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Código LM-009 · Categoria Peitoral
Investimento
De R$ 19.756,80 por
R$ 13.829,76
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
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Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 345,00
Custo anual aproximadoR$ 2.073,72
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.
Chest Press Supino Vertical Máquina
Chest Press Supino Vertical Máquina
Chest Press Supino Vertical Máquina
Vídeo do Chest Press Supino Vertical Máquina

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com torre de peso selecionável (pin-loaded) em chapa de aço carbono cortada a laser integrada, sistema de cabos e polias, assento e encosto estofados em Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada e regulagem de altura do assento.

O usuário senta-se no equipamento após o ajuste de altura do assento e de distância do encosto, empurra as manoplas à frente, com a resistência definida pelo pino na torre de pesos.

Indicado para o desenvolvimento do peitoral, com participação de ombros e tríceps, em movimento de supino vertical sentado.

Outras Especificações

Bateria de Peso

80Kg

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Chest Press Supino Vertical Máquina — análise técnica e biomecânica

Peitoral, deltóide anterior e tríceps — supino horizontal sentadoTorre pin-loaded · cabo e polia · regulagem de assento · PeitoMáxima segurança e controle de carga para desenvolvimento peitoral
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O equipamento

O Chest Press Supino Vertical Máquina (LM-009) é um aparelho de pressão horizontal sentado com torre de peso selecionável (pin-loaded) integrada, sistema de cabos e polias, assento e encosto reguláveis com estofamento Soft Touch Diamond. O movimento — empurrar as manoplas para a frente a partir da posição de cotovelos recuados — reproduz fielmente o padrão biomecânico do supino com barra ou halter, porém em posição sentada e com guia de trajetória, o que elimina a necessidade de estabilização de alta demanda e permite foco exclusivo no recrutamento do peitoral.

A resistência é selecionada pelo pino na torre de chapa de aço carbono cortada a laser, tornando trocas de carga rápidas e precisas — ideal para o ritmo de academias de alta rotatividade. As regulagens de altura do assento e de distância do encosto permitem posicionar as manoplas na altura exata do peitoral para cada praticante.

Especificações Linha Muscle: Tubos retangulares de aço de alta resistência; torre pin-loaded em chapa de aço carbono cortada a laser; sistema de cabos e polias; assento e encosto Soft Touch Diamond costura dupla reforçada; regulagem de altura do assento e distância do encosto; categoria Peito.
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Musculatura envolvida

Ativação muscular no chest press sentado (%CVMi estimado)

Baseado em Calatayud et al. (2015) comparando chest press em máquina vs. livre; Kohler et al. (2010) para ativação peitoral em press sentado. Manoplas na altura do peitoral médio, carga moderada (70% 1RM).

Músculos primários

Peitoral maior — porção esternal (média) (primário — adução e flexão horizontal do ombro)
~86%
Peitoral maior — porção clavicular (superior) (primário — maior ênfase com encosto ligeiramente inclinado)
~72%
Tríceps braquial (sinergista primário — extensão do cotovelo)
~65%
Deltóide anterior (sinergista — flexão horizontal do ombro)
~58%
Serrátil anterior (estabilizador escapular — rotação da escápula)
~35%
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Anatomia do peitoral maior

O peitoral maior é um músculo em forma de leque com três porções de origem e inserção comum no úmero:

Porção clavicular (superior): origina-se na clavícula medial. É mais ativada em movimentos de pressão inclinada e flexão do ombro. Inserção no úmero com trajetória que favorece a adução com o braço abaixo da linha do ombro. No chest press vertical, recebe maior estímulo quando o assento está mais baixo (manoplas em posição superior).
Porção esternocostal (média/inferior): maior porção do músculo, origina-se no esterno e nas cartilagens costais. É o principal motor no supino reto. No chest press com as manoplas na altura do peitoral médio, esta porção é maximamente recrutada — correspondendo à posição padrão do equipamento.
Função comum — adução horizontal: Apesar das origens distintas, todas as porções do peitoral convergem para o úmero e produzem adução horizontal do ombro — o movimento de trazer o braço em direção à linha média do corpo. O chest press em máquina requer exatamente este padrão, tornando-o um exercício específico para toda a extensão do peitoral.
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Máquina vs. peso livre: evidências

A comparação entre chest press em máquina e supino com peso livre é um dos temas mais estudados da ciência do exercício:

Ativação peitoral equivalente: Calatayud et al. (2015) demonstraram que o chest press em máquina produz ativação EMG do peitoral maior estatisticamente equivalente ao supino com halter, quando a carga é equalizada como percentual de 1RM. A diferença principal está na ativação dos estabilizadores — significativamente maior com halter.
Vantagem da máquina: A ausência de demanda de estabilização no chest press em máquina é uma vantagem quando o objetivo é o desenvolvimento máximo do peitoral — o praticante pode trabalhar com maior carga e até a falha muscular com segurança total, sem risco de quedas. Kohler et al. (2010) confirmaram que cargas absolutas maiores são alcançadas em máquinas comparado ao halter.
Complementaridade: Para desenvolvimento completo do peitoral, máquinas (maior carga, segurança) e pesos livres (maior demanda de estabilizadores) são complementares, não concorrentes. Incluir ambos no programa maximiza os estímulos de adaptação muscular.
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Sistema de cabo e polia: tensão constante

