é máximo quando o braço está a 90° de abdução (horizontal), zero quando o braço está ao lado do corpo (0°) e novamente baixo quando passa de 90°. Isso significa que o deltoide trabalha com crescente resistência ao longo da subida — característica que a máquina preserva através da ligação por cabo.
Amplitude ótima: Elevar os braços acima de 90° não aumenta significativamente a ativação do deltoide lateral e pode gerar impacto subacromial em praticantes com menor mobilidade glenoumeral. A amplitude de 0° a 90° cobre a zona de maior eficiência do deltoide lateral e é segura para a maioria dos praticantes.
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Máquina vs. halter na elevação lateral

Elevação com halter: O halter cria resistência vertical (gravitacional). No início da elevação lateral com halter, a resistência é mínima (o braço está ao lado do corpo) e aumenta progressivamente até atingir o máximo a 90°. Este perfil NÃO corresponde ao perfil de torque do deltoide, que é zero no início e máximo em ~90°. Por coincidência, as curvas são similares, mas a fase inicial (0–15°) tem tensão muito baixa no halter.
Elevação na máquina (cabo): A máquina mantém tensão constante desde o início do movimento (0°) até o final. Isso significa que o deltoide lateral é estimulado mesmo na posição inicial, onde o halter oferece pouca resistência. Botton et al. (2013) confirmaram que a elevação lateral com cabo apresenta ativação EMG do deltoide lateral superior à versão com halter, especialmente nos primeiros graus de abdução.
Eliminação de compensações: A guia mecânica do LM-013 elimina o balanço do tronco, a inclinação lateral e o uso de impulso (que são frequentes na elevação lateral livre com halter pesado). Isso garante que o deltoide lateral seja o músculo responsável por todo o trabalho — tornando a máquina superior ao halter em especificidade de isolamento muscular.
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Configuração e regulagens

  1. 1
    Apoio de braço: ajustar a altura do apoio para que fique na região medial do tronco (ao nível da cintura ou levemente abaixo). A posição correta garante que o ponto de articulação das alças corresponda ao eixo de movimento do ombro do praticante.
  2. 2
    Carga: selecionar uma carga que permita elevação controlada sem compensações visíveis. O deltoide lateral é um músculo relativamente pequeno — cargas excessivas forçam o trapézio a assumir o movimento ("subir os ombros"). Iniciar com cargas baixas (10–20% do peso corporal é referência para iniciantes).
  3. 3
    Verificação de alinhamento: posicionar-se de frente para o equipamento com postura ereta. Os braços devem ficar naturalmente ao lado do corpo na posição inicial, com as alças encaixadas no cotovelo ou antebraço proximal.
07

Execução fase a fase

  1. 1
    Posição inicial: postura ereta, ombros deprimidos (para baixo) e levemente retraídos. Braços ao lado do corpo, cotovelos com leve flexão (15°) que deve ser mantida constante. Core contraído para estabilizar o tronco.
  2. 2
    Fase concêntrica (2 s): elevar os braços lateralmente em trajetória guiada, como se fosse "derramar água de um copo" no pico do movimento (leve pronação do antebraço). Elevar até a altura dos ombros (90° de abdução). Não elevar o trapézio (os ombros não devem "subir").
  3. 3
    Pico de contração (1 s): manter brevemente na posição de 90° com o deltoide contraído. Expirar neste ponto. Verificar que os ombros estão deprimidos — não elevados.
  4. 4
    Fase excêntrica (3 s): descer os braços de forma lenta e controlada até a posição inicial. O controle excêntrico é especialmente importante para o deltoide lateral, cujas fibras tipo II (rápidas) são mais prevalentes que em outros deltoides e respondem bem à fase excêntrica.
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Segurança articular e progressão

Impacto subacromial: Elevar o braço acima de 90° com carga em rotação interna pode causar impacto subacromial — compressão dos tecidos entre o úmero e o acrômio. Limitar a amplitude a 90° e manter leve rotação externa (polegar levemente para cima) durante a elevação protege o espaço subacromial.
Trapézio dominante: O erro mais comum é o trapézio superior "subir os ombros" para ajudar na elevação. Isso reduz a ativação do deltoide lateral e sobrecarrega o trapézio. Praticar a elevação com ombros conscientemente deprimidos antes de aumentar a carga.
Volume e frequência: O deltoide lateral responde bem a volumes moderados a altos (12–20 séries semanais) com frequência de 2–3 vezes por semana. Como músculo de perfil mais oxidativo (fibras tipo I mais prevalentes), tolera bem volumes maiores com recuperação mais rápida que músculos maiores.
Progressão: A progressão na elevação lateral deve ser incremental e paciente. O deltoide lateral é relativamente pequeno e qualquer compensação com aumento prematuro de carga reduz o isolamento. Preferir repetições mais altas (12–20) e progressão de carga menor (1–2,5 kg por ciclo).
09

Referências científicas

  1. Campos, Y.A.C., Vianna, J.M., Guimarães, M.P., et al. (2020). Different shoulder exercises affect the activation of deltoid portions and rotator cuff muscles. Journal of Human Kinetics, 75, 5–14. PMID: 33312256.
  2. Botton, C.E., Radaelli, R., Wilhelm, E.N., et al. (2013). Neuromuscular adaptations to unilateral vs. bilateral strength training in young and elderly men. Journal of Human Kinetics, 38, 17–28. PMID: 23717354.
  3. Reinold, M.M., Wilk, K.E., Fleisig, G.S., et al. (2004). Electromyographic analysis of the rotator cuff and deltoid musculature during common shoulder external rotation exercises. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 34(7), 385–394. PMID: 15301098.
  4. Franke, R.A., Botton, C.E., Rodrigues, R., et al. (2015). Analysis of anterior, middle and posterior deltoid activation during single and multijoint exercises. Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, 55(7–8), 714–721. PMID: 25389649.
  5. Decker, M.J., Hintermeister, R.A., Faber, K.J., & Hawkins, R.J. (1999). Serratus anterior muscle activity during selected rehabilitation exercises. American Journal of Sports Medicine, 27(6), 784–791. PMID: 10569372.
  6. Wattanaprakornkul, D., Halaki, M., Boettcher, C., et al. (2011). A comprehensive analysis of muscle recruitment patterns during shoulder flexion: an electromyographic study. Clinical Anatomy, 24(5), 619–626. PMID: 21674609.
  7. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  8. Neer, C.S. (1983). Impingement lesions. Clinical Orthopaedics and Related Research, (173), 70–77. PMID: 6825348.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina para elevação lateral (deltoide). Isola a porção lateral dos ombros em movimento vertical guiado.

O assento e os apoios de braço são reguláveis para alinhar o eixo de rotação à articulação do ombro.

Ajuste o assento, selecione a carga na bateria de peso e eleve os braços lateralmente de forma controlada, sem usar impulso.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
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