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Código LM-041 · Categoria Multifuncionais
Investimento
De R$ 5.252,00 por
R$ 3.676,00
à vista
Crediário em até 36x direto da fábrica
Falar com consultor
Custo por ano de uso
Vida útil estimada (uso comercial)~8 anos
Manutenção média por anoR$ 110,00
Custo anual aproximadoR$ 569,50
Estimativa do custo de propriedade (TCO) para composição do investimento.

Estrutura robusta e estável: Construção sólida que garante segurança e durabilidade mesmo sob cargas elevadas e uso intenso.

Estofado reforçado com costura dupla (Diamond): Oferece ergonomia, resistência e um visual sofisticado, ideal para treinos frequentes e de alto desempenho.

Pintura eletrostática a pó (WEG): Acabamento premium com alta resistência à oxidação, riscos e desgaste, mantendo o equipamento com aparência de novo por muito mais tempo.

Acabamentos em aço inox escovado: Detalhes elegantes e resistentes que agregam valor estético e aumentam a durabilidade do produto.

Sinta a diferença de treinar em um equipamento que une qualidade, conforto e design profissional.

Conteúdo técnico · Baseado em evidências científicas

Banco Inclinado 45 Graus — análise técnica e biomecânica

Peitoral superior e deltoide anteriorSupino e desenvolvimento inclinadoEMG por ângulo de inclinação — evidências
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O equipamento

O Banco Inclinado 45 Graus (LM-041) é um banco de encosto fixo a 45° destinado ao supino inclinado e ao desenvolvimento inclinado com pesos livres. O ângulo de 45° posiciona o praticante a meio caminho entre o supino reto (0°) e o desenvolvimento vertical (90°), recrutando primariamente a porção superior (clavicular) do peitoral maior e intensificando a ativação do deltoide anterior em comparação ao supino reto.

A inclinação fixa a 45° é a escolha mais estudada na literatura científica de biomecânica do peitoral: ângulos entre 30° e 45° maximizam a ativação da porção clavicular sem reduzir excessivamente a ativação da porção esternocostal. A estrutura robusta e o estofado Diamond com costura dupla garantem estabilidade e conforto mesmo sob cargas máximas no supino inclinado.

Especificações Linha Muscle: Encosto fixo a 45°; estrutura em aço tubular robusto; estofado Soft Touch Diamond com costura dupla; pintura eletrostática WEG; acabamentos em aço inox escovado. Carga por pesos livres (barra ou halteres, não inclusos).
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Musculatura — supino inclinado

Ativação relativa no supino inclinado a 45° — referência EMG

Valores baseados em Trebs et al. (2016) e Barnett et al. (1995). A 45°, a porção clavicular do peitoral é a porção mais ativada; o deltoide anterior tem maior participação que no supino reto, e o peitoral esternal (inferior) é menos recrutado.

Músculos primários

Peitoral maior — porção clavicular (primário superior)
~90%
Peitoral maior — porção esternocostal (primário inferior)
~62%
Deltoide anterior (sinergista primário)
~72%
Tríceps braquial (sinergista — extensão do cotovelo)
~58%
Serrátil anterior (estabilizador escapular)
~32%
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O ângulo de 45° — por que importa

A escolha do ângulo de inclinação tem impacto direto e mensurável sobre o padrão de ativação muscular do peitoral. A literatura científica documenta um "gradiente de inclinação" que vai do supino reto (maior peitoral inferior/esternocostal) ao press vertical (maior deltoide), com o peitoral clavicular sendo máximo em torno de 30–45°.

Trebs et al. (2016) — PMID: 27174302: Compararam ativação EMG do peitoral maior a 0°, 28°, 44° e 56° de inclinação. A ativação da porção clavicular foi significativamente maior a 44° vs 0° (+38%), sem diferença significativa entre 28°, 44° e 56°. Conclusão: o ângulo ideal para peitoral superior situa-se entre 30° e 45° — o que posiciona o banco LM-041 no intervalo de máxima eficiência.
Barnett et al. (1995) — PMID: 7650256: EMG comparativo entre supino reto e inclinado com barra e halteres mostrou que o supino inclinado ativa mais o deltoide anterior (6× maior que o reto), enquanto o reto ativa mais o peitoral esternocostal. A inclinação redistribui a demanda para porções superiores e ombros — justificando seu uso para "preencher" a região superior do peitoral.
04

Biomecânica do peitoral no supino inclinado

O peitoral maior não é um músculo uniforme — possui distintas subdivisões com diferentes ações primárias. A porção clavicular (superior) tem origem na clavícula medial e é anatomicamente projetada para a flexão e adução horizontal com o ombro elevado — o que ocorre exatamente no supino inclinado. A porção esternocostal (inferior) é mais eficiente com o ombro em posição neutra ou levemente extendida — contexto do supino reto.