Tensão ao longo do arco: O sistema de cabos e polias do LM-009 transmite a carga da torre ao longo de todo o arco de movimento, mantendo tensão constante nas manoplas tanto na fase concêntrica quanto na excêntrica — diferente de uma mola, que aumenta de resistência com o comprimento. Isso garante estímulo muscular em todas as fases do movimento.
Fase excêntrica: A resistência constante do cabo cria uma fase excêntrica (retorno das manoplas) com a mesma carga da concêntrica, desde que o praticante controle o retorno. Esta resistência excêntrica controlada é um potente estímulo de hipertrofia — o dano muscular excêntrico é um dos principais mecanismos de crescimento muscular (Schoenfeld, 2010).
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Configuração e regulagens

  1. 1
    Altura do assento: ajustar para que as manoplas fiquem na altura do peitoral médio (linha do mamilo). Esta é a posição que maximiza a ativação da porção esternocostal do peitoral. Assento muito alto (manoplas abaixo do peitoral) enfatiza o peitoral inferior; muito baixo (manoplas acima do peitoral) enfatiza o clavicular e reduz eficiência.
  2. 2
    Distância do encosto: ajustar para que, na posição recuada (cotovelos atrás), o peitoral sinta um leve estiramento sem desconforto no ombro. Cotovelos excessivamente recuados além da linha do tronco aumentam o risco de lesão no manguito rotador e no lábio glenoidal.
  3. 3
    Pino de carga: selecionar a carga pela inserção do pino na torre. Iniciar com carga que permita 12–15 repetições com técnica perfeita para aprender o padrão de movimento antes de progredir.
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Execução fase a fase

  1. 1
    Posição inicial: sentar com as costas totalmente apoiadas no encosto, pés no chão. Segurar as manoplas com pegada pronada. Retrair levemente as escápulas (ombros "para trás e para baixo") para criar base estável e reduzir estresse na glenoumeral.
  2. 2
    Fase concêntrica (2 s): empurrar as manoplas à frente em trajetória horizontal, estendendo os cotovelos sem travá-los no final. Expirar durante o empurrão. Focar na contração do peitoral — imaginar "apertar" os peitorais um contra o outro.
  3. 3
    Fase excêntrica (3 s): retornar as manoplas de forma controlada. Resistir ao retorno da carga — não deixar o cabo "puxar" os braços de volta rapidamente. A fase excêntrica lenta (3 segundos) é fundamental para maximizar o estímulo hipertrófico.
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Segurança e progressão

Posição do ombro: Manter os ombros retraídos e deprimidos (para baixo e para trás) durante toda a execução é a proteção mais importante para a articulação glenoumeral. Ombros "subindo" em direção às orelhas durante a pressão indicam carga excessiva ou técnica incorreta.
Cotovelo na extensão: Não travar os cotovelos na extensão total — manter leve flexão (10°) reduz o pico de força articular no cotovelo e mantém o peitoral em tensão contínua, otimizando o estímulo muscular.
Progressão: Progredir a carga quando o praticante conseguir completar 3 séries de 12–15 repetições com técnica perfeita. Incremento de 5 kg por ciclo. Integrar técnicas avançadas (drop sets, repetições parciais, pausa no pico de contração) após dominar a técnica básica.
Frequência: Para hipertrofia do peitoral, evidências suportam 2 sessões semanais com volume de 10–20 séries semanais para o músculo. O chest press em máquina pode compor parte substancial desse volume, complementado por outros exercícios (crucifixo, supino livre, peck deck).
09

Referências científicas

  1. Calatayud, J., Borreani, S., Colado, J.C., et al. (2015). Bench press and push-up at comparable levels of muscle activity results in similar strength gains. Journal of Human Kinetics, 46, 85–92. PMID: 26240597.
  2. Kohler, J.M., Flanagan, S.P., & Whiting, W.C. (2010). Muscle activation patterns while lifting stable and unstable loads on stable and unstable surfaces. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(2), 313–321. PMID: 20072050.
  3. Schoenfeld, B.J. (2010). The mechanisms of muscle hypertrophy and their application to resistance training. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(10), 2857–2872. PMID: 20847704.
  4. Barnett, C., Kippers, V., & Turner, P. (1995). Effects of variations of the bench press exercise on the EMG activity of five shoulder muscles. Journal of Strength and Conditioning Research, 9(4), 222–227.
  5. Trebs, A.A., Brandenburg, J.P., & Pitney, W.A. (2010). An electromyography analysis of 3 muscles surrounding the shoulder joint during the performance of a chest press exercise at several angles. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(7), 1925–1930. PMID: 20634752.
  6. Lehman, G.J. (2005). The influence of grip width and forearm pronation/supination on upper-body myoelectric activity during the flat bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 19(3), 587–591. PMID: 16095407.
  7. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2017). Dose-response relationship between weekly resistance training volume and increases in muscle mass. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(12), 3508–3523. PMID: 28250562.
  8. Farias, D.A., Willardson, J.M., Paz, G.A., et al. (2017). Maximal strength performance and muscle activation for the bench press and triceps extension exercises adopting dumbbell, barbell, and machine modalities over multiple sets. Journal of Strength and Conditioning Research, 31(7), 1879–1887. PMID: 28570477.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Máquina de supino vertical (chest press). Trabalha o peitoral, com auxílio de ombros e tríceps, em movimento de empurrar sentado.

O assento e o apoio são reguláveis para alinhar as manoplas à linha do peito, ajustando o aparelho à estatura.

Ajuste o assento, selecione a carga na bateria de peso e empurre as manoplas à frente de forma controlada, retornando sem deixar o peso bater.

A carga é selecionada diretamente na bateria de peso por meio de pino, permitindo ajuste rápido e seguro entre as séries — prático para o uso intenso em academias.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, estofado Soft Touch Diamond com costura dupla reforçada, carenagem em MDF e placas de identificação cortadas a laser — pensados para a alta rotatividade de uma academia.

MUSCLE

 

Veja também

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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