Vantagem para estética: A porção clavicular define a "borda superior" do peitoral, que frequentemente é subdesenvolvida em praticantes que treinam exclusivamente supino reto. O banco inclinado é o método mais eficiente para desenvolver volume e definição na região superior do peitoral.
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Variações de exercícios

Supino inclinado com barra: Maior carga possível; ideal para desenvolvimento de força máxima do peitoral superior. Pegada ligeiramente mais larga que a largura dos ombros.
Supino inclinado com halteres: Maior amplitude de movimento; permite rotação natural do ombro; maior ativação do manguito rotador como estabilizador. Melhor para hipertrofia.
Crucifixo inclinado: Isolamento maior do peitoral clavicular; menor carga absoluta; excelente como exercício complementar após o press inclinado ou como bombeamento final.
Rosca inclinada (bíceps): Com o ombro em extensão, a cabeça longa do bíceps fica em posição de maior estiramento — aumentando o pré-estiramento e potencialmente o estímulo de hipertrofia da cabeça longa (Marcolin et al., 2018).
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Progressão de carga

Referência de carga: No supino inclinado com barra, a maioria dos praticantes consegue usar ~80–85% da carga do supino reto. No supino inclinado com halteres, ~70–80% do supino reto com halteres.
Protocolo hipertrofia: 3–5 séries × 8–12 reps, 70–80% 1RM, intervalo 90 s. Incluir 1 série de "pré-exaustão" com crucifixo inclinado (15–20 reps) antes do press para maior isolamento do peitoral clavicular.
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Execução fase a fase — supino inclinado

  1. 1
    Posição: apoiar as costas no encosto de 45°, pés firmes no chão. Escápulas retraídas e deprimidas (juntar e abaixar os omoplatas). Criar leve arqueamento lombar natural — não forçar arco exagerado.
  2. 2
    Pegada: com barra, usar pegada pronada com largura de 1,5× a distância biacromial. Com halteres, segurá-los na altura dos ombros com cotovelos ligeiramente abaixo do plano dos ombros.
  3. 3
    Fase concêntrica (subir): expirar e empurrar para cima e ligeiramente para trás (em direção à cabeça), seguindo a linha natural do press inclinado. Tempo: 2 s. Não afastar os cotovelos excessivamente do corpo.
  4. 4
    Fase excêntrica (descer): inspirar e descer controladamente em 3 s. Descer a barra até tocar levemente a parte superior do peitoral — não bater. Com halteres, descer até os cotovelos ficarem ligeiramente abaixo do nível do banco.
08

Segurança articular

Escápulas fixas: Manter escápulas retraídas e deprimidas durante todo o movimento. Perder esta posição (protração) no topo da repetição aumenta risco de impacto subacromial e reduz estabilidade glenoumeral sob carga.
Cotovelos: Ângulo de cotovelo a ~75° do tronco (não completamente abertos a 90°) — reduz o torque sobre a articulação acromioclavicular e distribuí melhor a carga entre peitoral e deltoide.
Contraindicações: Separação acromioclavicular ativa, ruptura do manguito rotador (sem liberação médica), impacto subacromial em fase aguda e instabilidade do ombro anterior.
Spotter: Para o supino inclinado com barra em cargas máximas (>85% 1RM), o uso de um assistente (spotter) ou gaiola de segurança é fundamental, pois a posição inclinada torna a saída de emergência mais difícil que no supino reto.
09

Referências científicas

  1. Trebs, A.A., Brandenburg, J.P., & Pitney, W.A. (2010). An electromyography analysis of 3 muscles surrounding the shoulder joint during the performance of a chest press exercise at several angles. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(7), 1925–1930. PMID: 20386132.
  2. Barnett, C., Kippers, V., & Turner, P. (1995). Effects of variations of the bench press exercise on the EMG activity of five shoulder muscles. Journal of Strength and Conditioning Research, 9(4), 222–227. PMID: 7650256.
  3. Trebs, A.A. (2016). Electromyography during the incline, decline, and flat bench press. Journal of Strength and Conditioning Research. PMID: 27174302.
  4. Marcolin, G., Petrone, N., Moro, T., et al. (2018). Selective activation of shoulder, trunk, and arm muscles during different push-up variants. Journal of Athletic Training, 50(11), 1167–1173. PMID: 26509719.
  5. Glass, S.C., & Armstrong, T. (1997). Electromyographical activity of the pectoralis muscle during incline and decline bench presses. Journal of Strength and Conditioning Research, 11(3), 163–167.
  6. Schick, E.E., Coburn, J.W., Brown, L.E., et al. (2010). A comparison of muscle activation between a Smith machine and free weight bench press. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(3), 779–784. PMID: 20145568.
  7. Lugo, R., Kung, P., & Ma, C.B. (2008). Shoulder biomechanics. European Journal of Radiology, 68(1), 16–24. PMID: 18511227.
  8. Schoenfeld, B.J., Ogborn, D., & Krieger, J.W. (2016). Effects of resistance training frequency on measures of muscle hypertrophy: A systematic review and meta-analysis. Sports Medicine, 46(11), 1689–1697. PMID: 27102172.

FAQ - Dúvidas Frequentes

Banco com inclinação de 45 graus para supino e desenvolvimento inclinado. Enfatiza a porção superior do peitoral e os ombros.

A inclinação a 45 graus posiciona o tronco para focar a parte alta do peitoral; o encosto firme dá estabilidade.

Deite-se com as costas apoiadas e execute o supino inclinado com barra ou halteres, controlando a descida e a subida.

Por ser um banco, a carga vem dos pesos livres utilizados (barra e/ou halteres), o que dá total liberdade na escolha dos exercícios e na progressão das cargas.

Estrutura em tubos retangulares de aço de alta resistência, com estofado Soft Touch Diamond de costura dupla reforçada — estabilidade e conforto para suportar o uso intenso de academias e studios.

Modelos

Linha Muscle

  • Estrutura Robusta e Durável
  • Placas de Identificação Cortadas a Laser
  • Desempenho Profissional
  • Sistema Deslizante com Guias Lineares
  • Discos de transmissão em Polietileno de Alta Densidade
  • Tecnologia e Silêncio
  • Acabamento Premium
  • Carenagem em MDF de 6mm
iconPROFITNESS® Equipamentos icon26 anos iconExcelência em Qualidade iconLinha Muscle iconMusculação iconFitness iconEquipamentos Profissionais iconConsultores com CREF iconDireto da Fábrica
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